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Professor de Língua Portuguesa na Rede Estadual de Ensino - Governo do Paraná

quarta-feira, 21 de março de 2012

Professores inovadores podem concorrer a prêmio internacional


Reprodução /  

Educadores de todo o mundo podem participar por meio de diferentes categorias e modalidades do prêmio. Inscrições começam dia 9 de abrilEntre 9 de abril e 20 de maio, professores de todo o mundo poderão se inscrever no Prêmio Fundação Telefônica de Inovação Educativa, criado com o objetivo de reconhecer educadores que trabalham de forma inovadora com as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). Os trabalhos podem ser apresentados em espanhol, português ou inglês.
Serão aceitos trabalhos desenvolvidos entre abril de 2011 e abril de 2012 em três categorias, separadas por faixa etária: a primeira englobará trabalhos direcionados a alunos com idades entre 3 e 8 anos; a segunda, para alunos entre 9 e 14 anos; e a terceira, para jovens entre 15 e 17 anos de idade.
Dentro das respectivas categorias, os professores terão quatro opções de modalidade: 
* suporte à aula com recursos digitais e mulltimídia; 
* exercícios interativos para praticar na classe; 
* produção de conteúdos e trabalhos em grupo; 
* projetos colaborativos interescolares.
Cada docente poderá inscrever até três trabalhos. Professores poderão, também, formar grupos para inscrição conjunta, porém um deles precisa ser o responsável.
A avaliação dos projetos inscritos ocorre até setembro e será feita por júri composto por especialistas e representantes da Fundação Telefônica.
A premiação acontecerá em Lima (Peru), em novembro, por ocasião do VII Encontro Internacional de Educação. No total, serão premiados 39 trabalhos, número que engloba os três primeiros colocados em todas as categorias e modalidades e inclui três prêmios especiais conferidos pelo júri: o primeiro, ao melhor trabalho colaborativo entre professores e alunos de diferentes países; o segundo, para o uso da tecnologia junto a alunos com necessidades especiais; e o terceiro, a ser votado pelos participantes entre uma seleção dos jurados.
Os vencedores ganharão equipamentos tecnológicos. Será dado um aparelho ao professor e outro à escola sala. Mais informações podem ser obtidas no www.educarede.org.br/premiointernacional.

Alunos fecham rua em São Paulo para protesto contra Enem


21 de março de 2012  12h42  atualizado às 18h24

Estudantes fecharam a rua da Consolação em São Paulo. Foto: Diogo Moreira/Futura Press
Estudantes fecharam a rua da Consolação em São Paulo
Foto: Diogo Moreira/Futura Press
Estudantes da Universidade Presbiteriana Mackenzie fizeram um protesto em frente à instituição na manhã desta quarta-feira e bloquearam a rua da Consolação, na região central de São Paulo.
Os alunos não concordam com a decisão da entidade de mudar o formato do vestibular, no qual metade das vagas será oferecida somente a candidatos que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2011.
O assunto entrou rapidamente para os Trending Topics do Twitter como um dos mais comentados do dia. O protesto repercutiu negativamente para a maioria dos internautas. Muitos enxergaram o ato dos estudantes como uma ação contra o acesso a alunos de classes econômicas inferiores à faculdade: "estudantes do Mackenzie acham que o Enem vai trazer gente diferenciada pro antro anacrônico-burguês deles", escreveu @GuiDearo.
Por outro lado, a má reputação da prova devido às falhas nos anos anteriores foi um dos argumentos contra a adoção do exame: "em parte concordo com o protesto dos alunos da Mackenzie contra o ENEM, sabemos como são aplicadas essas provas. Não dá pra confiar", declarou @luluhferraz.
Acompanhe em tempo real a repercussão do protesto no Twitter:

Escola? O que é isso?


No dia 15 de março se comemora o Dia da Escola e, dentro daquilo que deveria ser praxe em salas de aula, faz-se necessário refletir sobre esta instituição.

João Luís de Almeida Machado
Educação
15/03/12 11:08 - Atualizado em 15/03/12 11:08

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Tenha em mente que tudo que você aprende na escola é trabalho de muitas gerações. Receba essa herança, honre-a, acrescente a ela e, um dia, fielmente, deposite-a nas mãos de seus filhos.[Albert Einstein]
Se a educação sozinha não pode tranformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda.[Paulo Freire]
Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.[Rubem Alves]

A pergunta parece tão óbvia que nem merece a atenção de alguém, não é mesmo? Por isso é que se faz necessária e urgente, como já nos ensinava Darcy Ribeiro em seu conhecido texto “Sobre o óbvio”. Quando algo parece muito evidente significa que já há um conceito ou uma ideia vigente a respeito e que, ao predominar, de algum modo cega a todos e impede que busquem novos significados, ampliem a compreensão, questionem e procurem alternativas que respondam de forma mais satisfatória a toda a sociedade.
No dia 15 de março se comemora o Dia da Escola, sendo assim, nada mais adequado do que refletir e buscar na realidade, e no que pensam especialistas no assunto, o que entendemos quanto a esta instituição.
Para começo de conversa, é preciso delimitar historicamente a existência da escola e estabelecer que seu surgimento, nas bases que hoje utilizamos e conhecemos, ocorreu dentro do contexto daEra das Revoluções, conforme assim a identificou o célebre historiador inglês Eric Hobsbawn. Seu surgimento está, portanto, ligado à ascensão do modo de vida burguês ocorrido entre os séculos XVIII e XIX, principalmente tendo a França revolucionária como base.
A instituição que hoje conhecemos opera (a princípio), em estados democráticos de direito, dentro de bases operacionais como as que seguem: visando atender ao interesse público; sem distinção ou discriminação de qualquer natureza; financiada e fomentada pelo poder público estabelecido; juridicamente reconhecida como direito e elemento de acesso à cidadania; objetivando tornar acessíveis os conhecimentos e saberes considerados importantes para o corpo social; enquanto elemento de preparação para a atuação no universo do trabalho e na política; no intuito de também inserir social e culturalmente os alunos as comunidades em que vivem; e ainda, como elemento desencadeador de ações e práticas éticas em favor de todo o corpo social. 
Este conceito inicial dá apenas uma amostra daquilo que depois acaba se configurando e que, certamente, é muito mais complexo. A escola é entendida, num primeiro momento, como espaço de formação em relação ao qual existe respaldo social e para o qual se enviam as crianças, desde tenra idade, ingressando ainda na educação infantil, para que ali permaneçam por alguns anos (no Brasil espera-se que cumpram no mínimo até o final do Ensino Fundamental e as políticas públicas, assim como a sociedade de forma geral, incentivam a continuidade destes estudos e a entrada destes alunos em etapas posteriores de formação, como o Ensino Médio, o Ensino Técnico e a Universidade).
A concepção dominante, culturalmente estabelecida, percebe a escola como imprescindível justamente porque permite aos educandos que entrem em contato com todo o conjunto de saberes essenciais que permeiam as relações sociais. Na escola se aprendem conteúdos como matemática, línguas, história, ciências, artes, geografia, educação física – assim o pensa a maioria das pessoas. Mas estas disciplinas não se encerram nas fórmulas, cálculos, fatos, conceitos ou estruturas gramaticais como a princípio se pressupõe. Todos estes saberes são plataformas que uma vez aprendidas pelos alunos os habilitam a pertencer e participar socialmente, com direito, é claro a escolhas em relação aos espaços que irão ocupar no mundo.
A escola, neste sentido, é uma instituição de grande interesse social que pode (ou não) dar asas e suporte para o voo dos alunos que passam por suas salas. Este poder é a ela atribuído pela própria sociedade, a partir da ação de seus representantes (que dão eco, ou não, aos apelos sociais ou ainda que, muitas vezes, atuam mesmo de forma a contradizer tais objetivos e metas da sociedade). Neste momento, por exemplo, de inserção de tantas novas ferramentas de informação e comunicação no mundo inteiro, é comum que se questione a eficácia e/ou mesmo a necessidade da escola, ao menos dentro do modelo estático, convencional e conservador que em muitos casos ela ainda mantém. 
As dúvidas quanto ao papel da escola neste mundo de tecnologias que informam de modo tão eficaz e rápido, como nunca antes na história da humanidade, levam pessoas e famílias inteiras a desacreditar a instituição e, mesmo, a tirar seus filhos das salas de aula para que as eduquem em casa, como acontece em maior escala nos Estados Unidos e em movimento que já chegou ao Brasil e fere preceitos constitucionais por aqui.
A questão não é se as escolas devem ou não continuar existindo e prestando seus serviços, mas sim o modo como isso acontece. A informação está em todos os cantos, mas torná-la inteligível, compreensível, transformando-a em conhecimento que ofereça ao aprendiz a condição de, tendo aprendido estes saberes, vir a utilizá-lo em prol de um mundo melhor é o que se persegue.
Não basta simplesmente ter acesso à informação, ser capaz de ler as letras e palavras e, sim, ter a condição de fazer com que - desta leitura de palavras, imagens ou qualquer outro dado colocado ao alcance dos olhos de quem lê - se construam pontes, se ergam hospitais, se preserve o meio-ambiente, se descubra a cura da AIDS, se extirpe a fome do mundo, se supere a violência na relação entre as pessoas, se estimule a tolerância, se ofereçam mais formas dignas de viver para todas as pessoas...
A escola de hoje precisa estar articulada em salas de aula que sejam críticas, colaborativas, criativas, solidárias, incentivadoras do intercâmbio, conectadas culturalmente, democráticas quanto aos discursos que nela se realizam e que socialmente devem repercutir, aprendente (e não apenas espaço onde se processam saberes prontos), capazes de ouvir ao mesmo tempo em que comunicam, usuárias dos novos e também dos tradicionais recursos e metodologias de aprendizagem, integradas a sociedade...
 Fernando José de Almeida, filósofo e professor da PUC-SP e diretor de Projetos Educacionais da Fundação Padre Anchieta, afirma que “é função da escola fazer com que o tamanho dela pareça menor quando se alargam os horizontes do aluno em relação ao conhecimento das Ciências, da literatura, da História, da Geografia. Quando faz isso, ela leva o jovem a ter coragem de participar e de caminhar com suas pernas pelo amplo mundo que o cerca! Quanto mais cumpre sua missão de ampliar os espaços de participação, mais a escola se encolhe, pois o aluno cresce em capacidade de ver e criar horizontes espaciais mais ousados e próprios”. 
Esta escola, portanto, continua sendo imprescindível e, diria, até mesmo muito mais necessária do que antes para que possamos ser capazes de não apenas reproduzir o cotidiano ou apenas sobreviver, mas ir muito além na realização de um universo mais fraterno, solidário, tolerante, justo, digno, cidadão e ético.

Que história é essa?: Dia Internacional de Luta contra a Discriminação R...

Que história é essa?: Dia Internacional de Luta contra a Discriminação R...: Maiores informações: http://www.generoracaetnia.org.br/ 

Grêmio Estudantil



logo gremio

Organize um grêmio estudantil na sua Escola!

Essa conquista é sua!!

O grêmio estudantil representa os estudantes da escola. Seu maior objetivo é unir e movimentar os estudantes para a discussão de seus direitos e deveres, debatendo assuntos diversos sobre  escola, comunidade e sociedade. Navegue pela página do Grêmio e saiba mais sobre quem te representa na escola!



Sobre o Grêmio Estudantil


O grêmio é uma organização sem fins lucrativos que representa o interesse dos estudantes e que tem fins cívicos, culturais, educacionais, desportivos e sociais.

O grêmio é o órgão máximo de representação dos estudantes da escola. Atuando nele, você defende seus direitos e interesses e aprende ética e cidadania na prática.
A Secretaria de Estado da Educação entende que toda representação estudantil deve ser estimulada, pois ela aponta um caminho para a democratização da Escola. Por isso, o Grêmio nas Escolas públicas deve ser estimulado pelos gestores da Escola, tendo em vista que ele é um apoio à Direção numa gestão colegiada.
Os Grêmios Estudantis compõem uma das mais duradouras tradições da nossa juventude. Pode-se afirmar que no Brasil, com o surgimento dos grandes estabelecimentos de ensino secundário, nasceram também os Grêmios Estudantis, que cumpriram sempre um importante papel na formação e no desenvolvimento educacional, cultural e esportivo da nossa juventude, organizando debates, apresentações teatrais, festivais de música, torneios esportivos e outras festividades. 
As atividades dos Grêmios Estudantis representam para muitos jovens os primeiros passos na vida social, cultural e política. Assim, os Grêmios contribuem, decisivamente, para a formação e o enriquecimento educacional de grande parcela da nossa juventude.
O regime instaurado com o golpe militar de 1964 foi, entretanto, perverso com a juventude, promulgando leis que cercearam a livre organização dos estudantes e impediram as atividades dos Grêmios. Mas a juventude brasileira não aceitou passivamente essas imposições.
Em muitas Escolas, contrariando as leis vigentes e correndo grandes riscos, mantiveram as atividades dos Grêmios livres, que acabaram por se tornar importantes núcleos democráticos de resistência à ditadura. Com a redemocratização brasileira, as entidades estudantis voltaram a ser livres, legais, ganhando reconhecimento de seu importante papel na formação da nossa juventude. Em 1985, por ato do Poder Legislativo, o funcionamento dos Grêmios Estudantis ficou assegurado pela Lei n. 7.398, como entidades autônomas de representação dos estudantes. 
Sites interessantes para estudantes e Grêmios Estudantis. 

imagem página UBES
UNE


União Nacional dos estudantes







imagem do site que representa mulheres da UBES
UNE/Mulheres


Blog das mulheres da UNE







imagem página União Paranaense dos Estudantes
UPE


União Paranaense dos Estudantes

imagem página União Paranaense dos Estudantes Secundaristas
UPES


União Paranaense dos Estudantes Secundaristas





imagem site UNESCO Brasil
UNESCO


Representa a UNESCO no Brasil



21 de março - Dia Internacional da Síndrome de Down


Logo - Síndrome de DownDe norte a sul do Brasil, as Apaes estão prontas para lidar com todos os tipos de deficiência. Mas, neste mês, acontece algo muito especial. O dia 21 é dedicado às comemorações do Dia Internacional da Síndrome de Down.

Foi a data escolhida pela Associação Internacional Down Syndrome International, em alusão aos três cromossomos no par de número 21 (21/3) que as pessoas com síndrome de Down possuem. E, neste ano, a comemoração é ainda mais especial, pois ela coincide com os 50 anos da descoberta da trissomia do cromossomo 21 pelo Dr. Jerome Lejeune.

Síndrome de Down

A síndrome de Down não uma doença. É uma ocorrência genética natural, que no Brasil acontece em 1 a cada 700 nascimentos e está presente em todas as raças. Por motivos ainda esconhecidos, durante a gestação as células do embrião são formadas com 47 cromossomos no lugar dos 46 que se formam normalmente.

O material genético em excesso (localizado no par de número 21) altera o desenvolvimento regular da criança. Os efeitos do material extra variam enormemente de indivíduo para indivíduo, mas pode-se dizer que as principais características são os olhinhos puxados, o bebê ser mais molinho, e o desenvolvimento em geral se dar em um ritmo mais lento. Com apoio para seu desenvolvimento e a inclusão em todas as esferas da sociedade, as pessoas com síndrome de Down têm rompido muitas barreiras. Em todo o mundo, e também aqui no Brasil, há pessoas com síndrome de Down estudando, trabalhando, vivendo sozinhas, escrevendo livros, se casando e até chegando à universidade.

Quebre a resistência e tome uma atitude: construa acessibilidade para a pessoa com deficiência intelectual.


Governo nomeia mais 2.047 professores e prepara novo concurso

As nomeações foram assinadas nesta quinta-feira (15) pelo governador Beto Richa. Com isso, chega a 11.563 mil o número de docentes contratados apenas neste ano. A Secretaria da Educação já começa a organizar um novo concurso, a ser realizado ainda este ano.

O governador Beto Richa assinou nesta quinta-feira  passada (15) a nomeação de 2.047 professores para a rede pública estadual. Com isso, chega a 11.563 mil o número de docentes contratados apenas neste ano. Os novos contratados foram aprovados no concurso realizado em 2007, que expira esta semana. Por isso, a Secretaria da Educação já começa a organizar um novo concurso, a ser realizado ainda este ano.

“Não vamos medir esforços para garantir um ensino de excelência no Paraná”, disse o governador. Ele destacou que a educação é instrumento fundamental de emancipação humana e de transformação da sociedade para melhor.
Richa já havia nomeado em fevereiro 9.516 professores. No ano passado, o governo contratou outros 2,5 mil professores e 4,5 mil funcionários para a educação.
Os que assumem agora entram para o quadro estável de servidores do Estado para atuar no ensino fundamental e médio, e receberão salário de R$ 1.748,00, mais R$ 509,00 como vale transporte.
De acordo com o secretário da Educação, Flávio Arns, com os reajustes previstos para maio e outubro, o salário base passará de R$ 2 mil e o teto, que hoje é de R$ 6 mil, chegará a R$ 7 mil. “Ser professor voltou a valer a pena”, comentou Arns. Ele disse que a oferta de boas perspectivas de carreira mostra que o governo está empenhado na valorização do professor.
Em 15 meses de gestão, o governo Beto Richa contratou 19.573 servidores para a área da educação, que emprega cerca de 80 mil em todo o Estado. A contratação de concursados, de acordo com o secretário Arns, garante mais estabilidade e um plano de carreira, no qual a mobilidade vai depender da atuação e dos cursos que o professor fizer.
Os professores nomeados agora tomam posse a partir da semana que vem, iniciando em seguida as atividades em sala de aula. 

Anvisa suspende importações de próteses de silicone


As importações de próteses mamárias de silicone no Brasil estão suspensas até que o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) publique uma resolução que trate da certificação desses produtos. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (21) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Na terça-feira (20), o órgão decidiu que as próteses de silicone importadas terão de receber aprovação do Inmetro para serem vendidas no mercado brasileiro. A Anvisa não tem previsão de quando as importações serão retomadas.
As novas regras foram aprovadas depois do escândalo internacional envolvendo as marcas francesa Poly Implant Prothese (PIP) e holandesa Rofil, acusadas de usar silicone inapropriado, aumentando o risco de o implante romper ou vazar e provocar problemas de saúde. Calcula-se que 20 mil brasileiras tenham implantes das marcas estrangeiras.
A partir de agora, as próteses terão de passar por testes de laboratórios brasileiros para checar a resistência e composição do silicone usado e exames biológicos. Além disso, os fabricantes serão inspecionados. Até então, a empresa precisava apresentar apenas um certificado do país de origem para conseguir autorização de venda da prótese mamária no Brasil, sendo que os lotes não precisavam ser testados.

Sanepar abre concurso com vagas em 13 cidades do Paraná


A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) fará concurso público para a contração de profissionais e também para a formação de cadastro de reserva em 13 cidades do Paraná. Há vagas para nível técnico e cargos com exigência de diploma do ensino superior. O custo da inscrição é de R$ 50 (vagas de nível técnico) ou de R$ 100 (nível superior).
O salário para os cargos de nível técnico é de R$ 1.639,84. Para os de nível superior, a remuneração é de $ 2.887,62. Segundo a Sanepar, os servidores chamados terão auxílio alimentação, vale-transporte, possibilidade de adesão a planos de saúde e de previdência complementar. O concurso tem validade de dois anos, que pode ser prorrogada por mais dois.
Os cargos de nível superior são analista de informática-suporte técnico mainframe, administrador, engenheiro agrônomo, engenheiro civil, engenheiro mecânico, engenheiro eletricista e enfermeiro do trabalho.
Os de nível técnico são mecatrônica, eletrônica, edificações, eletrotécnica, eletromecânica, enfermagem do trabalho, logística, agrimensura, segurança do trabalho, telecomunicações, químico e agricultura.

Os interessados devem acessar o edital do concurso para consultar para quais cargos há vagas e para quais haverá formação de cadastro de reserva.
A prova ocorrerá em 20 de maio em Curitiba, Ponta Grossa, Guarapuava, Cascavel, Londrina, Maringá, e Umuarama. Os locais de prova serão divulgados pelo site às 17 horas do dia 4 de maio.
Serviço
As inscrições devem ser feitas pelo site www.cops.uel.br, da Coordenadoria de Processos Seletivos da Universidade Estadual de Londrina (Cops/UEL), até 18 de abril.