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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Pedreira desativada vira ponto turístico


Daniel Castellano/Gazeta do Povo / Lençol freático inundou uma cratera aberta pelas explosões, transformando-a em lagoLençol freático inundou uma cratera aberta pelas explosões, transformando-a em lago
ATRAÇÃO

Pedreira desativada vira ponto turístico

Apesar de atrair moradores da região de Campo Magro, local pertence à iniciativa privada e não oferece segurança.
Uma pedreira inutiliza­­da na zona rural de Cam­po Magro, na Região Me­tropolitana de Curitiba, tornou-se um atrativo turístico bastante procurado pelos moradores das cidades próximas. Por causa da explosão de dinamites para a retirada das pedras, o solo foi perfurado e chegou até o lençol freático, que inundou uma cratera, transformando-a em um lago. Apesar da beleza, o local provoca discussões no município. A pedreira pertence a uma empresa privada, o que impede o poder público de investir em infraestrutura e segurança. A empresa também não incentiva a visitação.
Desativada há cerca de uma década, a pedreira pertence à Indústria de Cal Bateias. Desde a retirada das máquinas, os visitantes foram em peso para conhecer o local. Os problemas, entretanto, começam pelo acesso ao local. Chegar até lá é difícil por causa da falta de sinalização. As estradas não têm pavimentação ou placas. O tecnólogo em Gastronomia Fábio Wolf, 21 anos, revela que é arriscado visitar o local sozinho e em dias de chuva. “É um lugar muito isolado. Em dias de chuva o carro pode atolar e estragar”, alerta.
Natureza
Visitantes de lagoa buscam sossego
Mesmo com as discussões, os visitantes frequentam a região em busca de contato com a natureza e sossego. Alguns moradores a chamam de Lagoa Azul, outros preferem Lagoa Verde. A pedreira fica no distrito de Bateias, em Campo Magro. O local sempre recebe visitantes, principalmente nos fins de semana e feriados.
Fábio Wolf, aproveitou para levar os amigos Rafael Eduardo da Silva, 28, e Diego Fausto, 29, para conhecer o local. O tio dele é proprietário de uma chácara nas proximidades e o levou para ver a Lagoa Azul quando o tecnólogo ainda era criança.
A cada visita, turistas e curiosos espalham boca a boca onde fica a atração. Foi assim que a fotógrafa Sandra Machado, 43 anos, conheceu a pedreira. Ela mora em Curitiba, já visitou a lagoa em três oportunidades e diz que gosta de conhecer locais que sejam diferentes do convencional. “Principalmente aqueles de difícil acesso”, afirma.
Perigo
A empresa proprietária da pedreira tenta, em vão, barrar a entrada de visitantes. “As pessoas às vezes bebem demais e se jogam no lago, que é muito fundo”, comenta João Antônio Lemos, contador da empresa. No local não há postos de guarda-vidas.
O Departamento de Tu­rismo de Campo Magro informou que, por causa da visibilidade que o lago conquistou, o município já teve interesse em adquirir a pedreira para torná-la, oficialmente, um ponto turístico da cidade. A aquisição, porém, esbarra na falta de verbas do município.
A Indústria de Cal Bateias afirma que a intenção é retomar os trabalhos no local. A volta das máquinas e de dinamites depende, entretanto, do aval do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e da Mineropar.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Estereótipos dão identidade a cursos


Daniel Castellano / Gazeta do Povo / Estudantes de engenharia costumam estar com roupas casuais e rodeados de tecnologia. Na foto, estudantes de Engenharia Mecânica da TuiutiEstudantes de engenharia costumam estar com roupas casuais e rodeados de tecnologia. Na foto, estudantes de Engenharia Mecânica da Tuiuti
COMPORTAMENTO

Estereótipos dão identidade a cursos

Os anos de faculdade fazem com que a convivência entre colegas aumente e levam muitos estudantes a se vestirem e a se comportarem de forma parecida.
Andar pelos corredores de uma universidade e reparar o comportamento dos estudantes, mesmo sem conhecer ninguém, leva quem observa a associar os alunos a determinados cursos. A forma como os jovens se vestem e o estilo de vida que adotam são fatores que ajudam a fortalecer estereótipos de universitários concretizados ao longo de anos.
Estudantes que se arrumam formalmente – com camisa e calça social, por exemplo – têm grandes chances de estar cursando Direito ou Administração. Já o uso de jaleco branco remete imediatamente ao acadêmico de Medicina.
Embora o cenário acadêmico tenha mudado bastante nas últimas duas décadas, como as atitudes e os valores dos jovens, muitas das imagens padronizadas das profissões continuam as mesmas. Contudo, engana-se quem pensa que isso é um fator negativo ou que apenas massifica os estudantes.
Identidade
Para o especialista em Psicologia Social e Antropologia e professor da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP) Gilberto Gnoato, seguir o padrão dos colegas de curso faz parte do processo de identificação profissional. Isso corresponde a uma transição da identidade de aluno para a vida adulta, com uma carreira e um papel na sociedade.
A reportagem conversou com universitários de diversos cursos de diferentes instituições de ensino superior para saber como eles se veem e como percebem os estudantes de outras graduações. Confira ao lado quais os grupos mais comuns, seus estilos e comportamentos.

>>>“Nerds” tecnológicos
Roupas casuais, mochila nas costas – de preferência com algum aparelho eletrônico dentro –, livro em uma mão e calculadora científica na outra. Se você imaginou um engenheiro com essa descrição, acertou. Independentemente da área, o estudante de engenharia costuma estar envolto em números e não dispensa um aparato tecnológico. Talvez por isso a imagem de “nerd” seja incorporada até por ele mesmo. “Cara de louco e um livro embaixo do braço. É assim que se identifica quem cursa engenharia”, brinca Osmar Olavo Kober Filho (dentro do carro, de camiseta escura), que estuda engenharia Mecânica na Tuiuti. Esse perfil acaba englobando também quem faz outros cursos da área Tecnológica, como Informática e Tecnologia da Informação. (AS)
>>>Paz, amor e ogrobol
Cursos como História, Filosofia, Design, Jornalismo e Ciências Sociais têm fama de terem os alunos mais descolados e alternativos. Quem visita o pátio da Reitoria da UFPR, por exemplo, vai notar isso pelas roupas e pelas brincadeiras que fazem por lá, entre elas o ogrobol – jogo semelhante ao futebol que usa uma bola de tênis e três pessoas em cada equipe. “É um pessoal mais tranquilo, meio ‘bicho grilo’, que não se preocupa com aparência e fica bastante no pátio da universidade ou no bar”, afirma Gabriel Frigo, aluno de Ciências Sociais na UFPR. Essa tranquilidade também é percebida nos que estudam Psicologia. Além da paciência em ouvir o outro, costumam ter o jeito introspectivo de quem está sempre analisando. De acordo com Natasha Kurtzenbaum, aluna de Psicologia da Faculdade Evangélica do Paraná, quando passam a atender pacientes, os alunos precisam de uma aparência mais séria, então é comum entre as meninas, por exemplo, usar um lenço no pescoço.

>>>Do campo e da natureza
Lidar com os animais e a natureza é com eles. “O povo de Biologia é ecologicamente correto. Muitos que eu conheço vêm para a aula de bicicleta e fazem trabalhos de conscientização”, diz o acadêmico de Medicina da PUCPR Ricardo Sprenger Falavinha Júnior. Médicos veterinários e agrônomos também fazem parte das turmas que costumam estar em contato direto com o meio ambiente e têm um visual característico. Gabriel Frigo, que cursa Ciências Sociais na UFPR, consegue identificá-los pelas botas e roupas surradas, geralmente usadas para ir a fazendas ou atender animais de grande porte. “Quando bato o olho em alguém assim, sei que faz um dos dois cursos.”
>>>Engravatados e bem vestidos
Assim que começam os estágios, os estudantes de Direito e Administração deixam de lado o tênis e a calça jeans e partem para roupas mais formais, pois passam a frequentar ambientes como fóruns e grandes empresas. O que é uma exigência do ambiente de trabalho passa a ser visto por estudantes de outros cursos como certo exibicionismo. “São formais até na forma de se tratar, pois chamam uns aos outros de doutores”, comenta o especialista em Psicologia Social e Antropologia Gilberto Gnoato. Além da aparência, o forte engajamento político é outra característica dos futuros advogados. Matheus Barreto, aluno da Universidade Estadual de Maringá, sente que uma das maiores preocupações dos seus colegas é mudar a sociedade. Em rodinhas de conversa, discussões e reflexões sociais são bastante frequentes. Em geral, o aluno incorpora o estereótipo do curso a partir do 3º ano. A transformação não é percebida apenas pelos estudantes de outros cursos, mas também pela família. “Ouvi dos meus tios que eu nem me formei e já falo e me porto como um advogado”, diz Barreto.
>>>A turma do jaleco
Livros enormes embaixo do braço, olheiras, cara de cansado e jaleco branco a tiracolo. Essas são as características mais visíveis de um acadêmico de Medicina. Por causa da grade horária integral e do volume de conteúdo que precisam estudar, virar a noite em cima de livros – principalmente em época de provas – é regra geral. “Estamos sempre pelos corredores falando sobre o que temos de estudar, mas sabemos bem reservar um tempo para nos divertir. Nossas festas costumam encher sempre. Aquela visão de que aluno de Medicina é ‘nerd’ está ultrapassada”, conta Ricardo Sprenger Falavinha Júnior (ao fundo, no centro), estudante de Medicina da PUCPR. A famosa roupa branca só é usada por eles nos dois últimos anos do curso. Mas o jaleco não se restringe aos futuros médicos, alunos de Odontologia e Enfermagem também desfilam com o modelito, o que faz dessa cor o emblema das graduações de Saúde. “Quando vejo alguém de branco com uma maletinha na mão, logo sei que a pessoa faz Odontologia. Eles sempre a carregam por causa dos instrumentais”, diz o aluno de Medicina da Universidade Positivo Stephan Saab.
Como é o estereótipo relacionado aos estudantes do seu curso? Você se enquadra com ele? Deixe seu comentário.

Papo Universitário discutirá choque de gerações


Marco André Lima / Gazeta do Povo / O evento acontecerá no Teatro Paiol e contará com a presença de três representantes das gerações X e YO evento acontecerá no Teatro Paiol e contará com a presença de três representantes das gerações X e Y
DEBATE

Papo Universitário discutirá choque de gerações

Estudantes podem se inscrever no site do Vida na Universidade. O evento é gratuito e as vagas são limitadas.
A primeira edição do Papo Universitário 2012 acontece no dia 25 de abril, às 20 horas, no Teatro Paiol. Com o tema é X e Y – Choque de gerações, os especialistas convidados discutirão os desafios e os conflitos gerados no convívio entre pessoas de idades diferentes na família, no trabalho e na mobilização social.
O evento contará com a presença de três representantes dessas duas gerações. Os dois primeiros, da “Geração Y”, são Mauricio Cid e Melissa de Miranda. O primeiro é criador do polêmico blog “naosalvo.com.br”, com mais de 20 milhões de pageviews. Já Melissa é autora do livro “Inércia – a Geração Y no limite do Tédio”. A terceira convidada é Eline Kullock, da “Geração X”, presidente do Grupo Foco e consultora de Recursos Humanos especializada nas tendências das organizações relacionadas ao choque entre essas duas gerações.
Como participar
Durante o Papo Universitário você poderá enviar perguntas para os convidados pelo site doVida na Universidade ou pelo Twitter, usando a hashtag #papouniversitario. O evento também será transmitido ao vivo pela ÓTV, canal 11 da NET Digital Curitiba.
Universitários interessados em participar ao vivo do debate podem se inscrever aqui. O evento é gratuito e as vagas são limitadas.
Edições anteriores
As últimas edições do Papo Universitário envolveram milhares de jovens na discussão de temas polêmicos. Em 2011, por exemplo, estudantes debateram a violência e o uso consciente das mídias sociais.
Em 2010, na edição sobre as drogas, assuntos difíceis, como a punição de usuários, foram debatidos de forma franca e aberta. Outro assunto abordado neste ano foi a eleição. Com o tema “Voto Consciente”, campanha do grupo GRPCom em 2010, os jovens foram estimulados a dar sua opinião sobre formas eficientes de pleito.
Em 2009, o trânsito foi o foco principal do bate-papo. Na discussão “Respeito ou Morte”, os universitários falaram das campanhas de conscientização às discussões sobre uma possível “indústria de multas” na cidade.
Também naquele ano, a política foi abordada, com discussões sobre o papel dos políticos e como cobrá-los. Ainda, a Copa do Mundo do Brasil – que acontecerá em 2014 – esteve em debate. Na pauta, uma conversa sobre viabilidade, benefícios e desvantagens do evento em solo brasileiro, em especial em Curitiba.
Serviço
Papo Universitário 2012 
Tema: X e Y – Choque de gerações
Data: 25 de abril
Horário: 20h
Local: Tetro Paiol (Praça Guido Viaro, s/n, Prado Velho).
Inscrições no site do Vida na Universidade.
VIDA NA UNIVERSIDADE | 1:55

Choque de gerações é tema do Papo Universitário

Os desafios da convivência entre a geração Y com a geração X entrarão no debate. Entre os assuntos abordados, a permanência na casa dos pais por muito tempo, o papel das mídias sociais e a inconstância dos jovens no mercado de trabalho.

Rua Bortolo Muraro é pavimentada em Areias

Mais uma rua em Areais recebeu obras de pavimentação com recursos do município
Cerca de 25 mil reais de recursos próprios do município foram investidos em obras de pavimentação na continuação da Rua Bortolo Muraro. As obras executadas pela equipe da Secretaria de Obras do município asfaltaram a via que possui uma extensão de aproximadamente 300m.
Em 2010, ressalta o secretário de obras Dilaor Machado, a Prefeitura Municipal também investiu na mesma região mais de 500 mil reais em pavimentação de outras duas vias dento do Programa Caminho da Escola, o qual pavimenta acessos a estabelecimentos de ensino.
Mais uma rua em Areais recebeu obras de pavimentação com recursos do município

Bradesco anuncia redução dos juros


Banco também vai ampliar limites de crédito em R$ 21 bilhões para pessoas físicas e empresas e bancos de montadoras.

O Bradesco anunciou nesta quarta-feira (18) a redução de juros no crédito para pessoas físicas e empresas. O banco também vai ampliar limites de crédito em R$ 21 bilhões para os dois segmentos e bancos de montadoras. O Bradesco segue o movimento dos bancos públicos, Caixa e Banco do Brasil, que reduziram os juros como estratégia do governo para baixar o spread (a diferença entre o custo que o banco capta recursos e a que ele empresta ao cliente).
Na semana passada, o ministro da Fazenda, Guido Mantega aumentou o tom e disse que os bancos privados têm espaço para reduzir os spreads. Em seguida, o HSBC cortou juros e, na terça-feira (18), o Santander anunciou taxas menores para pequenas empresas.
BB e CEF já comemoram resultados
Uma semana depois do lançamento dos programas de redução de juros, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal já comemoram os bons resultados e afirmam que estão em busca de soluções para melhorar a qualidade e a eficiência do atendimento nas agências
Para os clientes pessoa física do Bradesco haverá redução de taxas nas linhas de financiamento de veículos, crédito pessoal, consignado e aquisição de bens. A taxa do crédito pessoal, por exemplo, cai de 2,66% para a partir de 1,97% ao mês. No financiamento de veículos, a taxa que era de 1,35% passou a ser a partir de 0,97% ao mês.
"Em consonância com os objetivos de estímulo ao crescimento econômico, o Bradesco anuncia hoje redução nas taxas de juros de diferentes modalidades de crédito", destaca o comunicado à imprensa.
O Bradesco ampliou o limite de crédito em mais R$ 15 bilhões, sendo R$ 9 bilhões para pessoas físicas e R$ 5 bilhões para pessoas jurídicas.
Para os bancos de montadoras, o Bradesco informou que vai disponibilizar mais R$ 6 bilhões de limite de crédito. "A medida visa a incrementar a produção e comercialização de automóveis, um setor de grande importância na cadeia de produção do País", destaca o comunicado do banco.
Nas micros e pequenas empresas, o Bradesco criou uma linha de crédito de R$ 1 bilhão para capital de giro e CDC (crédito direto ao consumidor) para aquisição de máquinas e equipamentos. A taxa para essa linha será de 2,90% ao mês, comparada à anterior de 5,56%, segundo o comunicado do banco.

Prefeitos recuam da ameaça e mantêm transporte escolar


Município de Foz do Iguaçu volta a oferecer o serviço para a rede estadual de ensino, interrompido há dez dias, por determinação da Justiça.

Prefeitos do Paraná decidiram nesta quarta-feira (18) não cumprir a ameaça de interromper o serviço de transporte escolar para alunos da rede estadual de ensino. A decisão foi tomada depois do anúncio do governo de aumentar para R$ 80 milhões a quantia repassada para esse fim - mesmo que para isso não tenha transferido ainda nenhuma verba aos municípios este ano. A deliberação aconteceu em uma reunião na sede da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), em Curitiba, que contou com a presença de 17 dos 18 representantes das associações regionais da entidade.
De acordo com a AMP, os municípios gastaram no ano passado R$ 120 milhões para arcar com o transporte escolar de 177 mil crianças da rede estadual de ensino. Como o governo do estado arcou somente com R$58 milhões e os municípios receberam R$40 milhões do Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate) para executar a condução dos alunos, as prefeituras tiveram de bancar com o restante, cerca de R$22 milhões.
Apenas as regiões representadas pelo prefeito de Foz do Iguaçu, Paulo Mac Donald Ghisi (PDT), e o de Pitanga, Altair José Zampier (PR), foram contrárias à resolução. A prefeitura de Foz do Iguaçu, que suspendeu o transporte escolar na cidade há dez dias para pressionar o governo, teve de recomeçar o serviço na manhã desta quarta-feira por determinação da Justiça.
"No ano passado o governo deu um calote de R$400 mil na questão do transporte escolar e, este ano, ainda não fez nenhum repasse para isso. A prefeitura não tem dinheiro para pagar algo que é da responsabilidade do estado", declarou Ghisi na reunião da AMP.
O presidente da AMP e prefeito de Piraquara, Gabriel Samaha, informou que na próxima semana haverá uma reunião com a Secretaria de Estado da Educação (Seed) para ver como as verbas serão distribuídas e rever os critérios de repasse do dinheiro para o transporte escolar. “Queremos que o pagamento seja feito por quilômetro rodado e não pelo número alunos transportados. Do contrário não poderemos bancar esse serviço”, decretou.