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Professor de Língua Portuguesa na Rede Estadual de Ensino - Governo do Paraná

quarta-feira, 28 de março de 2012

Professores de SP decidem parar por 3 dias; RJ e RS têm protestos


Em São Paulo, professores municipais fizeram manifestação na Praça do Patriarca. Foto: Elisa Rodrigues/Futura Press
Em São Paulo, professores municipais fizeram manifestação na Praça do Patriarca
Foto: Elisa Rodrigues/Futura Press


Professores e estudantes se uniram nesta quarta-feira para protestar pela educação em São Paulo, Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul. Na capital paulista, os profissionais da educação da rede municipal de ensino decidiram fazer uma paralização de três dias a partir de segunda-feira para cobrar melhores condições de trabalho.
Segundo o Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal (SINPEEM), os professores cobram a antecipação para este ano do reajuste salarial programado para 2013 e 2014, além da redução do número de alunos por turma e a realização de concurso público. Hoje foi feita uma reunião com a secretaria de Educação e os docentes aguardam até a próxima quarta-feira por uma proposta da prefeitura. Nesse dia, eles devem decidir se prosseguem com a paralisação.
No Rio de Janeiro, estudantes saíram às ruas para cobrar mais investimento na educação pública. Com os rostos pintados, carregando faixas e cartazes, eles protestaram junto à Cinelândia. Já em Porto Alegre (RS), os alunos de escolas estaduais fizeram um ato de apoio aos professores em frente ao Palácio Piratini, sede do governo. Os estudantes gaúchos cobram o cumprimento do piso nacional do magistério.

02 de Abril dia Mundial da conscientização do AUTISMO

Morre escritor Millôr Fernandes aos 88 anos


Escritor e desenhista teve falência múltipla de orgãos

Millôr foi dono de talento multifacetado  / Marcos de Paula/AEMillôr foi dono de talento multifacetadoMarcos de Paula/AE

Morreu na noite dessa terça-feira, dia 27, no Rio de Janeiro, o escritor carioca Millôr Fernandes. Ele tinha 87 anos e teve falência múltipla de órgãos em sua casa.


Segundo o jornalista da Band Ricardo Boechat, que conversou com o filho de Millôr, Ivan Fernandes, o corpo do escritor permanecerá hoje em uma funerária e será velado nesta quinta-feira, dia 29, a partir das 10h, no cemitério Memorial do Carmo, no Caju, zona portuária da capital. Em seguida, às 15 h, o corpo será cremado.

Veja imagens da trajetória de Millôr Fernandes

Em 2011, o escritor foi internado duas vezes na Casa de Saúde São José, também no Rio, mas os motivos da internação não foram divulgados.


Em entrevista ao canal GloboNews na manhã de hoje, o jornalista Zuenir Ventura lamentou a morte do amigo. "É realmente uma perda. A perda de um gênio. É uma perda para o jornalismo, para o teatro, para a literatura, porque o Millôr fazia tudo", afirmou.

Talento multifacetado



Além de escritor, Millôr também foi desenhista, jornalista e dramaturgo de destaque.


Nascido em 27 de maio de 1924 - segundo sua certidão de nascimento, mas a família diverge sobre o registro da data correta - o escritor ficou órfão de pai um ano depois e aos dez anos perdeu a mãe. Com pouca idade, viu sua família se separar e cada irmão teve de ir morar com um parente.


"Morto meu pai. Nessa idade a orfandade passa impressentida. Mas a família - mãe com quatro filhos - cai de nível imediatamente", escreveu o jornalista na biografia apresentada por seu site oficial.


"Morta minha mãe. Sozinho no mundo tive a sensação da injustiça da vida e concluí que Deus em absoluto não existia. Mas o sentimento foi de paz, que durou para sempre, com relação à religião: a paz da descrença", acrescentou ainda sobre as perdas.


Aos 14 anos, entrou na carreira jornalística e aos 19, na revista "O Cruzeiro", que viu em seis anos sua tiragem subir de 11 mil para 750 mil exemplares, tornando-se uma grande influência na formação da opinião pública no Brasil.


Em 1957, aos 33 anos, expôs seus primeiros desenhos no Museu de Arte Moderna.


Millôr também for um dos criadores do jornal "O Pif-Paf" que, apesar de ter durado apenas oito edições, é considerado o ínicio da imprensa alternativa no Brasil. Colaborou ainda ativamente com "O Pasquim", publicação de forte oposição ao regime militar.


O escritor ainda traduziu várias peças de Shakespeare, tornando-se referência no meio teatral. Também colaborou em jornais como "O Globo" e "O Estado de S. Paulo", além da revista "Veja".


Na virada do século, lançou seu site oficial "Millôr Online". Mesmo com a avançada idade, foi sempre ligado a internet, às redes sociais, e possuía conta no Twitter com mais de 360 mil seguidores. 

Bruninho encara recuperação como ‘último tiro’ da carreira


Esportes

Quarta-feira, 28/03/2012
Jonathan Campos/ Gazeta do Povo
Jonathan Campos/ Gazeta do Povo / Bruninho admite que após a terceira lesão no joelho chegou a pensar em desistir: “Agora estou confiante”Bruninho admite que após a terceira lesão no joelho chegou a pensar em desistir: “Agora estou confiante”
ELENCO

Jogador paranista lesionou, pela terceira vez, o ligamento cruzado do joelho.

Interrompida pela terceira vez, devido a uma nova lesão no joelho, a carreira do meia Bruninho, do Paraná, terá, segundo ele próprio, a derradeira prova de fogo. Afas­­ta­­do dos gramados por seis meses, após romper o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo, na última quinta-feira, o jogador de­­clarou à Ga­­ze­­ta do Povo que vê a recuperação como o “último tiro”.
“Me perguntei se estou fazendo algo errado, se sou azarado... mas ficar se perguntando é pior porque não tem resposta. Não é fácil passar por tudo de novo, mas é a minha chance final”, enfatizou.

Após ter chorado muito no mo­­mento em que se machucou, Bru­­ninho garante que está tranquilo e tem certeza de que voltará a atuar pelo Tricolor ainda neste ano. No entanto, admitiu que chegou a pensar na hipótese de abandonar a carreira. “É mentira quem passa por isso e não pensa em parar, mas é um sentimento de momento”, cravou.Consciente dos sacrifícios que terá de repetir e da rotina de fisioterapia e tratamento à qual será obrigado a voltar mais uma vez, Bruninho afirmou que está vivendo o roteiro de um filme conhecido. De acordo com o camisa 10, a “experiência” nas lesões anteriores o credenciaram para encarar com mais maturidade o período longe da bola. “Na hora em que escutei o estralo do joelho sabia que iria ter de passar por tudo novamente. O lado bom disso é que sei como funciona, conheço o ca­­minho para me recuperar. Tan­­to que fiquei mais abalado na se­­gun­­da lesão do que agora”, confessou o prata da casa paranista.
Garantindo estar preparado, Bruninho disse que utiliza o próprio drama como espelho para se recuperar. “Eu mesmo posso servir de exemplo para mim mesmo. A lesão foi uma fa­­talidade. Apesar da primeira sensação ter sido de tristeza, agora estou confiante e com muita força para lutar”, falou.
Por enquanto, o técnico Ri­­car­­dinho e a diretoria paranista ainda não conversaram com o jogador. Apenas o gerente de fu­­tebol, Alex Brasil, procurou Bruninho após a lesão. A nova cirurgia será realizada em dez dias, pelo médico do clube, Jonanthan Zaze.

Fernando Henrique visita Lula e diz que ele está bem


Ricardo Stuckert/Instituto Lula / O encontro entre os dois ex-presidentes aconteceu nesta terça-feira e durou cerca de 50 minutosO encontro entre os dois ex-presidentes aconteceu nesta terça-feira e durou cerca de 50 minutos
SÍRIO-LIBANÊS

Encontro durou 50 minutos. Lula estava no hospital para uma sessão de fonoaudiologia.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso visitou nesta terça-feira (27) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Hospital Sírio-Libanês. O encontro começou às 11h e durou cerca de 50 minutos.
Os dois conversaram, a maior parte do tempo, a sós. A assessoria de Lula, porém, não divulgou o teor da conversa entre os ex-presidentes, uma vez que o encontro teve caráter pessoal.

Segundo a assessoria de Lula, na saída, FHC comentou apenas que Lula estava bem melhor, "melhor do que ele imaginava". Esta é a primeira visita do tucano ao petista, desde que ele iniciou o tratamento contra um câncer na laringe, em 31 de outubro do ano passado.Lula estava no hospital para fazer uma sessão de fonoaudiologia e, após o encontro, retornou a sua residência em São Bernardo do Campo. Fernando Henrique entrou no local por uma porta lateral evitando os jornalistas.
Independentemente das disputas políticas entre suas legendas, eles foram parceiros de luta pela redemocratização do País e fazem questão de dar demonstrações de respeito mútuo em momentos delicados, como na morte da ex-primeira dama Ruth Cardoso, ocasião em que Lula era presidente da República e esteve no velório para prestar solidariedade a FHC.
Nesta semana, Lula deve ser submetido a exames que visam detectar se houve remissão do tumor na laringe. O petista tem ido diariamente ao hospital Sírio-Libanês para se submeter a sessões de fonoaudiologia.

Comissão do Senado aprova fim de salários extras para parlamentares


Atualmente, cada parlamentar recebe R$ 53,4 mil por ano em extras, custo de R$ 4,3 milhões ao Senado. Projeto prevê que verbas para mudança e transporte só sejam pagas no início e no fim do mandato.

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira (27) projeto que extingue o 14º e o 15º salários pagos aos parlamentares. Apesar do protesto de alguns senadores, todos votaram a favor do projeto da senadora licenciada e ministra-chefe da Casa Civil,Gleisi Hoffmann. Pela proposta, senadores e deputados só vão receber a chamada ajuda de custo no início e no final da legislatura, e não a cada ano, como ocorre hoje.
Atualmente, cada parlamentar recebe dois salários, de R$ 26,7 mil cada, nos meses de fevereiro e dezembro. O projeto seguirá para votação pelo plenário do Senado e, se aprovado, vai para a Câmara dos Deputados.

Lindbergh disse que, embora não concorde com setores que queiram "demonizar" os políticos, o benefício não deve ser mantido. "Não dá para explicar a um trabalhador nos estados que recebemos recebendo 14º e 15º salários", afirmou.O senador Lindbergh Farias (PT-RJ), relator da matéria, disse que os extras, que ele chamou de "ajuda de custo", não se justificam mais. Segundo ele, a verba começou a ser paga para custear as despesas com a mudança dos parlamentares e seus familiares para o Rio de Janeiro, antiga sede do poder Legislativo, e para Brasília, com a transferência da sede.
O senador Sérgio Souza (PMDB-PR) disse que atualmente o pagamento dessa verba não se justifica mais. "Hoje Brasília está perto de qualquer capital do Brasil".
Coube ao senador Cyro Miranda (PSDB-GO) a maior reclamação pública à proposta. Apesar de votar favoravelmente, Miranda disse ter "pena" de quem sobrevive apenas com o salário de parlamentar. Não é o caso dele, disse. "Eu tenho pena daquele que é obrigado a viver com R$ 19 mil líquidos com esta estrutura que temos aqui", criticou o senador, que é empresário com patrimônio declarado à Justiça Eleitoral, em 2006, de R$ 3 milhões.
O senador Benedito de Lira (PP-AL), outro que votou favoravelmente, chegou a ironizar a proposta. Durante as discussões, ele sugeriu que, para ocupar o cargo de senador, o candidato tenha "honorabilidade".
Para dar mais "equilíbrio à discussão, a senadora Ana Amélia (PP-RS) sugeriu que fosse aprovado um projeto para proibir ministros de Estado, especialmente aqueles oriundos do Legislativo, de acumularem salário com jetons recebidos por participação em conselhos de estatais.
O senador Ivo Cassol (PP-RO), que pediu vista do projeto na semana passada, faltou à reunião. De todo modo, Cassol pediu em documento enviado a Lindbergh Farias que a verba não seja considerada salário e sim de natureza indenizatória. A modificação excluiria a regalia da incidência de imposto de renda. O relator acatou a sugestão.
Mudança e Transporte
O projeto de decreto legislativo prevê que deputados e senadores só terão direito a receber osauxílios-mudança e transporte no início e no fim do mandato parlamentar. Atualmente, os parlamentares recebem essas ajudas de custo duas vezes por ano. A matéria vai agora para a Mesa Diretora da Casa.
Por ano, o Senado gasta R$ 4,3 milhões com o pagamento dos auxílios-mudança e transportes aos 81 senadores. Ao fim do mandato de oito anos, a despesa chega a R$ 34,4 milhões. Se a matéria for aprovada no Senado e na Câmara, o gasto com mudanças dos senadores cairá para R$ 4,3 milhões.

Professores municipais terão reajuste total de 18,6%


A prefeitura de Curitiba enviou ontem à Câmara de Vereadores projeto de lei para reajustar o salário dos professores da rede municipal. Fruto de negociações da prefeitura com o Sin­­­dicato dos Servidores do Magis­­­tério Municipal de Curitiba (Sismmac), o projeto concede 8,69% de aumento aos professores, que serão adionados aos 10% a serem pagos a todos os servidores da prefeitura, conforme projeto aprovado ontem em segunda e última votação. Dentro dos 8,69% estará a incorporação no salário dos professores de R$ 250 que eram pagos anteriormente como gratificação pelo Programa de Produ­­tividade e Qualidade (PPQ).

O líder da bancada de apoio ao prefeito na Câmara, vereador Roberto Hinça (PSD), disse que o projeto de reajuste dos professores chegou a tempo de ser aprovado pela Comissão de Legislação e Justiça (CLJ) já na tarde de ontem. Hoje, o projeto deve ser analisado pela Comissão de Serviço Público. A expectativa de Hinça é de que a Câmara coloque o reajuste em votação já na próxima terça-feira. O prefeito precisa sancionar aumentos salariaos até 10 de abril, já que a Lei Eleitoral proíbe reajustes acima da inflação nos seis meses que antecedem as eleições.
Projetos aprovados
Na sessão de ontem, foram aprovados em segundo turno sete projetos envolvendo o reajuste dos servidores municipais. O principal deles foi o aumento linear de 10% para todos os servidores. A prefeitura destacou que esse aumento, de quase 5% acima da inflação, foi o maior da história do município.
Entretanto, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Curitiba (Sismuc) criticou o índice, alegando que a prefeitura não repôs adequadamente as perdas históricas da categoria – que seriam de 19,24%.O sindicato também reclama que a administração municipal não tratou os profissionais de forma isonômica, já que concederá um au­­mento maior aos professores.
Além disso, um outro projeto aprovado ontem incorpora parte da gratificação do PPQ ao salário dos servidores. O Sismuc reinvindicava a incorporação integral do PPQ.

PROJETO DE LEI PR quer compensar quem preserva o meio ambiente


Hugo Harada/ Gazeta do Povo / Proprietário rural que desejar ser beneficiado terá de manter as áreas de preservação permanente e as de reserva legal conservadas e registradas em cartórioProprietário rural que desejar ser beneficiado terá de manter as áreas de preservação permanente e as de reserva legal conservadas e registradas em cartório
Proposta enviada pelo governo à Assembleia prevê compensação financeira para quem realizar a recuperação ou conservação da mata nativa e dos recursos hídricos de sua propriedade.
O governo do Paraná enviou ontem à Assembleia Legislativa um projeto de lei que garante compensação financeira a quem preservar o meio ambiente em sua propriedade. Chamada de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), a medida está prevista para casos como preservação ou recuperação de vegetação nativa e conversação de recursos hídricos. A forma como a compensação vai ser feita – se por pagamento em dinheiro ou via abatimentos fiscais – será definida 90 dias após a entrada da lei em vigor.
Pela proposta, só terá direito ao benefício quem apresentar certidões negativas de débitos ambientais. No meio rural, os beneficiários deverão manter as áreas de preservação permanente e as de reserva legal conservadas e averbadas na matrícula do imóvel – ou seja, registradas em cartório e sem possibilidade de serem modificadas. Já em áreas urbanas, além de se enquadrar nas regras estabelecidas no projeto, é necessário respeitar o que determina o plano diretor de cada município. Além disso, o pagamento será suspenso se o beneficiário cometer algum crime ambiental ou desrespeitar as normas da proposta.
Efeito estufa
Estado poderá ter política para o clima
O governo também enviou ontem ao Legislativo um projeto que institui no Paraná a Política Estadual sobre Mudança do Clima. A partir da aprovação dessa medida, o Executivo terá dois anos para elaborar o Plano Estadual sobre Mudança do Clima.
Na proposta, o governo prevê que as discussões sobre as mudanças climáticas acompanhem, além da proteção ambiental, o crescimento econômico do estado e a redução da desigualdade social.
Uma das principais medidas previstas no projeto é a criação do Registro Público Estadual de Emissões, que estabelece benefícios fiscais e financeiros a quem reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Além disso, deverão ser implantadas ações de educação ambiental para que o debate se estenda à população e não fique restrito às esferas oficiais.
De acordo com o texto, o valor do pagamento será baseado no tamanho do imóvel e da área de vegetação nativa conservada, na qualidade da cobertura preservada e na região do estado onde ela estiver inserida. As especificações a respeito do pagamento, porém, só serão determinadas posteriormente pela Secretaria do Meio Ambiente. O único ponto já definido é que os recursos sairão do Fundo Estadual do Meio Ambiente e do Fundo Estadual de Recursos Hídricos. O dinheiro de ambos os fundos também será destinado à implantação da Política Estadual sobre a Mudança do Clima(leia mais ao lado).
Análise
Advogado da ONG Liga Am­­­biental e representante da Região Sul no Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), Rafael Filippin elogiou o projeto do governo do Paraná e disse que essa é uma legislação típica do século 21. Segundo ele, a medida é uma forma de investimento preventivo contra catástrofes, doenças e perda da qualidade de vida em geral.
“É uma ideia importante incentivar as pessoas a conservar além do estritamente necessário. Assim como quem degrada deve pagar por isso, quem conserva merece ser recompensado. Afinal, essa pessoa está prestando um benefício a toda a sociedade”, diz Filippin. “Investir di­­nheiro nisso diminui o custo do Estado para tratar a água, tratar pessoas doentes pela poluição.”
Filippin, porém, afirma que é fundamental beneficiar também pessoas que vivam em áreas urbanas e ajudam a amenizar os problemas ambientais das grandes cidades. “Além disso, tudo precisa ser bem planejado e com o devido controle. Do contrário, corre-se o risco de criarmos incentivos desproporcionais, em que a pessoa pare com seus investimentos produtivos e se ‘encoste’ para ser beneficiada pelo programa”, alerta.