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Professor de Língua Portuguesa na Rede Estadual de Ensino - Governo do Paraná

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Anencefalia: quanto tempo é possível sobreviver sem cérebro?


A anencefalia é caracterizada por uma má formação do feto, que não desenvolve o cérebro e o cerebelo. Foto: Getty Images/Terra
A anencefalia é caracterizada por uma má formação do feto, que não desenvolve o cérebro e o cerebelo
Foto: Getty Images/Terra
ANGELA CHAGAS
O Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir nesta quarta-feira se as mulheres podem interromper a gestação de fetos anencéfalos. A anomalia ocorre quando o embrião não desenvolve o cérebro e o cerebelo. Alguns especialistas defendem que o direito dessas crianças à vida deve ser respeitado, enquanto outros alertam para os riscos e traumas de uma gestação desse tipo. Mas afinal, é possível que um bebê que nasce sem cérebro sobreviva por muito tempo?
Segundo o médico docente em genética na Universidade de São Paulo (USP) e especialista em medicina fetal, Thomaz Rafael Gollop, a sobrevida sem a estrutura cerebral é, na maioria dos casos, de poucas horas. "A anencefalia é um defeito congênito, que atinge o embrião por volta da quarta semana de desenvolvimento, ou seja, numa fase muito precoce. Em função dessa anomalia, ocorre um erro no fechamento do tubo neural, sem o desenvolvimento do cérebro", diz. Para Gollop, a chance de sobrevida por um período prolongado é "absolutamente inviável".
Cinquenta por cento das mortes em casos de anencefalia são provocadas ainda na vida intrauterina. Dos que nascem com vida, 99% morrem logo após o parto e o restante pode sobreviver por dias, ou poucos meses. "Os que sobrevivem, conseguem fazer o movimento involuntário de engolir, respirar e manter os batimentos cardíacos, já que essas funções são controladas pelo tronco cerebral, a região que não é atingida pela anomalia. Alguns não precisam do auxílio de aparelhos e chegam até a serem levados para casa, mas vivem em estado vegetativo, sem a parte da consciência, que é de responsabilidade do cérebro", afirma o professor de bioética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), José Roberto Goldim.
O especialista em bioética defende que é um equívoco afirmar que os bebês anencéfalos são "natimortos cerebrais". Ele diz que o Conselho Federal de Medicina revogou uma resolução em 2010 que tratava os casos de anencéfalos como morte encefálica, já que eles apresentam uma "viabilidade vital". "O mais importante é desmistificar a visão de que a anencefalia é incompatível com a vida extrauterina. Temos um caso em Porto Alegre, no Hospital de Clínicas da UFRGS, de paciente que viveu quatro meses. Enquanto para algumas mães é um sofrimento levar adiante uma gestação que vai resultar em morte, para outras é importante permitir o curso natural até a morte", diz ao defender o direito de escolha nesses casos.
Já os casos de bebês que apresentam uma sobrevida maior - de até 2 anos - os especialistas concordam que não podem ser considerados anencefalia. Thomaz Gollop cita como exemplo a menina Marcela de Jesus Galante Ferreira, que sobreviveu 1 ano e 8 meses após ser diagnosticada como anencéfala. Para o geneticista, esse é um caso extremamente raro de uma anomalia chamada merocrania - quando há resquícios do cérebro revestido por uma membrana que protege contra infecções e prolonga a expectativa de vida. "Mesmo assim, todos os casos também culminam na morte".
Brasil é o quarto País com maior incidência de casos
A incidência é de aproximadamente um em cada mil nascimentos no Brasil. "Isso corresponde a cerca de 3 mil casos por ano", afirma Gollop. Segundo ele, o País é o quarto do mundo com o maior número de casos de anencefalia. Em primeiro lugar está o País de Gales. "Não sabemos por que da incidência maior nesses países, já que apresentam características tão diferentes", afirma.
A ciência ainda não sabe explicar exatamente as causas da anencefalia. Gollop explica que ela é uma condição multifatorial, influenciada por fatores genéticos, ambientais, sazonais e geográficos. O médico disse ainda que há formas de prevenir pelo menos metade das ocorrências a partir da ingestão de ácido fólico (um tipo de vitamina B) dois meses antes e no primeiro mês da gestação.
Diagnóstico
O diagnóstico pode ser feito a partir do terceiro mês de gestação por meio de uma ultrassonografia. Segundo Gollop, mesmo que a anomalia seja detectada precocemente, não há mecanismos que possam ser adotados para salvar o feto. Segundo ele, a partir do diagnóstico as mães que querem interromper a gravidez precisam recorrer a uma decisão judicial, que normalmente leva em torno de 15 dias. Se os ministros do STF decidiram pela regulamentação da interrupção da gravidez nesses casos, Gollop destaca que as mães que desejarem manter a gestação terão seu direito assegurado. "Muitas mães preferem seguir com a gestação e isso também precisa ser respeitado", afirma.
Os especialistas afirmam que esse tipo de gestação apresenta alguns riscos. Como a criança não tem reflexos para engolir o líquido amniótico, ele fica retido no útero, que pode não contrair na hora do parto, provocando hemorragias. Outros problemas mais comuns em gestações de risco podem ocorrer, como desenvolvimento de hipertensão e deslocamento da placenta.

Lucíola - José de Alencar


Este romance de José de Alencar conta a história de Lucíola (Lúcia), uma prostituta de luxo do Rio de Janeiro do século XIX.

Paulo, rapaz do interior, vem para o Rio de Janeiro e conhece Lúcia, sem saber da sua real identidade, e se sente atraído por ela. Couto, seu amigo, acaba com a ilusão de Paulo contando-lhe da sua verdadeira profissão. Paulo não desiste, vai até a casa dela e os dois passam a noite juntos. Mas Lúcia volta atrás e, depois disso, retorna à vida que levava.
Mas ela se arrepende e os dois decidem ficar juntos. Os dois se mudam para uma casa pequena, muito diferente da antiga mansão de luxo de prostituição. Nesse momento, Lúcia revela a Paulo o seu verdadeiro nome, Maria da Glória. No surto de febre amarela, em 1850, todos os seus familiares ficaram enfermos. Ela, para comprar remédios, se entrega a Couto aos 14 anos, mas o pai, sabendo do ocorrido, a expulsa de casa. Depois da morte de sua amiga Lúcia, ela adota esse nome e simula a família o próprio falecimento. Com o dinheiro adquirido nos últimos anos, se responsabilizava por arcar com os estudos da sua irmã Ana.
Passa o tempo e Lúcia fica grávida, mas, logo em seguida, ela adoece. A enfermidade é para ela o castigo pelos seus pecados. Ela confessa seu amor a Paulo, se recusa a fazer o aborto e pede que ele se case com sua irmã Ana. Paulo se recusa e ela morre.
Paulo assume os cuidados de Ana e esta se casa com um bom homem. O protagonista permanece sozinho e infeliz com a falta do seu verdadeiro amor.
Análise
José de Alencar constrói, nesse romance urbano, a purificação da alma de Lucíola. Os seus erros do passado não são perdoados no amor romântico, por isso ela não pode ser feliz.
O livro também faz uma crítica contra o preconceito. Paulo tem dificuldades de escolher entre o seu amor e as consequências da sua paixão por uma prostituta.
Tempo
Metade do século XIX, Segundo Reinado. A narração é cronológica, ou seja, os fatos ocorrem em sequência.
Narrador
Narrado em primeira pessoa, por Paulo, por meio de cartas enviadas a uma senhora.
Curiosidade
Lucíola é o nome de um inseto noturno que brilha nos charcos.

Fonte: Marcelo Müeller, professor do Curso Pré-Vestibular Dom Bosco.
LIVROS UFPR 2011/2012 | 8:07

Lucíola – José de Alencar

O romance de José de Alencar conta a história de Lucíola (Lúcia), uma prostituta de luxo do Rio de Janeiro do século XIX. Assista à análise do professor Marcelo Muller.

2º Fórum da Agenda 21 debate questões ambientais

Mesa redonda com profissionais convidados e apresentações de alunos marcaram o evento que teve como foco o Aquífero Karst e vulnerabilidades
     Secretária Anna Paula deu as boas vindas aos participantes e falou da importância do trabalho de educação ambiental.Secretária Anna Paula deu as boas vindas aos participantes e falou da importância do trabalho de educação ambiental.
     Para ampliar o debate acerca de questões ambientais em Almirante Tamandaré, foi realizado nesta tarde (11), no Centro de Convenções Edson Dalke, o 2º Fórum da Agenda 21. O evento contou com a participação de profissionais convidados para uma mesa redonda que tratou da importância do Aqüífero Karst  enquanto manancial de abastecimento de água e por outro lado suas restrições quanto ao uso e ocupação do solo e teve a presença de  representantes das comissões da Agenda 21 de diferentes escolas e CMEI´S, envolvendo educadores e moradores.
Participantes da mesa redonda elogiaram a iniciativa do município.

Segundo Rogério de Silva Felipe, geólogo e ex-diretor da Mineropar; Almirante Tamandaré tem duas grandes riquezas minerais, a água e a rocha (calcário) e há uma necessidade de preservação destas riquezas. “Por isso a conscientização tem papel fundamental”, afirma.  Para a geóloga da Sanepar, Katia Cristina Nakandakare, eventos como este são fundamentais para conscientização e preservação do meio ambiente por serem direcionados a pessoas responsáveis por disseminar informações para a comunidade. Participaram ainda da mesa redonda o Sgto. Alvacir Ferreira, comandante do Corpo de Bombeiros Comunitário de Tamandaré; Daniele Gasparin, engenheira ambiental da Prefeitura e Ângela Márcia Ferreira da Silva, diretora do dpto. de ensino.
      Na abertura do evento, a secretária de educação e cultura, Anna Paula Wolf, agradeceu a participação de todos e destacou o trabalho de educação ambiental realizado em todas as escolas e CMEI´s do município sob coordenação da bióloga Elizabeth do Rocio Godke. A Agenda 21 Escolar é a formatação do texto base da Agenda 21 para aplicação no meio de influência da escola, tanto nos recintos escolares, como no meio familiar e social, visando a sustentabilidade social e econômica. 
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Sem transporte, alunos faltam à aula


Por carência de verbas, prefeitura de Foz deixa de atender estudantes da rede estadual de ensino.

Cerca de 1,4 mil alunos da rede estadual de ensino estão sem transporte escolar gratuito em Foz do Iguaçu desde segunda-feira. A prefeitura, que arcava com parte dos custos do serviço, cortou o benefício porque não tem dinheiro previsto no orçamento deste ano para manter o transporte que é de responsabilidade do governo do estado. Até que a situação seja resolvida, os alunos dos colégios estaduais que fazem o mesmo itinerário dos estudantes da rede municipal poderão usar os ônibus. Os outros ficam desassistidos.
Os reflexos da suspensão do serviço estão nas salas de aula. No Colégio Almirante Tamandaré, muitos estudantes estão indo a pé para a escola e alguns estão faltando às aulas. Segundo a diretora, Blandina Rodrigues, uma parte dos professores resolveu mudar a data das provas para não prejudicar os alunos. “Às vezes chegamos a emprestar dinheiro para eles poderem pagar o ônibus”, conta. Cerca de 10% dos mil alunos dependem do transporte no colégio.
Ônibus Escolar
Problema atinge outros municípios, que já estão se mobilizando
O impasse com o transporte escolar não repercute apenas em Foz do Iguaçu. O presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP) e prefeito de Piraquara, Gabriel Samaha, enviou ofício ao secretário estadual de Educação, Flávio Arns, pedindo audiência urgente para discutir a situação. Participarão da reunião presidentes das 18 associações municipais do estado.
A associação solicita do governo o repasse integral dos custos para arcar com o transporte, que é atribuição do Estado. O custo do transporte escolar é de R$ 120 milhões por ano, segundo a AMP. Em 2011, o valor liberado aos municípios foi de R$ 58 milhões. Para este ano, a promessa é de que o montante passe de R$ 60 milhões.
Verba
Segundo a AMP, o governo informou em março que só comunicará o valor a ser liberado em 2012 após concluir um estudo voltado para dimensionar o custo do serviço às prefeituras, o que deve ocorrer somente em maio. Os prefeitos reclamam da demora na conclusão do estudo que integrará o Sistema de Gerenciamento do Transporte Escolar e de terem de arcar com despesas que não são municipais. (DP)
Na terça-feira, aproximadamente cem pessoas, entre pais e estudantes, fizeram um protesto na comunidade de Porto Dourado, região de Três Lagoas, zona rural da cidade. Boa parte das crianças e adolescentes que estudam no Colégio Arnaldo Busatto, a seis quilômetros do bairro, não tem condições de pagar a passagem de ônibus coletivo. Os pais ameaçam fazer nova mobilização na próxima segunda-feira, caso a situação não seja resolvida.
Complicações
“São cerca de 80 alunos prejudicados nos dois turnos”, diz o agricultor Arnaldo Gimenez, avô do estudante Christopher Gi­­menez Barbosa, 15 anos. Beneficiário do Bolsa Fa­­mília, Christopher só continua frequentando as aulas por causa das provas e porque não pode ter mais de dez faltas a cada quatro meses. Ele tem gastado R$ 5,30 ao dia para ir e voltar do colégio e não consegue bancar o transporte por mais tempo. Ontem, ele voltou para casa a pé.
A prefeitura de Foz do Iguaçu argumenta que a responsabilidade do transporte escolar é do governo do estado, conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação.
Dados da Secretaria Municipal da Fazenda mostram que entre 2002 e 2011 o município aplicou cerca de R$ 5,8 milhões no transporte escolar de estudantes da rede estadual, contra R$ 2,7 milhões repassados pelo estado.
O secretário de governo da prefeitura, Osli Machado, diz que o município informou em fevereiro ao estado e às empresas contratadas que não iria mais arcar com o custo por falta de dotação orçamentária.
O outro lado
Em nota, a Secretaria de Estado de Educação (Seed) disse que “está trabalhando para estabelecer uma política de repasse justa para as prefeituras.” Ressalta que o sistema de transporte atende alunos da rede municipal e estadual e que para otimizar o gerenciamento e operacionalização, bem como para evitar gastos duplicados, o sistema deve ser gerenciado localmente. Segundo a Seed, o volume de recursos aos municípios passou de R$ 28 milhões, em 2010, para R$ 58 milhões, em 2011. Somados os R$ 21 milhões oriundos do governo federal, o valor aos municípios chegou a R$ 79 milhões.

Uma viagem pela alegre Ucrânia


Divulgação /
DANÇA

Balé nacional do país do Leste Europeu, Virsky traz ao Guairão o vigor e virtuosismo de coreografias inspiradas na tradição ucraniana.

Se, pelas fotos, você achou que este é um grupo comum de dança folclórica ucraniana, irá se surpreender com seu virtuosismo. O Virsky, balé nacional da Ucrânia, chega ao Teatro Guaíra nesta sexta-feira para apresentações até domingo, trazendo seus pulos e giros altíssimos no ar, energia, cenário e figurinos coloridos e entusiasmo raros de se ver num palco.
“Os integrantes de grupos folclóricos gostam de assistir para tentar elevar seu nível, e usar mais elementos em sua dança”, contou à Gazeta do Povo o empresário do grupo, Bogdan Tkachyshyn.
Divulgação
Divulgação / As coreografias de Virsky e Vantukh fazem um apanhado das danças regionais ucranianasAmpliar imagem
As coreografias de Virsky e Vantukh fazem um apanhado das danças regionais ucranianas
60 países
já foram percorridos pelo Virsky em seus 75 anos de existência, em mais de 100 viagens.
8 anos
é o período que as crianças inscritas no balé nacional Virsky passam estudando saltos e giros. Os melhores passam ainda dois anos se aprimorando até entrar para o corpo de baile profissional.
Serviço
Virsky
Teatro Guaíra (Pça. Santos Andrade, s/nº), (41) 3304-7900. Espetáculo do Balé Nacional da Ucrânia. Dias 13 e 14, às 20h30, e 15, às 19h. R$ 140 (plateia), R$ 120 (1º balcão) e R$ 100 (2º balcão) e meia-entrada para todos os valores.
Das 16 coreografias que serão apresentadas, 9 foram criadas pelo fundador Paulo Virsky (morto em 1975), 6 pelo diretor atual, Miroslaw Vantukh, e uma foi tirada da ópera Taras Bulba, com passos de Konstantin Sergeyev.
Muitas têm, é claro, inspiração nas tradições do bailado ucraniano, do qual provém o vigor dos saltos e giros, a alegria que extravasa dos bailarinos e os figurinos e cenários.
O show que o Virsky traz para a turnê brasileira, com 50 bailarinos, tem alto teor nacionalista, celebrando o país. Não por acaso a primeira coreografia é “Ucrânia, Minha Ucrânia!”
Talvez por esse amor à pátria os ucranianos se destaquem tanto entre os grupos de folclore do mundo, mantendo uma tradição bastante viva. Tkachyshyn vê nisso algo como um alívio persistente pela liberdade, conquistada há 20 anos, após opressões que não se resumiram à dominação soviética.
“Muitos povos já nos ocuparam, mas nós queremos viver em paz com os vizinhos e mostrar nossa liberdade”, explica. A nova alegria se contrapõe às antigas canções de lamento. “Nossa história foi muito dura, por isso nossas canções têm letras tristes, porque a vida era assim. Mas às vezes você quer ver a luz no fim do túnel. As pessoas queriam otimismo”, diz.
Além de manifestar patriotismo, o espetáculo faz um apanhado de danças regionais do país. Em “Povzunets”, por exemplo, há uma bem-humorada competição entre solistas masculinos inspirada na tradição cossaca, em que cada um demonstra suas habilidades técnicas com truques infatigáveis.
Outro fator que aparece nas coreografias é o cavalheirismo masculino e o desejo de se mostrar forte para defender a companheira. “Para ser honesto, nossas mulheres são muito bonitas”, gaba-se o empresário. Esse é o tema de “Kozachok”, coreografia que busca ressaltar a boa aparência das moças, que tomam o palco para si rodeadas por elementos que lembram a primavera.
Muito suor
Apesar de existir há 75 anos, apenas em 1992 o grupo criou sua escola para treinar crianças desde cedo. Nessa fase, elas repetem centenas de vezes os saltos elaborados e passos muito próximos ao solo característicos da dança ucraniana. Passam oito anos estudando, para depois enfrentar uma audição e tentar uma vaga no grupo profissional, ainda em fase de aprendizado. Após dois anos aprimorando a técnica, os melhores entram para o elenco fixo.
Na equipe atual, o mais novo tem 18 anos – o mais velho, ninguém revela quem é.