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quarta-feira, 14 de março de 2012

Flávio Arns entrega duas novas escolas em Ortigueira

14/03/2012

  • O vice-governador e secretário da Educação inaugurou o Colégio Estadual Izaías Rafael da Silva, no Assentamento Libertação Camponesa, e a Escola Estadual Indígena Cacique Nur Fé. Os investimentos foram de R$ 2,7 milhões.

O Governo do Estado entregou nesta terça-feira (13) duas novas escolas no município de Ortigueira, na região Central do Estado. As unidades receberam investimento superior a R$ 2,7 milhões. O vice-governador e secretário da Educação, Flávio Arns, participou das inaugurações do Colégio Estadual Izaías Rafael da Silva, no Assentamento Libertação Camponesa, e da Escola Estadual Indígena Cacique Nur Fê.

Arns ressaltou que o governo está empenhado em atender as necessidades dos estudantes que vivem em assentamentos, nos acampamentos, nas ilhas e nas comunidades quilombolas e indígenas. “Nosso projeto é para que todas essas comunidades tenham, além da educação básica, a educação para jovens e adultos, a educação profissional e cursos para a comunidade”, disse.


O Colégio Estadual Izaías Rafael da Silva tem capacidade para atender mil alunos do assentamento. O investimento foi de R$ 2,3 milhões. São 10 salas de aula, quadra poliesportiva, laboratórios de Informática e Ciências Físicas e Biológicas, salas administrativas, refeitório, casa do zelador e biblioteca.
A escola funciona em três turnos, com ensino fundamental e médio. “Agora os estudantes não precisam mais sair daqui para concluir a educação básica. É a realização de um sonho para os moradores do assentamento que lutam por essa escola desde 2003”, disse o diretor Nilson Terna.



A estudante do 6º ano Raila Dutra destacou que a escola ficou com mais espaço do que a antiga. “A escola é boa. Temos espaço e mais estrutura para estudar”, afirmou. O pai de Raila – o agricultor Adilson Dutra – também aprovou a nova escola: “Nossa luta sempre foi essa. Estamos satisfeitos com o resultado”.
A Escola Estadual Indígena Cacique Nur Fé recebeu investimento de R$ 469 mil e tem capacidade de atender 100 alunos da comunidade indígena.
VISITAS – Ainda nesta terça-feira (13), no município de Paraíso do Norte, na região Noroeste, Arns visitou a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e o Colégio Estadual Paraíso do Norte.
Na segunda-feira (12), Arns visitou escolas em Maringá. Professores, funcionários e alunos dos colégios estaduais Tomaz Edison, Vinicius de Moraes, Tancredo Neves, Alfredo Moises Maluf e Silvio de Barros puderam conversar com o secretário sobre as necessidades de cada escola.

Projeto Eleitor Mirim está com inscrições abertas



projeto eleitor mirimO Plenarinho – divisão da Câmara dos Deputados voltada para a divulgação infantil – vai realizar o Projeto Eleitor Mirim 2012. O objetivo é ensinar às crianças a importância da democracia e da participação popular nas eleições. Podem participar alunos do 5º ao 9º ano das escolas públicas ou particulares, com a orientação dos professores.

Para realizar a inscrição, os professores devem enviar um e-mail para plenarinho@camara.gov.br com um texto que responda a pergunta “Porque é importante participar do programa Eleitor Mirim 2012”. O e-mail deve conter também nome completo do professor, escola, turma em que leciona, telefone e endereço. O prazo máximo para inscrição é o dia 30 de março de 2012, e cada escola poderá enviar no máximo uma inscrição para o programa. Os cinco melhores textos serão divulgados no dia 04 de abril de 2012 no site www.plenarinho.gov.br.

As turmas escolhidas vão desenvolver ao longo do ano encontros em que se aborda a democracia e a participação cidadã, através da criação de um candidato fictício. Os alunos poderão definir então o nome, o partido político, o programa e os principais objetivos do candidato.

Para mais informações e detalhes a respeito do concurso, consulte o Edital no linkwww.plenarinho.gov.br/cidadania/Reportagens_publicadas/regulamento-eleitor-mirim-2012. 

Comunidade Escolar Ambrósio Bini e a quem Interessar possa:


Reforma do “Ambrósio Bini” Almirante Tamandaré Pr

A notícia veiculada para a Comunidade Escolar do Col. Est. Ambrósio Bini, de que a Reforma estaria terminada até o mês de Abril, parece que não será concretizada. Outra informação está circulando – O Núcleo Regional de Educação da Área Metropolitana Norte pediu para a Direção do Colégio conversar com o Padre da Igreja Católica Nossa Senhora da Conceição, para prorrogar o aluguel em mais seis meses. Assim conclui-se de que a reforma não será terminaada no prazo determinado.


Observação: As pessoas que estão trabalhando na reforma não têm nenhuma culpa do atraso da obra, pois os responsáveis deixaram faltar material.

Veja algumas imagens da Reforma e tire suas próprias conclusões:









Informações e fotografias Planetanderson

Passeata dos professores municipais reúne cerca de 3 mil pessoas


Os sindicatos esperam a adesão à greve dos cerca de 10,5 mil profissionais que trabalham em escolas municipais e de outros 33 mil servidores da prefeitura

A greve dos professores e servidores das escolas municipais de Curitiba começou nesta quarta-feira (14). Uma passeata com cerca de três mil manifestantes, segundo agentes da Secretaria de Trânsito de Curitiba (Setran), teve início um pouco depois das 10 horas na Praça Santos Andrade e segue em direção à prefeitura, no Centro Cívico. Além dos docentes e trabalhadores nas instituições de ensino, participam da manifestação outros servidores municipais. As categorias foram mobilizadas pelo Sindicato dos Servidores do Magistério Municipal de Curitiba (Sismmac) e pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Curitiba (Sismuc).
Os sindicatos esperam a adesão à greve dos cerca de 10,5 mil profissionais que trabalham em escolas municipais e de outros 33 mil servidores da prefeitura. A principal reivindicação é o reajuste salarial.
Marcelo Andrade / Agência de Notícias Gazeta do Povo
Marcelo Andrade / Agência de Notícias Gazeta do Povo / Uma passeata com cerca de três mil manifestantes começou na Praça Santos Andrade e segue em direção à prefeituraAmpliar imagem
Depois de sair da Praça Santos Andrade, os professores seguem pela Rua Marechal Deodoro, pela Avenida Marechal Floriano, pelo contorno da Praça Tiradentes e pela Avenida Cândido de Abreu até a prefeitura. 

Aulas

Como a adesão à greve nas escolas depende da direção de cada instituição, a Secretaria Municipal da Educação recomenda aos pais que entrem em contato com as instituições antes de levar os filhos para as aulas. “Sabemos que algumas escolas vão aderir completamente à greve e outras não”, explica a secretária Liliane Sabbag. Ela acrescentou ainda que a secretaria está tentando garantir a limpeza e a distribuição de merenda nas escolas enquanto durarem os protestos.
Reivindicações
Os professores querem que o piso salarial de R$1.199,64 pago pela prefeitura a docentes com curso superior em uma jornada de 20 horas seja aumentado para R$ 1.800. A prefeitura anunciou em 29 de fevereiro que vai aumentar esse valor para R$ 1.319,90, mas os sindicalistas consideram o reajuste insuficiente.
A interpretação feita pelo Sismmac é a de que, se o piso nacional sugerido pelo Ministério da Educação (MEC) para um professor com ensino médio para uma jornada de 20 horas é de R$ 725,50, um professor com curso superior deve receber no mínimo R$ 1.800 para a mesma carga horária de trabalho no início de carreira. Os sindicatos consideram ainda que a quantia divulgada pelo MEC serve apenas de orientação para cidades mais pobres, o que não é o caso de Curitiba.
“É claro que a gente não consegue dar um salto R$ 1199,64 para R$ 1.800”, afirmou a secretária municipal da Educação, Liliane Sabbag. Segundo ela, com o reajuste de 10% e o pagamento de uma gratificação de pelo menos R$ 275 mensais do Programa de Produtividade e Qualidade (PPQ), o salário dos professores para 20 horas de trabalho chegará a R$ 1594,90. Os sindicalistas, no entanto, alegam perdas salariais acumuladas e insistem no aumento do piso para R$ 1.800. Segundo o Sismmac, como a Secretaria Municipal da Educação não apresentou novas propostas, a categoria não teve outra alternativa além da greve.

O Parkinson não me impede de ser feliz”


Felipe Rosa / Gazeta do Povo / Jorge Magno Lima, 75 anos: diagnosticado depois que o banco começou a devolver seus chequesJorge Magno Lima, 75 anos: diagnosticado depois que o banco começou a devolver seus cheques
EU SUPEREI

A doença é degenerativa e progressiva, compromete os movimentos e muda a rotina do portador. Desde amarrar o cadarço do tênis ou abrir um pote de margarina até dirigir ou contar cédulas de dinheiro, há tarefas que ficam mais complicadas para quem tem Parkinson. Mas se engana quem pensa que isso impediu o comerciante aposentado Jorge Magno Lima, 75 anos, diagnosticado com o problema há 25 anos, de viver da melhor forma possível. Pode parecer exagero, mas ele garante: a vida ficou melhor depois do Parkinson.

“Faço tudo o que sempre fiz. Claro que com certa dificuldade, mas os sintomas não inviabilizaram uma vida normal. Às vezes, tenho crises em que minha musculatura fica rígida e não consigo me mover direito. Espero passar e volto às minhas atividades. Não é o Parkinson que vai me impedir de ser feliz.”
Doença de Parkinson
É uma doença degenerativa causada pela falta de algumas substâncias no cérebro, principalmente a dopamina, um neurotransmissor que facilita a comunicação dos neurônios. Sem ela, os movimentos do corpo deixam de ser harmônicos. O problema não tem cura e não há formas de prevenção. Em média, aparece a partir dos 60 anos, mas há casos inclusive em adolescentes.
Sintomas
São três: tremor, rigidez e lentidão de movimento. Para ser diagnosticada com Parkinson, a pessoa precisa ter dois deles. Com a evolução da doença, o paciente passa a ter perda de equilíbrio.
Causas
Cogita-se que apareça por causa de predisposição genética e uma combinação de fatores ambientais (como exposição a toxinas nocivas durante a vida).
Fonte: Renato Puppi Munhoz, médico neurologista da Associação Paranaense dos Portadores de Parkinsonismo.
E não demora para Lima abrir um sorriso quando começa a enumerar as mudanças em sua vida após o diagnóstico. “Virei poeta, passei a estudar música e perdi o medo de usar o computador. Antes, fugia o quanto podia do mouse.”
Lima lembra que descobriu a doença por acaso. “O banco devolveu uma série de cheques meus alegando problemas na assinatura. Quando fui comparar, vi que minha letra estava modificada. Um médico me diagnosticou com a Síndrome do Escrivão, problema de pessoas que passam o dia escrevendo. Depois de dois anos, conseguimos identificar o Parkinson.”
Sobre o diagnóstico, ele diz que o primeiro passo é aceitar o problema. “Não adianta ficar revoltado. É comum questionar ‘por que eu?’, mas o sofrimento é dispensável e não leva a nada. A pessoa precisa parar de se queixar, levantar a cabeça e se adaptar à nova realidade.”
Um dos problemas para os portadores, segundo Lima, é que, como a doença ainda é envolta em uma série de mitos, acaba gerando preconceito. “Nas ruas, as pessoas nos olham assustadas e acham nosso comportamento estranho, pensam que estamos bêbados ou drogados e se afastam. Há quem tenha até receio de colocar as mãos, por achar que é contagioso. Hoje, o portador de Parkinson não luta somente contra a doença, mas enfrenta uma batalha ainda mais dura contra o preconceito.”
Morando em Curitiba há 12 anos, Lima explica que desde que chegou à cidade percebeu que os próprios portadores desconheciam a doença. Por isso, decidiu criar um grupo de apoio, que deu origem à Associação Paranaense de Portadores de Parkinsonismo (APPP), da qual ele é o presidente. “Hoje temos uma lista grande de atendimentos oferecidos, como neurologia, acupuntura, nutrição e musicoterapia, além de atividades, como coral e grupo de dança. Não poderia prever tanto sucesso.”
Além dos sintomas do Parkinson, como tremores e rigidez no corpo, a doença desencadeia outros problemas, como depressão. Como lidar com isso?
Como ainda há muito preconceito com os portadores de Parkinson, são grandes as chances de a pessoa com a doença se isolar, as saídas de casa serem cada vez menos frequentes e ela perder a vontade de fazer coisas das quais antes não abria mão. Com isso, o portador pode ter até uma depressão profunda, porque a autoestima dela vai sendo minada por esses acontecimentos. Até por isso nós valorizamos o trabalho da APPP, porque ela promove convívio, a pessoa pode fazer novas amizades, bater papo, fazer aulas de dança e canto e não ficar restrita a um dia a dia limitado em casa.
E quanto às adaptações do dia a dia, é preciso mudar a rotina?
Sim e não. As adaptações no dia a dia fazem toda a diferença na vida de quem tem Parkinson e são até uma forma de reforçar sua autoestima, porque mostram que ele ainda é capaz de fazer tudo o que tem vontade, mas elas não significam uma quebra da rotina e não inviabilizam uma vida comum. Tênis, por exemplo, só sem cadarço, e é bom evitar as camisas com botões. Também temos uma técnica peculiar para facilitar na hora de abrir o pote de margarina ou outros produtos que tenham lacre ou pressão. Mas é tudo tão tranquilo quando você se acostuma que logo nem lembra como eram as coisas antes dessas mudanças.
Um ponto importante é a relação da família com o portador. Como as pessoas próximas podem tornar esse processo de aceitação da doença menos desgastante?
Quem tem a doença precisa de muita atenção e carinho e sei que não é fácil para a família, mas ela precisa dar apoio. Às vezes, os familiares não acreditam no portador, porque os sintomas não são constantes. A pessoa pode ter uma crise agora e, daqui duas horas, estar fazendo as coisas normalmente. Para quem está em volta, é confuso, mas é preciso sempre oferecer apoio e compreensão.
Serviço:
A APPP fica na Avenida Silva Jardim, 3180. Informações nos telefones (41) 3014-5617 e (41) 3014-5618 e no site www.appp.com.br.

SAÚDE


Dormir mal aumenta risco de prematuro

Saúde

Quarta-feira, 14/03/2012
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Um estudo publicado no periódico científico Sleep mostra um risco significativo de parto prematuro em mulheres que relataram sono interrompido durante o primeiro e o terceiro trimestres. Para os autores, a má qualidade do sono pode iniciar uma inflamação, possivelmente ativando processos associados à prematuridade. A interrupção do sono pode estar associada também ao estresse, conhecido por sua relação com a inflamação. A qualidade do sono no segundo trimestre de gestação não foi correlacionada com o aumento do risco de parto prematuro, segundo a pesquisa. Os autores dizem que nesse período o sono frequentemente melhora, mas ainda não se sabe bem o porquê.