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Professor de Língua Portuguesa na Rede Estadual de Ensino - Governo do Paraná

terça-feira, 24 de abril de 2012

Massacre de Golfinhos na Dinamarca!! Isso acontece desde 1580



Bons exemplos?
Esta matança de golfinhos vem de um país que nos estão sempre a querer impor como referência, a Dinamarca. Pela minha parte dispenso e abomino.
Gostaria de saber se é verdade este email que recebi sobre este massacre na dinamarca!!

....Dinamarca...

O mar se tinge de vermelho, entretanto não é devido aos efeitos climáticos da natureza.

 Se deve a crueldade com que os seres humanos (ser civilizado) matam centenas dos famosos e inteligentíssimos.
Golfinhos Calderon.

 Isso acontece ano após ano na Ilha Feroe na Dinamarca. Deste massacre participam principalmente jovens 
Por que?
 
Para demonstrar que estes mesmo jovens já chegaram a uma idade adulta, estão maduros
 
 Em tal celebração, nada falta para a diversão 
TODOS PARTICIPAM DE UMA MANEIRA OU DE OUTRA, matando ou vendo a crueldade “apoiando-a como espectador”

 Cabe mencionar que o golfinho calderon, como quase todas as outras espécies de golfinhos, se aproxima do homem unicamente para interagir e brincar em gesto de pura amizade. 
 Eles não morrem instantaneamente, são cortados uma ou duas vezes com ganchos grossos. Nesse momento os golfinhos produzem um som estridente bem parecido ao choro de um recém-nascido. 
 Mas sofre e não há compaixão até que este dócil ser se sangre lentamente e sofra com feridas enormes até perder a consciência e morrer no seu próprio sangue. 

 Finalmente estes heróis da ilha, agora são adultos racionais e direitos, já demonstraram sua maturidade. 
 

Dez anos após lei, escola bilíngue vira alternativa para incluir surdos


Surda, Cássia da Silva dá aulas para alunos do 5º ano do ensino fundamental em uma escola bilíngue de Porto Alegre (RS). Foto: Angela Chagas/Terra
Surda, Cássia da Silva dá aulas para alunos do 5º ano do ensino fundamental em uma escola bilíngue de Porto Alegre (RS)
Foto: Angela Chagas/Terra
ANGELA CHAGAS
Direto de Porto Alegre
Em uma sala com alunos surdos do 5º ano do ensino fundamental na Escola Bilíngue Salomão Watninck, em Porto Alegre (RS), a professora Cássia da Silva comemorava na manhã desta terça-feira o dia que marca a luta pela inclusão dos surdos na sociedade. Há exatos dez anos, o então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, sancionou a lei que tornou oficial a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora o Ministério da Educação (MEC) recomende que todos os alunos sejam incluídos nas escolas regulares, especialistas concordam que o modelo adotado pelo colégio gaúcho, com foco no ensino bilíngue da língua de sinais e do português, tem se mostrado o mais eficaz para garantir o aprendizado dos surdos.
O diferencial da escola bilíngue é o compromisso com o ensino de Libras como língua principal, seguido pela compreensão da língua portuguesa escrita. A professora, que também é surda, diz que a lei trouxe importantes avanços no reconhecimento da língua de sinais pela sociedade. "Eu estudei em uma escola de ouvintes, que tinha foco na oralização, no ensino do português. Era muito difícil, tinha dificuldade para aprender. Só fui me comunicar com a língua de sinais após os meus 15 anos. Hoje, os alunos são estimulados a se expressar com os sinais e eles têm o mesmo nível de aprendizado de uma pessoa que não é surda", afirma a educadora. Criada em 2008, a escola onde que Cássia dá aulas atende alunos até o 6º ano do ensino fundamental.
De acordo com a professora do Departamento de Estudos Especializados da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Adriana Thoma, a comunidade de surdos no Brasil e diversos especialistas concordam que a inclusão desses alunos em escolas regulares deve acontecer mais tarde, após as séries iniciais. "Pesquisas já comprovaram que alfabetizar um estudante surdo em uma escola regular não funciona. Nosso ensino não está preparado para isso", afirma. Segundo ela, esses estudantes não conseguem acompanhar o restante da turma porque o foco do ensino se dá pelo português oral. "A grande maioria não tem ninguém na família que conheça a língua de sinais. Eles chegam na escola com uma necessidade muito grande e o ensino não está voltado para atender isso, e sim para uma realidade bem diferente. Por isso acabam tendo um rendimento inferior aos colegas, não avançam no aprendizado e se sentem desmotivados em estudar", afirma.
De acordo com a professora Ana Cláudia Ramos Cardoso, que trabalha há 15 anos com a educação de surdos, o aluno precisa estar incluído em um ambiente linguisticamente favorável. "A língua portuguesa escrita é a segunda língua para os surdos, assim como o inglês, o alemão para nós. Se a criança estiver em um ambiente onde todos usam a mesma língua, seja no pátio, na biblioteca, na sala de aula, o processo de aprendizagem se torna natural", afirma a educadora, que atua com turmas de educação infantil na escola.
Ana Cláudia explica ainda que a diferença entre os colégios bilíngues e as classes especiais é que essa última normalmente trata a surdez como uma deficiência, sem dar foco específico no aprendizado. "Surdo não é deficiente. Não pode ser tratado no discurso da educação especial. Muitas propostas de inclusão hoje acreditam que o aluno surdo deve ser matriculado em uma turma de ouvintes, com um intérprete, e que no contraturno deve ser feita uma atividade especializada de reforço, para complementar o aprendizado com a língua de sinais. Essa criança que estuda o dia inteiro vai brincar quando? Ela não precisa de estudo complementar, mas receber a educação na língua dela, que é a língua de sinais".
De acordo com a professora, esse reconhecimento de que Libras é uma língua oficial, assim como o português, foi o maior avanço da lei que completa dez anos. "É uma língua com estrutura gramatical própria, com todas as suas características morfológicas, e que permite ao surdo alcançar os mais altos graus do conhecimento, como ser médico, cientista, professor", afirma. Segundo ela, outro avanço é garantir a obrigatoriedade da disciplina de Libras em cursos para a formação de professores. "Claro que é preciso avançar muito mais. Um professor que tem 60 horas de aula de Libras na faculdade não se forma com o conhecimento suficiente para atender um aluno surdo", completa ao destacar que as escolas, na sua maioria, não estão preparadas para lidar com esses estudantes.
Favorável a inclusão dos surdos em escolas comuns, o Ministério da Educação (MEC) disse que trabalha para promover a capacitação dos profissionais da educação, com diversos programas de formação em Libras, a fim de garantir o ensino bilíngue no ensino regular. "Esse conjunto de ações resultou no crescimento do número de matrículas de estudantes público alvo da educação especial em classes comuns, que passou de 28%, em 2003, para 74%, em 2011", afirmou o MEC.
Alunos ouvintes aprendem Libras para incentivar a inclusão na Bahia
Os alunos surdos de Irará (BA) recebem um atendimento diferenciado na Escola Municipal São Judas Tadeu. Segundo a coordenadora-geral do colégio, Antônia de Lurdes Almeida, os surdos não se sentem excluídos dos demais porque todos aprendem a língua de sinais. "Os professores oferecem capacitação para os pais e para os alunos que queiram aprender a sinalizar e a procura tem sido muito grande", afirma. Segundo ela, é comum encontrar surdos se comunicando com os colegas ouvintes pelos corredores da escola.
No colégio baiano, os 12 alunos surdos divididos em diferentes turmas são acompanhados nas aulas por um intérprete e fazem atividades com especialistas em Libras. A escola conta com estudantes surdos desde 2005 e a coordenadora aponta que o desempenho vem melhorando ao longo dos anos. "Percebemos que hoje o aprendizado desses alunos está mais fácil, porque os professores estão mais preparados para ensinar com uma linguagem mais visual e os colegas também estão mais interessados em aprender com eles. Isso incentiva". Ela acredita que compartilhar o ensino de português e o de Libras com todos os alunos pode ser uma solução para evitar que os surdos sintam-se excluídos em uma escola regular.
Enquanto isso não vira realidade em todo o País, na escola bilíngue de Porto Alegre os alunos comemoravam nesta manhã o fato de aprenderem sem serem tratados como "deficientes". "Quando eu era bem pequeno, estudei em uma escola de ouvintes. Mas eles falavam demais e a professora dizia que tudo o que eu fazia estava errado. Minha mãe sempre era chamada na escola, até que ela resolveu procurar outro lugar para mim e encontrou o Salomão (a escola bilíngue). Eu adoro essa escola, aprendo o português, brinco, tenho aula de educação física, de artes. A professora sinaliza e tem até professora surda. Eu amo estar na escola", disse Luiz Gustavo, de apenas 11 anos. Emocionada, a professora sinalizou em agradecimento.

A diferença entre a norma culta e a linguagem oral


É preciso saber diferenciar as duas situações em que casos cada uma pode ser empregada.

Um capítulo do livro didático Por uma Vida Melhor tem provocado polêmica em todo país. Nele, a autora, Heloisa Ramos, mostra que em alguns casos a linguagem oral pode divergir da norma culta e que isso não significa que ela esteja errada. Se você pensa que a discussão fica restrita a educadores e às páginas dos jornais está enganado. Os vestibulares e o Exame Nacional do Ensino Mèdio (Enem) costumam cobrar na prova de língua portuguesa que o estudante saiba diferenciar uma da outra e, principalmente, em que ocasião se deve empregar cada uma.
“Os professores que fazem estas provas são linguistas e a maioria partilha da mesma opinião de Heloísa, de que não existe o certo ou o errado, mas o adequado para ser falado ou escrito”, diz oprofessor de língua portuguesa do Curso Acesso João Filipe Magnani. Portanto, para ir bem preparado para as provas, o vestiba não só precisa dominar a norma culta, mas também ter conhecimento de que na hora de falar as pessoas podem usar outra linguagem.
E como isso cai na prova? O professor explica que pode haver enunciados pedindo que o estudante faça a associação entre as alternativas que correspondem ao padrão da norma culta e as que referem-se à forma coloquial. No caso do Enem é comum, segundo Magnani, que as questões apresentem uma situação ao estudante – de conversa entre amigos, de entrevista de emprego ou de uma audiência jurídica – para que ele assinale qual é o padrão linguístico correspondente.
Na hora de escrever
A prova de produção de texto é o momento que o vestiba tem para demonstrar domínio da norma culta da língua. Por isso, deixe de lado a oralidade, organize bem as ideias e coloque-as de forma clara no papel, sem esquecer que a concordância e regência verbal e nominal precisam estar afiadas, assim como a ortografia. 
Uma dúvida, porém, pode aparecer em relação à prova de redação da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que exige do estudante diferentes tipos de textos, que vão do opinativo ao narrativo, passando pela escrita de uma carta.
Por causa dos estilos variados e do tamanho do texto, com poucas linhas, o estudante pode pensar que tem mais liberdade. Ela até existe, mas na construção do texto e organização das ideias, não na escrita. “Eu recomendo não fugir da linguagem formal, independentemente do tipo de texto. Afinal, todos são registros escritos, não orais”, explica Magnani.

Na Prática
Veja como o tema apareceu no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010:
O texto mostra uma situação em que a linguagem usada é inadequada ao contexto. Considerando as diferenças entre língua oral e língua escrita, assinale a opção que representa também uma inadequação da linguagem usada ao contexto:
a) “O carro bateu e capotô, mas num deu pra vê direito” - um pedestre que assistiu ao acidente comenta com o outro que vai passando.
b) “E aí, ô meu! Como vai essa força” - um jovem que fala para um amigo.
c) “Só um instante, por favor. Eu gostaria de fazer uma observação” - alguém comenta em uma reunião de trabalho.
d) “Venho manifestar meu interesse em candidatar-me ao cargo de Secretária Executiva desta conceituada empresa” - alguém que escreve uma carta candidatando-se a um emprego.
e) “Porque se a gente não resolve as coisas como têm que ser, a gente corre o risco de termos, num futuro próximo, muito pouca comida nos lares brasileiros” - um professor universitário em um congresso internacional.
Resposta: e

Ramires brilha, Chelsea segura Barça com um a menos e é finalista


Ramires comemora seu gol no Camp Nou contra o Barcelona. Foto: AP
Ramires comemora seu gol no Camp Nou contra o Barcelona
Foto: AP
O Chelsea está na final da Liga dos Campeões. Nesta terça-feira, em pleno Camp Nou, o time inglês empatou com o Barcelona por 2 a 2 e se classificou após ter vencido o primeiro jogo por 1 a 0. A partida contou ainda com pênalti desperdiçado por Lionel Messi, o melhor jogador do mundo, e expulsão de John Terry ainda no primeiro tempo. Os gols do time de Londres foram marcados por Ramires e Fernando Torres.
De quebra o Chelsea se vingou da semifinal da Liga dos Campeões 2008/09. Naquela edição, o time inglês reclamou muito da arbitragem do norueguês Tom Henning. A partida inicial, disputada na Espanha, terminou empatada sem gols, e em Londres o Chelsea vencia por 1 a 0 até que Iniesta fez o gol da classificação nos minutos finais.
O adversário na decisão sai do duelo entre Real Madrid e Bayern de Munique, que duelam na quarta-feira no Santiago Bernabéu. A primeira partida, disputada na Alemanha, terminou com vitória anfitriã por 2 a 1.
A partida começou com muita pressão do Barcelona sobre a defesa do Chelsea e sustos. Aos 6min, Cahill sofreu lesão após tomar drible e deixou o campo para a entrada de Bosingwa minutos depois. Aos 15min, Piqué levou um encontrão de Valdés e caiu desacordado em campo. O zagueiro chegou a ficar em campo, mas, ainda desorientado, deu lugar a Daniel Alves.
A saída do defensor mudou o esquema do Barcelona, que havia entrado em campo sem laterais de ofício. Puyol, Mascherano e Dani Alves jogavam na defesa, com Iniesta e Cuenca abertos. Messi fez a função de meia armador buscando a presença de Sanchez. O argentino foi quem criou a melhor chance até então, aos 19min, mas Cech defendeu.
O goleiro nada pôde fazer aos 35min. Dani Alves tocou para Fábregas na esquerda, que cruzou na área e viu Busquets completar ao fundo das redes. Com o placar agregado empatado, o Chelsea se complico ainda mais dois minutos depois, quando a arbitragem observou agressão de John Terry em Alexis Sanchez e expulsou o defensor.
Ficaria pior. Aos 43min, Messi aproveitou a desatenção de Ramires para encontrar Iniesta pela esquerda, e o meia finalizou na saída de Cech. Três minutos depois, Ramires se redimiu ao receber passe de Lampard e tocar por cima de Valdés.
A partida voltou emocionante do intervalo, e o Barcelona teve chance de ampliar. Aos 3min, Drogba derrubou Fábregas na área e o assistente precisou indicar o pênalti, ainda que o árbitro tivesse visão clara do lance. Messi foi para a cobrança e acertou o travessão, um raro erro do argentino em chute de penalidade.
Depois do erro do melhor jogador do mundo, a partida manteve seu ritmo, com o Barcelona pressionando muito e o Chelsea se defendendo como podia. Aos 11min, Drogba arriscou finalização do meio de campo e obrigou Valdés a defender. A partida prosseguiu mais truncada, ainda que o time da casa fosse amplamente superior.
Sem conseguir superar a defesa inglesa com sua habitual troca de passes, o Barcelona optou por uma estratégia pouco comum ao time: a bola alçada na área, que pouco ameaçava os londrinos. Na técnica, Messi acertou a trave em chute de longe aos 37min. Se o Barcelona perdia chances, o Chelsea fez sua parte. Aos 46min, Torres, que pouco havia produzido desde que entrou em campo, arrancou em contra-ataque, driblou Valdés e empurrou para o fundo das redes.

Escolha de apostilas deve ser criteriosa


Qualidade de material preparatório para Enem, vestibulares e concursos deve ser analisada para que erros não prejudiquem o estudo.

Disponíveis em bancas de jornal, internet, supermercados e até em algumas farmácias, apostilas preparatórias para o Enem, vestibulares e concursos públicos requerem atenção extra do estudante quanto à qualidade do material. Embora sirvam para facilitar os estudos, informações erradas, conteúdo resumido demais e erros de português podem influenciar negativamente o aprendizado.
Segundo a professora Wanda Camargo, presidente da Comissão do Processo Seletivo dasFaculdades Integradas do Brasil (UniBrasil), há basicamente dois tipos de publicações preparatórias. As que apresentam conteúdos que podem cair nas provas, incluindo tendências, e as que se baseiam em provas anteriores para propor exercícios, supondo que a avaliação seguirá o mesmo padrão adotado no passado.
DICAS DE ESCOLHA
Fique atento a alguns detalhes na hora de escolher uma apostila:
>> Verifique a procedência. Apostilas elaboradas por editoras conhecidas tendem a ser mais cuidadosas quanto ao conteúdo.
>> Erros. Confira se há erros de português. Pode ser um sinal de falta de revisão.
>> Na internet. Não pague pela apostila se não puder visualizar ao menos algumas páginas antecipadamente. Você pode gastar dinheiro em um material de péssima qualidade.
Para Wanda, as apostilas têm valor, mas são de utilidade limitada. “É melhor do que não ler nada, mas jamais irão substituir a leitura contínua de jornais e revistas ou o debate com pessoas de opiniões diferentes”, diz a professora, referindo-se a modelos de material que compilam textos de atualidades. O maior problema seria a apresentação de uma única interpretação dos conteúdos, sem se preocupar em explorar causas e consequências em profundidade.
A procedência das informações é outra questão problemática em muitas dessas publicações. Como o número de pessoas que estudam para o Enem cresce todos os anos, o mercado de publicações preparatórias atrai todo tipo de empresa. Nem todas contam com equipes pedagógicas ou especialistas que definam os exercícios e textos a serem incluídos no material.
No entanto, nem tudo que há no mercado é ruim. O professor de Biologia Augusto Adolfo Borba, do cursoDireto, conta que usa em suas aulas textos de uma apostila vendida comercialmente. “O Guia do Estudante, por exemplo, tem questões excelentes. A qualidade depende muito da editora”, diz.
Internet
Na internet, há centenas de apostilas em arquivos PDF, feitas de forma caseira, sem autoria. Em alguns casos, o download custa de R$ 15 a R$ 50. Esse material nem sempre é confiável, mas pode ajudar muito. É o que defende Diego Marlon Marcondes, 19 anos, estudante de Letras na FAE Centro Universitário. No ano passado, ele se preparou para o Enem apenas com a ajuda de apostilas baixadas da web. “Elas são fáceis de entender, são objetivas e me ajudaram a alcançar o objetivo desejado”, diz Diego, que conquistou uma bolsa de estudos com o desempenho obtido.
>>> Apostilas compradas em bancas de jornal podem ajudar o estudante a se preparar para o vestibular? O que mais conta nesse processo? O material didático, o contato com professores ou a força de vontade do aluno? Dê a sua opinião!<tadmidia src="545215">

Exposição traz fotos em tecidos e até saquinhos de chá. Veja imagens!


Reprodução /

O Caderno G está preparando uma matéria sobre a mostra fotográfica nem cartaz na SIM Galeria.

Com fotografias impressas em tecido, painéis e até saquinhos de chá, a exposição Inventário da Pele, que entra em cartaz nesta quarta-feira (25) na SIM Galeria, promete uma mostra diferente.
Caderno G está preparando uma matéria, a ser publicada nesta quarta-feira, sobre a exposição que tem a intenção que mostrar diferentes técnicas de ampliação da arte.
Veja algumas imagens das peças expostas até dia 02 de junho: