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quinta-feira, 26 de abril de 2012

"Os Vingadores" estreia nesta sexta-feira no Paraná


"Sete Dias com Marilyn" também chega às telas do estado. "As Flores de Kirkuk" e "As Neves de Kilimanjaro" têm sessões de pré-estreia em Curitiba

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Divulgação / Cena do filme
Cena do filme "Os Vingadores"
O filme Os Vingadores estreia nos cinemas do Paraná nesta sexta-feira (27) para alegria dos fãs de histórias em quadrinhos. Outra produção que chega às telas é Sete Dias com Marilyn. Com sessões de pré-estreia estão os longas Anjos da LeiAs Flores de Kirkuk e As Neves do Kilimanjaro.
A batalha dos super-heróis
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Divulgação / Cena do filme Ampliar imagem
Cena do filme "Os Vingadores"
As aventuras dos super-heróis mais famosos da Marvel ainda não acabaram e eles terão que passar por mais um desafio. Em Os Vingadores,(veja horários das sessões; atenção à data de validade da programação em cinza) o planeta está em perigo, pois um vilão inesperado ameaça acabar com a humanidade em uma união com alienígenas. É quando o diretor da Agência Internacional de Preservação da Paz, conhecida como S.H.I.E.L.D, Nick Fury resolve reunir o Homem Ferro, Hulk, Thor, Capitão América, Viúva Negra e Gavião Arqueiro para o combate que pode se tornar o maior desastre de todos os tempos.
O filme tem traços marcantes da época que "Os Vingadores" eram publicados apenas em quadrinhos, na década de 1960. A produção tem direção e roteiro de Joss Whedon.
No elenco estão Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Evans (Capitão América), Mark Ruffalo (Hulk), Chris Hemsworth (Thor), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Samuel L. Jackson (Nick Fury) e Tom Hiddleston (Loki Laufeyson).
A Musa do cinema
A ida da musa Marilyn Monroe a Londres, em 1956, para gravar o filme “O Príncipe Encantado”, vai mudar a vida do assistente de direção Colin Clark em Sete Dias com Marilyn (veja horários das sessões; atenção à data de validade da programação em cinza). Vindo de Oxford para se aventurar na carreira cinematográfica, ele sonha em se tornar um grande cineasta.
O filme conta uma das aventuras amorosas da atriz e revela aspectos importantes do maior mito do século 20. A atriz Michelle Williams, que interpreta Marilyn, recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Globo de Ouro de 2012, e o filme também foi indicado a Melhor Filme (Comédia/Musical) e Melhor Ator Coadjuvante (Kenneth Branagh). Essa é a primeira produção que Emma Watson participa após o último filme da saga “Harry Potter”.
Pré-estreias
Após a formatura no colégio, Jenko e Schimidt se formam na academia de polícia em Anjos da Lei(veja horários das sessões; atenção à data de validade da programação em cinza). Assim que se tornam policiais, os dois são responsáveis pelo patrulhamento em um parque da cidade onde moram. No entanto, a vida dos dois muda quando são chamados para investigar um cartel de drogas que está infiltrado em uma escola. Para isso, eles recorrem a disfarces que os fazem parecer como colegiais.
O filme é uma versão do seriado de televisão 21 Jump Street, que era exibido na TV aberta dos Estados Unidos entre 1987 e 1990. O seriado ficou conhecido pela atuação, ainda em inicio de carreira, do ator Johnny Depp.
Do diretor Robert Guédiguian, As neves do Kilimanjaro (veja horários das sessões; atenção à data de validade da programação em cinza) conta a história de um líder sindical que ao perder o emprego enfrenta uma nova rotina. Ao planejar uma viagem ao monte Kilimanjaro é assaltado por um ex-colega, que também está desempregado. Todas essas situações fazem com que ele entre em uma crise de existência e perceba, que talvez, possa ter se desviado dos seus princípios. Essa reflexão fará com que ele tome atitudes inesperadas.
A produção é um refilmagem e se passa em Marselha. O nome do filme é uma referência a uma música do artista francês Pascal Danel, de 1966.
Quem gosta de pitadas de romance em histórias dramáticas, o filme As Flores de Kirkuk (veja horários das sessões; atenção à data de validade da programação em cinza) revela a difícil relação entre a médica Najla e o curdo Sherko. Ela fica dividida entre seguir as tradições da família ou lutar ao lado do noivo contra a ditadura de Sadam Hussein. O difícil relacionamento dos dois serve de pano de fundo para ilustrar a história do maior genocídio que o mundo já presen

APP-Sindicato é homenageada na Assembleia Legislativa

 

Durante sessão solene, histórico e atuação da entidade foram relembrados e saudados por parlamentares e convidados


Um espaço constantemente ocupado pelos educadores do Paraná na luta por uma educação pública de qualidade, o Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná foi, na tarde desta terça-feira (24), palco de uma manifestação de outra natureza: desta vez, festiva. Em uma sessão solene proposta pelo deputado estadual Professor Lemos, a APP-Sindicato foi homenageada pelos seus 65 anos de existência e, principalmente, pelo papel que tem desempenhado desde a sua criação na defesa da educação pública e dos trabalhadores.
A solenidade foi acompanhada pelos diretores da APP: Luiz Carlos Paixão da Rocha, Edilson Aparecido de Paula, Janeslei Aparecida Albuquerque, Walkiria Olegário Mazeto, Tomiko Kiyoku Falleiros, Clotilde Santos Vasconcelos, Mario Sergio Ferreira de Souza, José Valdivino de Morais, Idemar Vanderlei Beki, Isabel Catarina Zöllner, Elizamara Goulart Araújo e Mariah Seni Vasconcelos Silva. Também estavam presentes os ex-presidentes da entidade: José Rodrigues Lemos (deputado Professor Lemos), Isolde Andreata, Izaias Ogliari, Mário Sérgio Ferreira de Souza e Paulo Maia. A presidenta da APP, professora Marlei Fernandes de Carvalho, fez um pronunciamento durante o grande expediente. Nele, traçou um rápido histórico da entidade, destacando sua criação em abril de 1947. Após o histórico, a dirigente da APP reforçou as atuais lutas encabeçadas pelo sindicato.

"Os nossos funcionários de escola, chamados Agentes Educacionais I, têm o menor salário do Poder Executivo do Estado, pois não recebem outras gratificações que se agregam aos vencimentos. Hoje, o salário inicial destes trabalhadores é de R$ 745,00 e precisa melhorar. Também temos o desafio de implementar 33% de hora-ativiade, que é lei nacional, e que o Estado o Paraná ainda não aplicou. A própria Constituição de 1824, do Império, previa um piso salarial profissional ao magistério. Aproximadamente 200 anos depois, nós, da educação, lutamos incessantemente para que no nosso país cumpra o que já é lei hoje: o Piso Salarial Profissional Nacional, que abrange todo magistério e que deve também, mais adiante, abarcar os funcionários de escola e os professores aposentados", destacou.
A presidenta da APP e coordenadora do Fórum das Entidades Sindicais (FES) fez outro alerta aos parlamentares presentes: mudar a situação de atendimento à saúde dos trabalhadores em educação. "Há mais de 15 anos temos um quase atendimento. Um modelo deficiente, que leva um professor doente a se deslocar cerca de 150 km, e até mais, para uma consulta médica. Isto quando a consegue. Estou falando do modelo do SAS. E é urgente que a nossa Casa de Leis, preocupada com o magistério do Paraná, ajude os trabalhadores, para que o governo faça imediatamente uma proposta de um novo plano de atendimento a saúde no Estado", denunciou Marlei.
Na solenidade, Marlei também apresentou alguns números sobre o sindicato. "Somos 66 mil professores e funcionários sindicalizados. Temos uma direção estadual composta de 17 pessoas, professores e funcionários, e 1.030dirigentes sindicais pelo Paraná. Além da direção estadual, temos 29 regionais. Temos, também, um representante da APP em município paranaense, eleito pela comunidade escolar. A APP também tem representação em vários conselhos, como o Conselho do Magistério, Conselho do Fundeb, Conselho Estadual da Educação, Conselho da Segurança Alimentar, entre outros. Por tudo isto entendemos que a APP cumpre uma tarefa social importante para o Estado", descreveu.
Para finalizar, a presidenta da APP informou aos deputados e presentes que nesta quinta-feira, dia 26, data do aniversário de 65 anos, o sindicato inaugura a sua nova sede em Curitiba. "Marcaremos o dia do nosso aniversário em mobilização. Teremos uma paralisação estadual e uma negociação com governo para poder avançar na nossa pauta. Esta tem sido a história da APP, esta é a luta do magistério do Estado do Paraná, que muito nos orgulha. E queremos, mais uma vez, que os vários projetos que passarão por aqui recebam o apoio dos deputados e deputadas desta Casa", finalizou.
Após a fala da professora Marlei, a diretoria da APP presente, inclusive os ex-presidentes, foram convidados a receber uma placa com uma menção honrosa ao sindicato. Após a entrega da homenagem, o deputado estadual Professor Lemos saudou o sindicato. "A APP tem atuado a favor dos educadores, da educação e do Paraná. A entidade tem no seu histórico conquistas que favorecem não apenas os educadores, mas a sociedade. Quando se valoriza o profissional, se valoriza a educação e o trabalho prestado por este trabalhador é de melhor qualidade. Quando a APP lutou em vários momentos, não foi em causa própria, mas da educação pública de qualidade, a exemplo da Emenda Constitucional 21 que determinou que o Paraná aplicasse 5% a mais dos seus impostos na educação, isto significa, apenas este ano, R$ 1 bilhão a mais no segmento", frisou.  
A programação de celebração dos 65 anos da APP continua durante a semana. Nesta quarta-feira, dia 25, a secretária de Aposentados da entidade, professora Tomiko Falleiros, será homenageada na Assembleia. Na quinta-feira, 26 de abril, dia de paralisação estadual, os educadores estarão, a partir das 9h, em frente ao Palácio Iguaçu, lutando pelo respeito a Lei do Piso. À noite, acontecerá a inauguração da nova sede da APP. No dia 27, será realizado o Seminário Político Educacional sobre Currículo.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Estudantes chilenos retomam marcha por educação melhor e gratuita


Carlos Vera/Reuters / Segundo a polícia, a marcha dos estudantes nesta quarta-feira reuniu cerca de 48 mil pessoas, enquanto os organizadores indicaram que o movimento contou como 80 mil manifestantesSegundo a polícia, a marcha dos estudantes nesta quarta-feira reuniu cerca de 48 mil pessoas, enquanto os organizadores indicaram 
Em uma primeira prova de força, eles demonstraram que seu movimento segue vivo após mais de sete meses de protestos contínuos durante 2011, que incluíram a ocupação de centenas de escolas e universidades.
Milhares de estudantes marcharam nesta quarta-feira (25) pelas principais cidades do Chile no primeiro protesto nacional que reeditou as grandes manifestações que marcaram 2011 e mostrou que o movimento por uma educação pública gratuita e de qualidade permanece de pé.
Em uma primeira prova de força, os estudantes demonstraram que seu movimento segue vivo após mais de sete meses de protestos contínuos durante o ano passado, que incluíram a ocupação de centenas de escolas e universidades.
Ivan Alvarado/Reuters
Ivan Alvarado/Reuters / Com as mesmas palavras de ordem, danças e canções apresentadas nos protestos de 2011, os estudantes chilenos reafirmaram sua reivindicação por uma educação pública gratuita e de qualidadeAmpliar imagem
Com as mesmas palavras de ordem, danças e canções apresentadas nos protestos de 2011, os estudantes chilenos reafirmaram sua reivindicação por uma educação pública gratuita e de qualidade
Segundo a polícia, a marcha desta quarta-feira reuniu cerca de 48.000 pessoas, enquanto os organizadores indicaram que o movimento contou como 80.000 manifestantes.
A marcha foi realizada em meio a um ambiente descontraído, com estudantes universitários e secundaristas, pais e professores, que iniciaram sua passeata nas imediações da Praça Itália para avançar por várias quadras pela Avenida Alameda, principal artéria do centro de Santiago.
Com as mesmas palavras de ordem, danças e canções apresentadas nos protestos de 2011, os estudantes reafirmaram sua reivindicação por uma educação pública gratuita e de qualidade, em um país que conta com um dos sistemas educacionais mais desiguais do planeta.
"Vamos permanecer mobilizados e esta é uma mostra muito clara de que não fomos para casa", disse à AFP o presidente da Federação de Estudantes da Universidade do Chile (FECH), Gabriel Boric.
Pacificamente
A marcha se desenvolveu pacificamente e terminou na entrada do centro cultural Estação Mapocho, uma antiga estação de trem restaurada, que hoje abriga um centro de convenções.
Após o término do ato central, um grupo menor de manifestantes entrou em confronto com a polícia, que os dispersou com jatos d'água e bombas de gás lacrimogêneo.
Nas proximidades da Estação Mapocho um posto policial foi queimado por manifestantes encapuzados, que também bloquearam por alguns minutos o tráfego na avenida Alameda.
Marchas parecidas foram registradas em outras cidades do Chile, como Valparaíso, Concepción, Temuco e La Serena.
No Chile, as universidades do Estado funcionam na prática como instituições privadas e cobram taxas de juros tão altas quanto as particulares. Não existe a gratuidade.
Os estudantes organizaram a manifestação dois dias depois de o governo ter apresentado uma proposta que atende a uma das principais exigências dos estudantes: acabar com o Crédito com Aval do Estado (CAE), instaurado em 2007 e concedido pelos bancos privados para facilitar o pagamento das mensalidades em universidades particulares, com uma taxa de juros três vezes maior do que a praticada pelas universidades públicas.
A manifestação foi convocada pela Confederação de Estudantes do Chile (Confech), que considerou insuficiente essa proposta do governo.
"Conseguimos tirar os bancos da educação, mas ainda temos as taxas mais altas do mundo. Portanto, precisamos de uma reforma que inclua qualidade, crédito, acesso ao financiamento", disse um dos líderes estudantis, Noam Titelman.
Os estudantes chilenos realizaram no ano passado mais de 40 protestos massivos por Santiago, conseguiram derrubar dois ministros e causar uma brusca queda de popularidade do presidente Sebastián Piñera.