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Professor de Língua Portuguesa na Rede Estadual de Ensino - Governo do Paraná

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Alunos fazem reivindicações na Câmara de Vereadores


Mais de 50 estudantes do ensino médio e do curso de formação de docentes do Colégio Estadual Emílio Menezes, em Arapongas, assistiram nos meses de fevereiro e março, a sessões plenárias da Câmara Municipal. A atividade envolveu as disciplinas de sociologia, história e filosofia e teve como objetivo fazer com que os alunos conhecessem o trabalho realizado pelos vereadores.


O trabalho pedagógico foi um processo de conscientização. “Trabalhei os três poderes dentro da sociologia em sala de aula. A nossa ida à Câmara tem o intuito de formar cidadãos interessados e menos alienados, além de avaliarem o verdadeiro papel do vereador e sua competência”, disse Lélia Giancristofaro Zanim, professora de Sociologia.

Além de os alunos conheceram as atividades do Poder Legislativo do município, eles apresentaram propostas e participaram do debate sobre os assuntos prestados. “Esta foi a oportunidade de apresentar nossas reivindicações e propostas de melhoria para nossa comunidade”, contou Lucas Martins, aluno do 2ª ano do ensino médio.

O enfoque das reivindicações foi para que a cultura local se desenvolva, como por exemplo, a reabertura do Cine Teatro Mauá, apresentações de peças no Teatro Vianninha e mais opções de lazer no Parque dos Pássaros. Os alunos ainda solicitaram também a volta de campanhas educacionais no trânsito, mais semáforos e sinalização no município. 

BPEC e estudantes participam de campanha “Paz tem Voz”


Alunos do Alunos do Colégio Estadual Dr. Xavier da Silva, em Curitiba, participaram do lançamento do Paz tem Voz, segunda etapa da campanha Paz sem Voz é Medo, idealizada pelo Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCom). 3º a


no do Colégio Estadual Dr. Xavier da Silva, em Curitiba, participaram, nesta quarta-feira (04), do lançamento do Paz tem Voz, segunda etapa da campanha Paz sem Voz é Medo, idealizada pelo Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCom). A campanha, que iniciou em julho do ano passado, propõe ações que podem ser colocadas em prática para diminuir a violência no Estado, disseminando a cultura da paz. A segunda fase ensina sobre importância da denúncia como forma de combate à violência. 

Para a superintendente da Educação, Meroujy Cavet, que prestigiou o evento, é necessário educar os jovens para a cultura da não violência. “O enfrentamento à violência deve ser uma prática resultante da união de todos os segmentos da sociedade. Não se pode fazer nada sozinho”, comentou. Ela ainda ressaltou os bons resultados da parceria entre a Secretaria de Estado da Educação (SEED) e o Batalhão da Patrulha Escolar Comunitária (BPEC). A campanha é uma oportunidade para discussão de assuntos a respeito da violência não apenas para as escolas. “Essa campanha contribui para que a sociedade saiba a respeito de temas que envolvem a segurança pública”, disse o tenente-coronel Douglas Sabatini Dabul, comandante do BPEC. 

Alunos durante o evento
Foto: Giuliano Gomes/SEED

EVENTO – Durante o evento, houve a participação da banda do Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd), composta por policiais do Batalhão da Patrulha Escolar Comunitária (BPEC), e da dupla Willian e Renan, que relataram uma experiência que tiveram sobre violência no início da carreira. De acordo com o 2º sargento Marcos Roberto de Oliveira, a proposta é conscientizar os alunos por meio da música partiu da necessidade de desfazer a impressão de autoritarismo que eles tinham da polícia. “Fica muito mais fácil conversar sobre cidadania, cultura da paz, prevenção ao uso de drogas e segurança com os alunos quando intercalamos músicas que possuem uma mensagem dirigida ao adolescente. Assim, temos contato com a realidade deles e eles entendem o trabalho desenvolvido pelo BPEC”, relatou. 

A diretora auxiliar da escola Xavier da Silva, Viviane Ferreira Mendonça, elogiou a maneira como ocorreu o encontro, que intercalou música e diálogo com os alunos. “O BPEC fala a mesma linguagem dos alunos e as músicas apresentadas, além de terem letras que abordam a temática da violência, são de diferentes ritmos”, disse. Viviane comentou ainda que a escola realiza um trabalho de conscientização para a cultura da paz. “Em sala de aula sempre há cartazes e durante as aulas de arte os adolescentes realizam trabalhos que são expostos no colégio. Além disso, há conscientização dos jovens para não pichar e conservar o prédio, tombado pelo patrimônio histórico”, falou. 

Douglas Dabul (1) e Meroujy Cavet (2)
Foto: Giuliano Gomes/SEED

Felipe Mathias (16), que estuda no colégio desde a 7ª série, mencionou ser importante falar com os alunos sobre violência porque os atos individuais refletem na sociedade. “Precisamos ter conhecimento sobre o assunto e essa campanha permite que aumentemos nossos conhecimentos. Também podemos conhecer melhor a função da Patrulha Escolar”, afirmou. 

Ao todo, são dez escolas participantes em Curitiba: Colégio Estadual Dr. Xavier da Silva; Colégio Estadual Jorge Andriguetto; Centro Estadual de Educação Profissional de Curitiba; Colégio Estadual Deputado Arnaldo Faivro Busato; Colégio Estadual Francisco Zardo; Colégio Estadual Vila Macedo; Colégio Estadual Gotllieb Mueller; Colégio Estadual Alcyone M. C. Vellozo; Colégio Estadual Ipê; Colégio Estadual Leôncio Correia.

Escolas usam a 'netetiqueta' para evitar ofensas nas redes sociais



Recentemente, um caso de ofensa de um aluno a uma professora pelo Facebook surpreendeu a cidade de Londrina, no norte no Paraná, e reacendeu o debate sobre os limites do uso do ambiente virtual na educação. Segundo o professor de informática na educação da Universidade de Brasília (UnB), Lúcio Teles, cada vez mais as escolas hoje fazem uso da "netetiqueta" para evitar problemas envolvendo alunos e professores.
Em março, um estudante da escola pública Barão do Rio Branco usou a rede para reclamar de uma tarefa pedida pela professora de Artes. Ao saber da história, a diretora do colégio de Londrina, Jéssica Elizabeth Gonçalves Pieri convocou o pai do aluno para uma reunião com a docente na presença do menino. O garoto, então, pediu desculpas e retirou a mensagem do perfil. Como forma de se retratar, o pai do estudante ainda achou necessário publicar um anúncio em um jornal da cidade para pedir desculpas pelas ofensas do filho.
A diretora, surpresa com a publicação, resolveu alertar os demais alunos sobre o cuidado que se deve ter nas redes sociais. "Fui em todas as salas conversar com alunos e acredito que todos entenderam. A nossa intenção é tentar impedir que isso aconteça novamente", comenta. Segundo Jéssica, nenhuma ação deste tipo tinha ocorrido antes. A professora ofendida não quer mais falar sobre o assunto.
De acordo com o professor Lúcio Teles para trabalhar com a internet é fundamental fazer uso da "netetiqueta". "É uma ferramenta para a segurança e preservação do bom relacionamento online", explica. A ideia é instruir os usuários sobre como conviver no ambiente de rede com responsabilidade. Na universidade, Teles ensina aos futuros professores a importância de orientar os alunos, principalmente crianças e adolescentes sobre alguns perigos da exposição com fotos, vídeos e informações pessoais. "Nós sabemos que pessoas não confiáveis fazem das crianças seus alvos na internet. Por isso, os professores devem começar a discussão com os alunos sobre a netetiqueta. Ainda não é algo generalizado, mas muitos professores já estão cientes".
O professor sugere também que a família esteja mais envolvida nesse relacionamento da criança nas redes, observando que sites ela visita, com quem fala. "Tem um idade mínima para entrar no Facebook, mas isso não é levado em conta na realidade. Não existe um sistema de segurança mínimo", avalia. Segundo as regras do Facebook, a idade mínima para entrar é 13 anos.
A SaferNet Brasil - entidade que atua no combate à pornografia infantil na internet - registrou, entre 1º de março e 1º de abril de 2012, 1.381 denúncias desse crime na rede. Destes, 264 somente no Orkut. A ONG é um das consultoras do Guia para o Uso Responsável da Internet, um site que informa e orienta professores sobre o uso criativo da internet como ferramenta pedagógica, mas sempre com segurança e responsabilidade. Jogos online, histórias em quadrinhos e vídeos compõem o conteúdo do site criado e mantido pela GVT. "A gente entendeu que existia essa carência com relação a incentivar a reflexão de como a as pessoas e especialmente as novas gerações usam essa ferramenta tão poderosa que é a internet. Era preciso também alertar para alguns cuidados, principalmente essas gerações mais novas que não tem medo de esse expor. É muito natural ter uma presença na internet", comenta Tatiana Weinheber, gerente de Comunicação Corporativa da empresa.
O conteúdo é construído em colaboração, também, com o Comitê para a Democratização para a Informática (CDI) e ONG Ciranda (Central de Notícias dos Diretos da Infância e Adolescência), além de uma pedagoga especializada na área de tecnologia que trabalha na supervisão do conteúdo. O guia também tem uma versão impressa que é distribuída pela empresa.
A educadora e coordenadora do CDI Comunidade Asvi, Mirian Andrade, faz da cartilha online um instrumento de ensino para as 100 crianças e adolescentes da Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, onde está localizado o projeto. "A maioria das crianças já tem noção sobre a rede porque frequentam lan houses. Nem todas têm computador em casa. E isso deixa eles mais expostos ainda. Estão mais vulneráveis. Eles já têm a ideia do uso, mas não tem nenhum tipo de orientação. Eles têm um conhecimento mais instintivo", diz.
Segundo Mirian, os educadores estimulam as crianças por meio de atividades lúdicas disponibilizadas no site e, durante esse trabalho, vão orientando sobre os cuidados que se deve ter ao acessar a internet e utilizar as redes sociais. Além das crianças, os pais também são instruídos sobre como auxiliar os filhos no ambiente virtual. Os professores são treinados pelo CDI para que eles próprios mantenham uma conduta apropriada na web. "Temos uma orientação específica para isso. O comportamento em redes sociais, comportamento como usuário de serviço de e-mail, que login a gente deve usar em um ambiente mais formal", explica a educadora.
Escola cria guia de postura nas redes sociais
Mobilizado pela preocupação com a segurança e a exposição dos alunos, o Colégio Farroupilha, em Porto Alegre (RS), criou o Guia de Posturas nas Redes Sociais. "É um problema bem presente entre os jovens. Em geral eles são bastante confiantes, confiam em si mesmos, confiam nos outros e, muitas vezes, eles estabelecem amizades com pessoas que eles só conhecem virtualmente. E era importante a gente passar pra eles informações sobre o que é adequado e o que não é nas redes sociais", explica o coordenador pedagógico da escola, Ruben Corso.
Ele conta que problemas de comportamento com alunos nas redes sociais são algo frequente, e casos como o uma menina que se referia a outra de forma agressiva, causando um constrangimento a essa aluna, levaram a instituição a montar o guia. "É impossível a escola não se envolver. Um episódio que começa na internet ele continua dentro dos corredores da escola, no pátio. Desse ponto de vista, a escola trata do problema como qualquer outro, que poderia ter ocorrido aqui no corredor, no recreio", diz Corso. Segundo ele, é necessário deixar bem claras as regras e os limites nas escolas, começando pela conscientização do aluno, depois tentando trabalhar com a família para tentar identificar a razão daquele tipo de comportamento.
A maneira como os alunos se expõem nas redes sociais é outra preocupação para a escola. O guia alerta para responsabilidade envolve os comentários e informações postadas pelos jovens. Em um dos itens a cartilha enfatiza para navegar "com uma atitude ética, evitando publicar conteúdos ofensivos, difamatórios ou que ridicularizem outras pessoas". Para elaborar o material, a escola buscou apoio nas informações disponibilizadas pela ONG Criança mais Segura na Internet. "A nossa preocupação é que a pessoa, ao se expor dessa forma, deixa sua marca no mundo. O que o jovem tem que entender é que se ele dá sinais de preconceito, de racismo ou de intolerância social, isso não é uma coisa que ele está falando para os amigos dele, mas para o mundo inteiro. Além do que são valores não aceitáveis, é um problema de conduta", avalia Corso.
A proposta foi bem recebida, e escolas da capital e do interior estão interessadas em utilizar o material que está disponível no site do colégio. "O objetivo do guia é refletir o que significa hoje participar de uma rede social. Apontar questões para serem pensadas. A nossa ideia nunca foi obrigar ou criar um regulamento, mas fazer parar e pensar", explica o coordenador pedagógico.

domingo, 15 de abril de 2012

MEC regulamenta a oferta de bolsas remanescentes do Prouni


Cada instituição de ensino superior deve escolher se adota os termos de portaria .O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta sexta-feira (23), no Diário Oficial da União, umaportaria que regulamenta a distribuição de vagas remanescentes do Programa Universidade para Todos (ProUni). As bolsas podem ser distribuídas a alunos aprovados no vestibular das instituições de ensino superior em 2012 e também para aqueles já matriculados em anos anteriores.

Cada instituição deve escolher se adota a portaria ou se transfere o número de bolsas que sobraram para o próximo ano. Nas instituições que adotem a portaria, poderão receber bolsas alunos selecionados no vestibular -terão prioridade aqueles com melhor classificação - e também universitários matriculados em anos anteriores. Nesse último caso, a escolha será feita de acordo com o desempenho acadêmico dos estudantes.
As instituições de ensino superior têm de 26 de março a 5 de abril para decidir se seguirão os termos previstos na portaria do MEC.
Programa
O processo seletivo do ProUni teve recorde de inscritos em 2012, 1.208.398 candidatos. Foram oferecidas 195 mil bolsas, sendo 98 mil integrais e 96 mil parciais, que custeiam 50% da mensalidade.
No total, o sistema recebeu 2.323.546 inscrições – cada estudante pode escolher até dois cursos, indicando sua prioridade. São Paulo foi o estado com o maior número de inscritos: 211 mil. Em seguida vêm Minas Gerais, com 151 mil; Bahia, com 92 mil; Rio Grande do Sul, com 82 mil, e Rio de Janeiro, com 73 mil.

Após cirurgia, Sarney deve ter alta de UTI na segunda-feira


O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), permanecerá internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio-Libanês até segunda-feira, informou a instituição em comunicado.

Sarney foi submetido a cateterismo pela equipe médica do hospital após apresentar dores no início da madrugada deste domingo.
Em comunicado divulgado às 12h30 deste domingo, o hospital informou que o estado de saúde do presidente do Senado é estável.
Em boletim médico anterior, o Sírio-Libanês informou que durante o cateterismo foi encontrada "obstrução importante na artéria descendente anterior, tendo sido realizada, com sucesso, angioplastia com a colocação de stent".
A angioplastia é uma cirurgia específica para desobstruir artérias, e os stents são compostos por pequenas estruturas tubulares que, quando implantadas, acabam por dilatar as artérias.
Sarney, de 81 anos, foi internado na tarde de sábado e passou por exames que estavam previamente agendados para a próxima semana, informou boletim médico anterior ao deste domingo.
Esses exames haviam detectado no presidente do Senado pelo PMDB-AP "alterações compatíveis com o quadro de insuficiência coronária", segundo o Sírio-Libanês.

Cem anos no fundo do mar


O Titanic, um navio considerado inafundável, levou para debaixo d’água a vida de mais da metade dos passageiros e da maioria dos tripulantes. Destroços submersos podem desaparecer em menos de 30 anos.

O Titanic naufragou há cem anos – na madrugada de 15 de abril de 1912 – depois de o navio bater em um iceberg na noite de 14 de abril. A tragédia vitimou aproximadamente 1,5 mil pessoas. Sobreviveram somente cerca de 700. Os destroços do transatlântico estão a 4 mil metros de profundidade nas proximidades da Ilha Terra Nova, no Canadá.
Quando começou a ser projetado, na primeira década do século 20, o navio era apresentado como inafundável pela companhia White Star Line. À época, o investimento na construção do Titanic foi de 1,5 milhão de libras (US$ 7,5 milhões). O luxo foi uma das características do projeto.
Curiosidades 100 anos após naufrágio do Titanic
Várias são as ações que tentam reconstruir a história do Titanic. Pelo mapa de dados no link abaixo, você poderá navegar e conhecer detalhes sobre a rota do navio e lista total de passageiros que estavam a bordo. Ainda nessa página, uma rolagem para baixo, veja o infográfico que remonta o naufrágio minuto a minuto
O transatlântico partiu de Southampton, na Inglaterra, em 10 de abril de 1912, e afundou no Atlântico Norte. Aquela foi a viagem inaugural do Titanic. O destino seria a cidade de Nova York, nos Estados Unidos.
Mensagens foram enviadas ao Titanic por outras embarcações, em 14 de abril, alertando sobre a grande quantidade de gelo que havia na região. Não se sabe o motivo de a rota não ter sido desviada.
Para marcar os cem anos do naufrágio, cerimônias em memória aos mortos foram feitas na Inglaterra, na Irlanda, nos Estados Unidos, e em outras localidades, e embarcações refizeram o trajeto percorrido pelo Titanic. No centenário, os restos da embarcação também passaram a ser protegidos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
Bactérias no Titanic
Filmes, livros, documentários e sites tentam recontar um pouco da história do transatlântico e em breve podem ser os únicos registros do Titanic. De acordo com a bióloga e geóloga Henrietta Mann, da Universidade de Dalhousie em Halifax, no Canadá, bactérias se alimentam dos destroços do navio e em menos de 30 anos pode não haver mais nada. A cientista afirmou que o casco de aço da embarcação está tomado por diversas bactérias. Uma delas – ainda não catalogada – foi denominada Halomonas Titanicae.
O naufrágio, minuto a minuto
Seis mensagens sobre a presença de icebergs foram enviadas à tripulação do Titanic por embarcações que navegavam na região. Pelo menos duas delas teriam chegado ao capitão, Edward John Smith. Problemas de comunicação teriam impedido a chegada das demais (a última foi enviada por volta das 22h30).

Nasa busca novas ideias para missões a Marte


AFP / MarteMarte
SISTEMA SOLAR

Um grupo de planejamento começou a avaliar as possíveis opções para futuras missões, o que poderia implicar o envio ao planeta vermelho de uma nave orbital ou de um veículo robótico que pousará em 2018.

A agência espacial americana (Nasa) anunciou que está buscando novas ideias para missões não tripuladas para explorar Marte, depois que cortes orçamentários vetaram uma aliança prevista com este objetivo com a Agência Espacial Europeia (ESA).
"A Nasa está reformulando o Programa de Exploração de Marte para responder aos objetivos científicos de alta prioridade e ao desafio do presidente de enviar seres humanos a Marte na década de 2030", informou a agência nesta sexta-feira.
Um grupo de planejamento começou a avaliar as possíveis opções para futuras missões, o que poderia implicar o envio ao planeta vermelho de uma nave orbital ou de um veículo robótico que pousará em 2018, dois anos depois do previsto no âmbito da agora inexistente associação com a Europa.
A Nasa lançou um chamado aberto aos cientistas de todo o mundo para "apresentar ideias e resumos online como parte do esforço da Nasa para buscar as melhores e mais brilhantes ideias de investigadores e engenheiros em ciência planetária".
O Instituto Lunar e Planetário apresentará os projetos eleitos em junho em um workshop em Houston, Texas (centro-sul), informou a Nasa.
"O workshop será um fórum aberto para a apresentação, discussão e exame de conceitos, opções, capacidades e inovações para avançar na exploração de Marte", informou a Nasa em um comunicado.
"Estas ideias apresentarão uma estratégia para a exploração dos recursos disponíveis, podendo começar em 2018 e abarcando até a próxima década e além", acrescentou.
Os Estados Unidos tinham previsto colaborar com a Agência Espacial Europeia em um projeto chamado ExoMars, que enviou um orbitador a Marte em 2016 e dois veículos de exploração ao solo do planeta vermelho em 2018.
Segundo o acordo ExoMars feito em 2009, a Nasa teria contribuído com US$ 1,4 bilhão para o projeto e a ESA aportaria US$ 1,2 bilhão.
No entanto, estes planos foram anulados em fevereiro, quando um projeto de orçamento fiscal do presidente Barack Obama para 2013 impôs uma redução de US$ 226 milhões ou um corte de cerca de 39% no programa da agência espacial americana de exploração marciana, de US$ 587 milhões a US$ 361 milhões.
John Grunsfeld, administrador associado do Diretório de Missões Científicas da Nasa, disse que ainda se pode esperar uma cooperação europeia ativa nos futuros projetos de Marte.
"Continuamos trabalhando com os europeus. Mais de três quartos das nossas missões atuais representam importantes associações internacionais", disse, citando a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) como exemplo.
No entanto, o futuro da exploração de Marte para a Nasa não envolverá os planos da ExoMars, à exceção de alguns instrumentos dos Estados Unidos previstos para serem incluídos no orbitador de 2016.
A sonda Curiosity da Nasa, conhecida formalmente como Laboratório Científico de Marte, mas apelidada de "máquina de sonhos" por cientistas da Nasa, foi lançada em novembro da Flórida e espera-se que pouse no planeta vermelho no começo de agosto.
A máquina mais avançada já construída até agora para explorar a superfície do vizinho mais próximo da Terra, com custo de US$ 2,5 bilhões, leva seu próprio laboratório de análise de rochas e tem como objetivo buscar indícios de que tenha existido vida em Marte.

As tesouras que renderam R$ 100 mil


Daniel Caron/ Gazeta do Povo /
PERSONAGEM

Riccardo Guerra, cabeleireiro e vencedor da segunda temporada do reality show Por um Fio, do canal GNTNatural de Ponta Grossa, Riccardo Guerra exerce a profissão de cabeleireiro há treze anos – há nove está no Torriton Taunay, em Curitiba. Mas foi no último dia 30 de março, que – como ele mesmo diz – virou personalidade. O coiffer foi o vencedor do reality show Por um Fio, do canal GNT, depois de desbancar 9,5 mil candidatos e disputar o prêmio de R$ 100 mil com outros 12 profissionais de todo o país.

Como foi sua experiência no Por um Fio?
Eu já tinha participado de outros concursos, como o Trend Vision (da Wella), mas nunca tinha ficado em primeiro lugar. Posso dizer que a experiência foi tensa, fiquei nervoso – por mais que eu acreditasse muito no meu trabalho, na hora que a Juliana Paes ia anunciar os resultados, não tinha como disfarçar o nervosismo. O confinamento também foi difícil. E, por mais que eu valorize muito o trabalho dos outros profissionais participantes, saí com a certeza de que eu era meu maior concorrente e fiquei orgulhoso de mim.
Seu último desafio no programa do canal por assinatura foi criar penteados para um editorial de moda. Você já tinha feito algo assim?
Esse foi um desafio que me soou bastante familiar. Isso porque eu não me resumo a ser apenas um “cabeleireiro”. Corto o cabelo, faço pentea­­­dos e faço maquiagem – trato todas as minhas clientes como se elas fossem para um editorial de moda. No caso de ser desafio específico, o objetivo era que fizéssemos penteados que, em nossa opinião, seriam os vigentes para a próxima década. Eu fiz um coque alto, um cabelo ondulado e um cabelo frisado com bastante volume – sei que são cabelos que remetem um pouco às décadas passadas, mas acredito que quanto mais a tecnologia evolui, mais buscamos a naturalidade dos cabelos, a valorização do que cada um deles tem de melhor.
O que mudou na sua vida depois do programa?
Acredito que estou tendo um novo começo na minha carreira. Evolui de personagem para personalidade. Essa foi a primeira vez na minha vida que ganhei um primeiro lugar e fiquei muito feliz.

sábado, 14 de abril de 2012

CAMPANHA NACIONAL PARA CRIAÇÃO DO MINISTÉRIO DA FAMÍLIA


O PROBLEMA MAIOR

Hoje, o que mutila a sociedade é a desagregação da família e o enfraquecimento dos seus valores.

NAÇÕES QUE JÁ POSSUEM O MINISTÉRIO DA FAMÍLIA

Com o foco na DEFESA DA FAMÍLIA, grandes nações como a Alemanha, governada pela Primeira-Ministra Democrata Cristã Angela Merkel, a Austrália, o Canadá e outras, criaram o Ministério da Família. Os resultados são positivos e justificam plenamente sua criação.

NO BRASIL

A criação do Ministério da Família, no Brasil, é uma proposta da Democracia Cristã, com so mesmos objetivos: proteger os valores da família, atender suas necessidades e ser a consciência das ações de governo, para que todas elas tenham como foco a Família.

1 MILHÃO DE ASSINATURAS

Alcançadas 1 milhão de assinaturas, os Democratas Cristãos do Brasil, as entregarão a Presidente Dilma Roussef com o pedido “Presidenta, Crie o Ministério da família “!

COMO PARTICIPAR DA CAMPANHA PARA CRIAÇÃO DO MINISTÉRIO DA FAMÍLIA?

Para participar imprima a planilha de assinaturas e recolha assinaturas de seus familiares e amigos.
É muito importante lembrar que para serem válidas as planilhas é necessário completar todos os campos (Nome, Cidade, UF, RG e Assinatura).
Preenchidas as planilhas e coletadas as assinaturas, envie pelo correio para o PSDC – Diretório Nacional, no endereço que está na própria planilha.

Clique aqui para imprimir a Planilha de Assinaturas

MINISTÉRIO DA FAMÍLIA