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terça-feira, 8 de maio de 2012

Mark Zuckerberg, do Facebook, dá início a roadshow em Nova York


AFP / Mark Zuckerberg, presidente do Facebook.Mark Zuckerberg, presidente do Facebook.O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, respondeu questões sobre a desaceleração no crescimento da receita da maior rede social do mundo e sua compra do Instagram por 1 bilhão de dólares ao dar início a um roadshow em escala nacional nos Estados Unidos para promover a oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) da companhia. A operação é avaliada em US$ 10 bilhões.
Vestindo sua tradicional combinação de blusão de capuz, calças jeans e tênis, o presidente de 27 anos de idade disse que realizaria novamente a compra do Instagram caso fosse necessário, de acordo com pessoas que compareceram ao evento.
Centenas de investidores compareceram à apresentação no Sheraton Hotel, em Nova York, que foi fechada à mídia, nesta segunda-feira (7).
A maior rede social do mundo espera captar cerca de US$ 10,6 bilhões com a operação, superando os IPOs de empresas do setor de tecnologia como o Google e concedendo à maior rede social do mundo um valor de mercado próximo ao da Amazon.
A rede social, que existe há oito anos, começou como um projeto no dormitório de Zuckerberg em Harvard e indicou uma faixa de preços para seu IPO de 28 a 35 dólares por unit na quinta-feira, o que avaliaria a companhia entre 77 bilhões de dólares e 96 bilhões de dólares.
O tamanho do IPO reflete o crescimento da companhia e as expectativas positivas sobre seu potencial de geração de lucro. Muitos investidores dizem que esperam que o Facebook aumente a faixa de preços de sua oferta enquanto o roadshow segue de Nova York para outras cidades importantes, como Chicago, Boston e San Francisco.

O que o Brasil pode copiar da educação chinesa


Medidas específicas podem ser testadas em regime piloto, com boa chance de terem sua adoção recomendada em grande escala

O EXEMPLO ASIÁTICO - A China mostra que a ideia de que não pode haver educação de alto nível em cenário de pobreza é balela. No último Pisa, a província chinesa de Xangai, que tem nível de renda per capita muito parecido com o brasileiro, deu um show
O EXEMPLO ASIÁTICO - A China mostra que a ideia de que não pode haver educação de alto nível em cenário de pobreza é balela. No último Pisa, a província chinesa de Xangai, que tem nível de renda per capita muito parecido com o brasileiro, deu um show (Philippe Lopez/AFP)
Desconfio que, à medida que o crescimento chinês for se mantendo firme em período de crise no Ocidente e sua educação continuar despontando nos primeiros lugares dos testes internacionais, muita gente vai se perguntar se devemos adotar o sistema político-econômico e educacional da China. 
Com o primeiro, apesar de todas as suas virtudes, eu, pessoalmente, não me entusiasmo: para mim, a liberdade é um valor supremo, e a democracia é uma conquista inegociável. 
O sistema educacional, pelo contrário, tem muito mais virtudes do que defeitos, e imagino que você deva estar se perguntando: dá pra copiar? Deveria ser o nosso modelo?
A resposta é não. Sistemas educacionais são frutos orgânicos do desenvolvimento histórico, social e cultural dos países em que estão inseridos, bem como atrelados ao seu projeto de futuro. Faria tanto sentido ao Brasil querer replicar o sistema de Xangai quanto ao Paysandu querer fazer uma cópia do Barcelona de Messi. 
O que dá pra fazer é olhar para algumas medidas específicas e implementa-las em regime piloto em alguns locais do Brasil pra ver se funcionam. Somente depois de testadas empiricamente é que poderiam ser recomendadas em escala.
Se eu fosse um gestor público brasileiro, as medidas que testaria são essas:

MEDIDAO QUE ÉPOR QUE TESTAR
Grupos de estudo de professoresRegime de reuniões semanais e quinzenais dos professores de mesma disciplina, no nível da escola e distrito, para preparar aula e compartilhar melhores práticasHá uma heterogeneidade muito grande no sistema brasileiro e um grau de autonomia exagerado para os maus professores. O grupo de professores ajuda a popularizar melhores métodos e monitorar os piores profissionais e escolas
Implantação de um professor-líder por turmaCada turma tem um professor que é o seu principal responsável, conhece os pais dos alunos, vê se todos vieram à aula, resolve conflitos etc.Permite abolir a chamada. Cria interlocução mais direta com os pais. Aumenta o senso de responsabilidade da escola perante seus alunos.
“Empowered management”As piores escolas têm sua administração substituída por profissionais das melhores escolasResgata a qualidade das piores escolas e ainda beneficia financeiramente as melhores escolas.
Dever de casaEstipular dever de casa escrito a partir do 3º ano, começando com cerca 1,5 horas/dia e chegando até 3h/dia no fim do ensino médio, especialmente em Matemática e Ciências.Toda a pesquisa empírica mostra que o dever de casa é fundamental para a aprendizagem, especialmente em exatas. No Brasil, se faz muito pouco e muito mal. É um ritual ou punição pro aluno, não ferramenta de ensino.
Aulas de 40 minutos com intervalo de 10 minutos entre elasAo contrário do sistema de aulas de 50 minutos sem intervalosOrganiza o calendário de forma realista e coíbe atrasos de professores e alunos
Diminuição de número de funcionários fora de sala de aulaMelhorar a relação professor/não-professor no sistema.O número de funcionários em relação a professores no Brasil é incríveis 5 vezes maior do que em Xangai. Enquanto houver esse inchaço, não sobra dinheiro pra gastar no que é mais importante.
Criação de prêmios para professores e divulgação dos vencedoresOs melhores professores de cada disciplina recebem prêmios em suas escolas, depois competem com os da região, cidade etc.O reconhecimento da comunidade pode ser tão ou mais importante que dinheiro para motivar o professor.
Progressão na carreira vinculada a esforço e iniciativa individualEm Xangai, para ganhar mais, professor tem de não apenas mostrar competência como se comprometer a aumentar significativamente suas horas de treinamentoCria uma contrapartida para o aumento, alinhando o interesse do professor com o do aluno. E torna a promoção uma iniciativa individual, sem requerer negociações coletivas desgastantes.
Treinamento para diretores e professoresNinguém pode se tornar diretor de escola sem curso de administração escolar. E todos os professores passam por treinamento nas férias, todos os anos.
A função de diretor é fundamental para o bom andamento das escolas, mas os diretores brasileiros não são preparados para o cargo. Dependemos do talento e perseverança de cada um.
Os professores precisam de atualização e acompanhamento constantes para que suas aulas não estagnem.
Criar fóruns online para professoresEspaços na internet em que o professor pode interagir com colegas e com experts pedagógicos da sua área da prefeituraDiminuir o isolamento e sensação de abandono dos professores, criar uma rede colaborativa, disseminar melhores práticas de ensino e tirar dúvidas
Ter data show em sala de aula e disponibilizar materiais onlineInstalar aparelho de projeção, cuja imagem ocupa parte da parede antes destinada ao quadro negroA instalação do datashow aproveita melhor o tempo em aula, evitando a cópia. A disponibilização de material online ajuda mesmo os piores professores a dar uma aula competente.
Criação de currículoFazer com que todos os professores da sua rede saibam o que têm de ensinar, aula a aula, e as competências que o aluno deve dominar ao fim de cada bimestreÉ impossível ter uma rede com ensino de qualidade se cada escola pode ensinar da maneira que quiser e sem clareza sobre o que precisa ser atingido
Fazer escolas de um ciclo sóTer escolas que sejam de 1º ao 5º ano, outras do 6º ao 9º e outras pro Ensino MédioPermite número maior de turmas por série e a criação de grupos de estudo de professores

Escola na China aplica injeção em alunos para aumentar seu rendimento



Ação polêmica aconteceu em escola na cidade chinesa 

de Xiaogang.

Médicos aplicam injeção com aminoácidos dentro da sala de aula.

Uma experiência médica tem provocado polêmica na China: estudantes estariam tomando injeções intravenosas para se sair bem no vestibular. As experiências médicas sempre foram comuns na China, mas dessa vez estão provocando muitas discussões.
Uma escola em Xiaogang está usando injeções com aminoácidos para aumentar a energia dos estudantes, e isso é feito em plena sala de aula. Os médicos garantem que isso não faz mal aos alunos.
Chegar a uma boa universidade é visto pelos chineses como um caminho para o sucesso, e o vestibular no país é extremamente competitivo.

A rotina que faz bem às crianças


Daniel Castellano / Gazeta do Povo / André e Sandra Barbian têm horários definidos a serem seguidos pelos filhos Luanna e André JúniorAndré e Sandra Barbian têm horários definidos a serem seguidos pelos filhos Luanna e André Júnior
DISCIPLINA

A rotina que faz bem às crianças

Há quem pense que horários definidos servem para colocar as crianças nos eixos, mas a sua utilidade vai além disso. O hábito é importante para o bom desenvolvimento dos jovens.
Ensinar uma criança a ter autonomia, segurança e estabilidade e levar isso para a vida adulta não é tarefa fácil. A rotina mostra-se uma grande aliada de pais e educadores que têm esse objetivo. No entanto, enquanto as escolas costumam ter organizados os horários para todas as atividades, em casa, a organização de tempo costuma deixar muito a desejar.
Sem horário definido para acordar, para a alimentação, higiene ou lazer, é comum a criançada apresentar quadros com algum grau de ansiedade e insegurança. Isso acontece porque a infância é a fase da vida em que muitas transformações cena e a instabilidade já se apresenta internamente. “O mundo externo tem de ser organizado para que o potencial biológico da criança se desenvolva [bem]”, diz a pedagoga Sandra Dias Costa, professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e doutoranda em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Diálogo único
Alguns acontecimentos podem tumultuar a rotina das crianças. Cabe à família se organizar para evitar prejuízos aos pequenos:
Em casas separadas
Quando o pai vai para um lado e a mãe para o outro, muitas vezes a criança divide seu tempo entre os dois e, em alguns casos, ganha mais uma casa para morar. Mesmo que a relação entre os pais tenha acabado, ambos precisam definir a rotina da criança e colocar em prática o que foi combinado.
Breaks
As férias e os fins de semana costumam ser sinônimo de descanso, mais lazer e menos responsabilidades. Mas não é recomendável deixar as crianças totalmente livres. Ao menos uma rotina básica, com horários para alimentação e sono não muito diferentes do habitual, ajuda a evitar que a segunda-feira ou a volta às aulas seja um sofrimento.
Sem consenso
Os pais determinam alguns compromissos, porém o cuidador não cumpre, a tia burla e a avó contesta. Essas divergências familiares são comuns, mas atrapalham a educação e a rotina dos pequenos. “Para dar certo, todos têm de ser parceiros e falar a mesma língua”, diz a pedagoga Sandra Dias Costa.
É preciso afeto e flexibilidade
A palavra rotina não deve estar ligada à disciplina rígida e não pode ser estabelecida de forma severa. A pedagoga Sandra Dias Costa explica que a definição de horários e compromissos deve ser feita com afetividade e flexibilidade, de forma que a criança sempre se sinta em um ambiente organizado e possa entender que a rotina pode ser modificada. “Muitas crianças têm agendas cheias de atividades que nem sempre são desejadas. A família precisa conversar e se organizar. Todos devem falar a mesma língua, lembrando que o exemplo dos pais vale muito”, diz.
Para avaliar se a rotina está adequada à criança, alguns sinais podem ser observados. “O cansaço, o ritmo de sono e a alimentação e como a criança está respondendo a isso podem mostrar se ela está conseguindo se adaptar ou não. Às vezes, ela pode apresentar também problemas de retenção de fezes e dificuldades em usar o banheiro”, lembra a psicóloga Manuela Christ Lemos.
Competências
É preciso tentar manter o imprevisível dentro da previsibilidade. “As crianças chegam sem maturidade neurológica ou psicológica em um mundo social já construído. É a rotina que passa segurança e estabilidade e permite que meninos e meninas construam as próprias referências e desenvolvam autonomia”, diz Sandra. Além de questões do desenvolvimento cognitivo, uma rotina bem estabelecida também contribui para estimular competências sociais. Aí entram a pontualidade e a organização nos estudos ou no trabalho, por exemplo.
Para a psicóloga Manuela Christ Lemos, a rotina é essencial também para que a palavrinha mais falada nos últimos tempos relacionada à educação seja assimilada: limites. O hábito seria a base para estruturar os limites. Por meio da rotina, a criança aprende que não tem acesso a tudo o que quer, na hora que bem entende. “Assim ela vai aprendendo a vivenciar as frustrações e percebendo o que é realidade e possível e o que é fantasia ou desejo”, afirma a psicóloga, que é especialista em Terapia Cognitiva Comportamental.
Desde bem pequenos, Luanna e André, 11 e 9 anos, respectivamente, aprenderam com os pais que os compromissos não podem ser deixados para depois, como conta sua mãe, Sandra Mara Barbian, 44 anos. Enquanto André sofre para acordar cedo para as aulas de futebol, Luanna tem a semana dividida entre escola, natação, catequese e aulas de inglês. Mas há espaço para ajustes em alguns horários. “Eles reclamam quando estão cansados para estudar e pedem para continuar no dia seguinte. Às vezes paramos para relaxar e retomamos depois. Mas eles estão bem cientes de que não têm outro caminho: é preciso estudar”, diz.

Menina de dez anos está desaparecida desde sexta-feira em Porto Amazonas


Sicride/Divulgação /
CAMPOS GERAIS

Menina de dez anos está desaparecida desde sexta-feira em Porto Amazonas

Ainda não há pistas sobre o paradeiro de Stefani Vitória Rochinski, que foi à escola na tarde de sexta ( 4) e não voltou mais para casa.
A menina Stefani Vitória Rochinski, de dez anos, saiu de casa em Porto Amazonas (Campos Gerais) na manhã da última sexta-feira (04) para ir a escola e não voltou mais. As buscas estão sendo feitas desde a tarde do dia do desaparecimento, mas ainda não há pistas sobre o paradeiro da criança. Stefani saiu do sítio onde mora às 6h50 da manhã de sexta para tomar o ônibus que a levaria até o Colégio Estadual Coronel Amazonas, no centro da cidade. O ponto do ônibus fica distante cerca de um quilômetro da casa.
Ela vestia uma calça preta do uniforme escolar, uma blusa roxa, tênis brancos e carregava uma mochila marrom. “Nós temos, apenas, a informação de uma testemunha que disse ter visto a menina no ponto de ônibus [nas proximidades da Escola Estadual Deputado Olívio Belich] por volta das 7h00”, afirma a coordenadora do Conselho Tutelar de Porto Amazonas, Rafaela Sotoski. No entanto, a menina nem sequer chegou a embarcar no ônibus escolar.
“Na sexta-feira à noite e no sábado pela manhã, um carro de som circulou pela cidade informando do ocorrido. A população tem nos ajudado bastante. Populares estão fazendo buscas na mata próxima ao sítio”, relata Rafaela. A procura pela menina envolve, também, as polícias militar e civil da cidade, o Corpo de Bombeiros e o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride) do estado do Paraná.
Quem tiver alguma pista ou informação sobre a menina pode ligar diretamente para o Sicride no telefone: (41) 3224-6822.