Páginas

Quem sou eu

Minha foto
Professor de Língua Portuguesa na Rede Estadual de Ensino - Governo do Paraná

sábado, 12 de maio de 2012

Richa propõe reajuste de 5,1%


O governo do Paraná enviou à Assembleia Legislativa projeto de lei que reajusta em 5,1% o salário de todos os 151 mil servidores ativos, 72 mil aposentados e 25 mil pensionistas. O porcentual é equivalente à inflação acumulada nos últimos 12 meses, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A proposta, encaminhada na quinta-feira, será analisada e votada pelos deputados estaduais a partir da próxima semana e só passará a valer depois de aprovada pelo Legislativo e sancionada pelo governador Beto Richa (PSDB).

Porém, os sindicatos que representam os funcionários estaduais criticaram a política salarial, principalmente porque Richa sancionou no último dia 1.º um aumento de 10,3% ao salário mínimo regional, que vale para trabalhadores sem acordo coletivo de trabalho, como agricultores e empregadas domésticas.
Reajuste
10,3% foi o reajuste do salário mínimo regional, determinado pelo governo e pago pela iniciativa privada a algumas categorias.
“O governo diz: ‘olha patronato, vocês vão ter que dar 10,3%. Mas para meus trabalhadores, eu vou dar 5%’. Estamos decepcionados. Ele devia se auto impor o mesmo índice, até para dar exemplo”, reclamou o coordenador Fórum das Entidades Sindicais do Paraná, Heitor Rubens Raimundo.
Segundo ele, os servidores estaduais acumulam perdas salariais de mais de 100% desde o governo de Jaime Lerner e conseguiram estabelecer uma política de recuperação gradual durante os oito anos de mandato de Roberto Requião. “Este governo precisa restabelecer um calendário de recuperação. É necessário se preocupar com esta questão”, comentou.
O secretário da Admi­­nistração e Previdência, Luiz Eduardo Sebastiani, destacou que o estado está fazendo um grande esforço para observar o limite prudencial de gastos com pessoal previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), de 49% da Receita Corrente Líquida.

Feliz Dia da MÃES para TODOS!!!!!





Obrigado MÃE!!!!!!

MÃE! A Senhora foi exemplo de esposa, exemplo
 de MULHER e exemplo de PESSOA, e claro, o melhor exemplo de MÃE que alguém poderia dar. 
Vou batalhar muito para seguir os seus passos
 e se eu conseguir isso estarei tranquilo,
 pois estarei trilhando o caminho
 da dignidade, bondade, perseverança, disciplina e do AMOR.
MÃE! Todas as palavras que eu poderia dizer-lhe,
não seriam suficiente para exprimir
0 que realmente sinto. Por isso dedico-lhe
todas as minhas ações até o último
 dia de minha vida e prometo nunca desonrá-la,
 serei sempre fiel a tudo que me ensinou.

Seu Filho que te AMA MUITO,
Anderson Luiz Ferreira da Silva.

Aluguéis sobem 13%; inadimplência dispara


Daniel Castellano/ Gazeta do Povo / Apartamento para alugar: imobiliárias investem na conciliação para não deixar imóveis vaziosApartamento para alugar: imobiliárias investem na conciliação para não deixar imóveis vazios
MERCADO IMOBILIÁRIO

Porcentual de mensalidades em atraso foi de 3,2% para 5,2%. Empresários do setor temem ser afetados por um aumento generalizado no calote.

A inadimplência no pagamento de aluguel entre os meses de fevereiro e março aumentou 61,53%. O índice de atraso maior que 30 dias no pagamento passou de 3,2% para 5,2%. Foi a primeira vez o índice cresceu, desde 2010. Para as entidades do setor, aumento foi pontual e ainda não representa uma tendência. No entanto, o atraso no pagamento de outras esferas do varejo pode influenciar o pagamento do aluguel.
De acordo com dados da Serasa Experian, a inadimplência do consumidor entre fevereiro e março também aumentou. A alta foi de 4,9%. Foi a primeira elevação do ano, de acordo com a entidade. “Não somos uma ilha. Se houver inadimplência generalizada, nós também seremos afetados”, comenta Luiz Valdir Nardelli, presidente do Secovi. Para ele, o aumento em um mês não é representativo, mas reflexo de uma situação específica. “Em janeiro e fevereiro há muitos gastos extras, como impostos e viagens, e achamos que o pessoal pode ter se apertado”, comenta.
Precauções
Imobiliárias antecipam cobrança e aumentam rigidez no cadastro
Não foram todas as imobiliárias que sentiram o atraso no pagamento dos aluguéis. A severidade na hora de fazer o cadastro é a medida tomada pela maioria das empresas para evitar a falta de pagamento no futuro. “Nós somos rígidos para aprovar o cadastro e por isso não sentimos qualquer alteração nos últimos meses. Mas estamos preparados. Se a pessoa deixa de pagar o aluguel é porque já está devendo em outros lugares e temos a estratégia de chegar rápido ao inquilino para receber o quanto antes”, conta Marília Gonzaga, diretora da Imobiliária Gonzaga. Na empresa, três dias de atraso já são suficientes para que o setor de cobrança procure o locatário.
O setor de aluguel da Habitec sentiu o atraso no pagamento nos imóveis comerciais. “Foi de fevereiro para março. Alguns clientes que nunca haviam atrasado, que não tem histórico de falta de pagamento acabaram atrasando”, comenta Sariva Lima, gerente de locação da empresa. A imobiliária optou por negociar com os clientes inadimplentes. “Estamos tentando entender o que aconteceu para o atraso, para evitar chegar até o jurídico e manter o contrato”, explica. (TB)
Preço sobe em busca de mais rendimento
Apesar do aumento no preço dos aluguéis, investir em imóveis para locação pode não ser a melhor escolha para quem procura rentabilidade maior. Isso porque, quando comparado com outros investimentos de renda fixa como, por exemplo, títulos públicos do tesouro, fundos de investimento ou debêntures, o aluguel tem se desvalorizado como investimento. Segundo o economista Luciano D’Agostini, doutor em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), a rentabilidade do aluguel – de 0,5% ao mês, que equivale a 6,17% ao ano – em comparação com o preço total do imóvel tem diminuído bastante ao longo do tempo, desvalorizando o investimento de quem compra imóveis para locação. “Uma pessoa que adquire um imóvel por R$1 milhão dificilmente conseguirá alugá-lo por R$ 10 mil, valor que equivale a 1% do valor total”, explica. Para D’Agostini, o aumento dos aluguéis é uma tentativa de elevar essa rentabilidade defasada. “É importante ressaltar que o preço dos aluguéis tem uma importante restrição que vem do salário dos trabalhadores, que não cresceu no mesmo patamar”, diz. O reflexo desse desequilíbrio é o crescente índice de endividamento das famílias, que ocorre paralelamente ao aumento da inadimplência, alerta o economista. (CJ)
O endividamento já compromete 42,87% da renda das famílias, de acordo com dados de 2011 do Banco Central. “A realidade do último mês, levando em conta o pagamento do aluguel, só comprova que a inadimplência está em níveis de alerta. As famílias estão endividadas e não conseguem arcar com todas as despesas”, comenta Luciano D’Agostini, economista e doutor em desenvolvimento econômico. Para ele, a falta de pagamento reforça que o preço do aluguel tem um limite. “A inflação dos aluguéis não combina, a longo prazo, com a inflação dos salários, ou seja, não tem uma relação de equilíbrio. Se a taxa de crescimento da inflação dos alugueis for maior do que o salário dos trabalhadores ano a ano, chegará um momento que não haverá renda salarial suficiente para pagar o aluguel”, explica.
O acumulado dos últimos 12 meses aponta uma elevação de valores que ultrapassam os índices da inflação, da qual o valor do aluguel está indexado. Nas locações de imóveis residenciais, o preço do aluguel subiu 11,04%. Nos comerciais o aumento chegou a 15,91%. A alta dá sinais de arrefecimento. Desde janeiro, esse índice tem sido menor e baixou 1,78% entre março e fevereiro. “Nossa expectativa para 2012 é que os preços se acomodem. Eles aumentaram muito durante o ano passado, porque havia um desajuste com relação ao preço para compra e venda”, explica Nardelli.
A possibilidade de um aluguel caro ter gerado a falta de pagamento não é levada em conta pelo Secovi. “Quem pagou um valor de aluguel em janeiro deveria conseguir pagar em março. Por isso é que a situação não deve ser corriqueira”, defende.
Tendência
No entanto, para o Secovi, apenas se o índice de inadimplência continuar aumentando nos próximos meses é que haverá motivo para preocupação. “Nos últimos dois anos, é a primeira vez que a inadimplência sobe. Se, no próximo mês, não retornar aos patamares costumeiros, aí sim podemos falar que a inadimplência será um problema para o setor de locação”, afirma Nardelli.
A média de inadimplência vem caindo nos últimos três anos. Em 2009, ficou em 3,3%; em 2010, 2,5% e 2,1% em 2011. “Nossa série histórica mostra que a tendência é de estabilidade ou queda. Não é um mês diferente que vai deixar o mercado alarmado”, considera.
A Lei do Inquilinato, que mudou em 2010, tornou mais ágil a ações de cobrança e despejo. “A regra está mais severa e ninguém quer o despejo. Por isso,achamos que a inadimplência não vá continuar”, diz Nardelli.


Noivas movimentam a Rua XV de Novembro


Flávia Alves/Gazeta do Povo / Revista com as fotos será publicada no dia 24Revista com as fotos será publicada no dia 24
CURITIBA

Produção de moda do Viver Bem levou noivas para o calçadão.

O Viver Bem Moda & Beleza, da Gazeta do Povo, movimenta a Rua XV de Novembro nesta tarde de quarta-feira. Noivas fazem pose para o fotógrafo Alexandre Mazzo, que prepara o editorial de capa da revista, com circulação no dia 24 de maio.
As noivas estão com vestidos elaborados por estilistas de Curitiba. A escolha do local para as fotos se deve a comemoração dos 40 anos do fechamento da rua para carros.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Ministro espera que Câmara aprove Plano Nacional de Educação este mês


A matéria só precisa ser votada na comissão especial, mas, se houver um requerimento com pelo menos 53 assinaturas, também será apreciado em plenário

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante na Itália

De acordo com o ministro, o trecho mais sensível do projeto de lei é o financiamento da educação. Mercadante disse que o governo propôs atrelar 7% do Produto Interno Bruto (PIB) à educação, enquanto a comissão quer um valor entre 7,5% e 8%
Rio de Janeiro – O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse hoje (7) que espera que o Plano Nacional de Educação seja votado e aprovado ainda este mês pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados, criada para analisar o projeto de lei. Segundo ele, é importante que o plano seja aprovado na própria comissão, sem que seja necessário ir ao plenário da Casa.
Pelo regimento, a matéria só precisa ser votada na comissão especial, mas, se houver um requerimento com pelo menos 53 assinaturas, o projeto também será apreciado em plenário.
Para Mercadante, caso o projeto de lei precise ir a plenário, a votação do plano – que prevê metas para a educação brasileira até 2020 e foi encaminhado ao Congresso no início do ano passado – sofrerá um grande atraso. Isso porque, segundo Mercadante, muitos deputados federais começarão a focar em suas campanhas eleitorais para prefeituras, o que retardará a pauta na Câmara.
“Se for possível chegar a um entendimento no âmbito da comissão, facilita muito. Se houver recurso ao plenário, as dificuldades são maiores, porque, como é ano eleitoral, tem muitas matérias que trancam a pauta e quanto mais próximo da eleição estivermos, menor será a produtividade do Legislativo. É um plano decenal. Já perdemos 2011, não podemos perder 2012”, ressaltou o ministro, ao participar de uma mesa-redonda durante a palestra do economista James Heckman, vencedor do prêmio Nobel de Economia 2000, na Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.
De acordo com o ministro, o trecho mais sensível do projeto de lei é o financiamento da educação. Mercadante disse que o governo propôs atrelar 7% do Produto Interno Bruto (PIB) à educação, enquanto a comissão quer um valor entre 7,5% e 8%.
Segundo Mercadante, a única forma de passar dos atuais 5% do PIB com gastos em educação para os 7,5%, 8% defendidos pela Comissão da Câmara é usar recursos do petróleo do pré-sal brasileiro. “Se nós vincularmos uma parte substantiva dos recursos do pré-sal à educação, ciência e tecnologia, vamos ter uma fonte segura, de longo prazo.”
Mercadante participou de o ministro também fez um balanço sobre os desafios da educação brasileira. Entre eles está a ampliação da oferta de vagas em creches e pré-escolas do país. Atualmente, as creches atendem 23,6% das crianças, enquanto a pré-escola atende a 80,1%.
A meta do plano nacional é chegar a 50% no caso das creches e a 100% no caso da pré-escola. “O problema é que apenas 3% das crianças em extrema pobreza estão em creches. Ou seja, as crianças que mais precisam não estão na creche. Esse é justamente o foco da presidenta Dilma [Rousseff]”, explicou.
No caso do ensino médio, onde há grande taxa de evasão e distorção idade-série, o governo pretende investir na melhoria da qualidade do ensino. Segundo o ministro, uma das propostas é criar um ambiente de internet dentro das salas de aula. Uma das medidas do governo será distribuir tablets (computadores de mão) para 600 mil professores de todo o país.

Dorinha participa de ato estudantil pelos 10% do PIB para a Educação



 
A deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (Democratas/TO) participou nesta quarta-feira, 09, de um ato da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) “PNE já! 10% do PIB para a Educação e 50% do Fundo Social do Pré-sal para Educação, Ciência e Tecnologia”, na Câmara Federal.

O ato foi para pressionar os parlamentares pela aprovação imediata do Plano Nacional de Educação (PNE), em tramitação na casa desde 2010, com a destinação de 10% do PIB em educação e 50% dos Royalties e do Fundo Social do Pré-sal para Educação, Ciência e Tecnologia.

“O nosso País é muito desigual. É preciso que o Governo entenda que o Brasil precisa de mais recursos para oferecer uma educação de qualidade e mudar esse quadro de desvalorização do professor. Se o Governo realmente quisesse, criaria um pacto no País que vai além de partidos políticos para mudar realmente os resultados da Educação”, disse Professora Dorinha, que fez um chamamento a todas as entidades de organização estudantis e voltadas para a Educação para se mobilizarem pelos 10% do PIB.

Para a União Brasileira dos Estudantes (UBES), o PNE é a principal ferramenta para garantir o acesso a uma educação pública de qualidade, um documento estratégico, que deve ser valorizado, principalmente, por ter sido construído pela sociedade civil e que passou por todas as conferências estaduais de educação, que aprovaram com grande força os 10% do PIB para a Educação.

Pelo relatório do deputado Angelo Vanhoni (PT), o financiamento direto para a Educação chegará ao limite de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 10 anos. Uma das promessas de campanha da presidente Dilma era alcançar os 7% de investimento na Educação ainda em seu mandato, o que, de acordo com a deputada Dorinha, não será cumprido, uma vez que o PNE tem um prazo de 10 anos. 

Anuário Brasileiro da Educação Básica 2012
Professora Dorinha também participou do lançamento da primeira edição do Anuário Brasileiro da Educação Básica. Formulado pelo movimento Todos Pela Educação – que congrega sociedade civil organizada, educadores e gestores públicos em torno do direito à educação básica de qualidade –, o anuário é um panorama do setor, com compilação de análises e dos dados oficiais mais recentes.

Segundo a parlamentar, o anuário é lançado num momento importante vivido pela Educação brasileira, em meio às discussões do PNE e que servirá de balizador nas questões da área. 

Governo promete corrigir irregularidades no "Minha Casa"


Ministério Público do Trabalho do Interior de São Paulo recebeu uma denúncia dos trabalhadores de uma obra do projeto "Minha Casa, Minha Vida" na última sexta-feira.

O Ministério das Cidades afirmou, em nota, que entrou em contato com a Caixa Econômica Federal sobre a denúncia de mão de obra análoga à escravidão, e que as medidas para correção de todas as irregularidades serão tomadas.
O Ministério Público do Trabalho do Interior de São Paulo recebeu uma denúncia dos trabalhadores de uma obra do projeto "Minha Casa, Minha Vida", na última sexta-feira (4) e agentes fiscais do órgão constataram a situação de exploração da mão de obra.
Segundo a assessoria do MPT, os operários estariam trabalhando mais de 15 horas por dia e sem receber o valor integral de salário.
O Ministério das Cidades afirma também que a fiscalização das verbas destinadas ao projeto do Governo Federal, "Minha Casa, Minha Vida", é feita pela Caixa Econômica.
A Caixa Econômica Federal se posicionou no início da tarde da última quinta-feira, 10, que faz parte de sua política de crédito não conceder verbas às empresas cadastradas pelo Ministério do Trabalho e do Emprego como aproveitadores de mão de obra escrava. Segundo a instituição, a contratação dos funcionários de obras financiadas pelo banco é de responsabilidade da Geccom Construtora Ltda. A CEF afirma que ainda não foi notificada pelo Ministério do Trabalho sobre a situação dos operários em Fernandópolis.

Governo libera R$ 533 milhões para implantação de centro de alerta de desastres naturais


A lei, com a destinação dos recursos, foi publicada nesta sexta-feira (11) no Diário Oficial da União.

Saiba mais
Os ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação; da Defesa e da Integração Nacional vão receber crédito extraordinário de R$ 533,5 milhões para a implantação do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais e ações de defesa civil. A lei, com a destinação dos recursos, foi publicada nesta sexta-feira (11) no Diário Oficial da União.
O diário também traz publicada portaria autorizando a transferência de recursos para ações de defesa civil ao governo da Bahia, no valor de R$ 10 milhões, para a execução de ações de socorro e assistências às vítimas da estiagem. Os recursos também serão empregados no restabelecimento de serviços essenciais e serão repassados em parcela única.
Outra portaria autoriza repasse ao município de Coração de Jesus (MG), no valor de R$ 250 mil, para a execução de obras de recuperação de danos causados por desastres. Conforme cronograma de desembolso, a liberação será feita em duas parcelas.

Dilma é a 2º mãe mais poderosa do mundo, segundo Forbes


Presidente fica atrás somente da secretária de Estado americana, Hillary Clinton.

A presidente Dilma Rousseff apareceu em segundo lugar numa lista das 20 mães mais poderosas do mundo. O ranking, divulgado na quinta-feira (10), foi elaborado pela revista americana "Forbes". Dilma fica atrás somente da secretária de Estado americana, Hillary Clinton.
No perfil, a Forbes destaca que Dilma, de 64 anos, é divorciada e tem apenas uma filha. Paula Rousseff Araújo nasceu em 1976 e é mãe do pequeno Gabriel, que nasceu durante a campanha presidencial de Dilma, em setembro de 2010. A lista da revista é divulgada em homenagem ao Dia das Mães, que tanto nos EUA como no Brasil é celebrado no segundo domingo de maio.
Roberto Stuckert Filho/Arquivo PR
Roberto Stuckert Filho/Arquivo PR / Dilma segura o neto, Gabriel, ao lado da filha, Paula, em evento realizado no ano passadoAmpliar imagem
Dilma segura o neto, Gabriel, ao lado da filha, Paula, em evento realizado no ano passado
"Mães poderosas precisam desenvolver estratégias únicas para ter sucesso tanto nas salas de reunião quanto nos quartos de brinquedos", lembra a Forbes. "Muitas das mães da lista reconheceram publicamente as dificuldades decorrentes de ser mãe e profissional".
A indiana Indra Nooyi, presidente-executiva da Pepsi, é a terceira na lista. A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, aparece na sétima colocação.