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Professor de Língua Portuguesa na Rede Estadual de Ensino - Governo do Paraná

sábado, 16 de junho de 2012

Taxa de recusa de transplante de órgãos é de 48% no Paraná

Vida e Cidadania

Sábado, 16/06/2012
Roberto Custódio/ Jornal de Londrina
Roberto Custódio/ Jornal de Londrina / Unidade de Transplantes em Londrina: quase metade das famílias decide por não doar órgãos no Paraná Unidade de Transplantes em Londrina: quase metade das famílias decide por não doar órgãos no Paraná
Doação

Taxa de recusa de transplante de órgãos é de 48% no Paraná

Quase metade das famílias que perderam seus entes queridos neste ano não autorizou a retirada dos órgãos para transplantes
Tomar uma decisão importante em um momento de luto não é tarefa fácil. No Paraná, das 83 famílias que tinham pacientes com morte encefálica declarada no primeiro trimestre deste ano, 40 disseram não às equipes de captação de órgãos e tecidos. A taxa, de 48%, é menor que a nacional, de 64%. Os índices fazem parte de um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO).
Nos 24 estados brasileiros, mais o Distrito Federal, que fazem transplantes (Amapá e Tocantins não dispõem do serviço), das 827 famílias abordadas no primeiro trimestre, 528 não autorizaram a retirada de órgãos dos parentes. A taxa cresceu nos últimos três anos, passando de 21% em 2009 para 34% em 2011. Essa tendência se manteve no Paraná: de 28% de negativas em 2009 para 46% em 2011.
Crescimento
Apesar da barreira familiar, número de transplantes cresce
Segundo dados da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) e da Secretaria Estadual de Saúde, o número de transplantes está em crescimento, apesar de algumas barreiras que ainda persistem, como as condições clínicas do paciente, a falta de infraestrutura para a retirada dos órgãos e a própria negativa das famílias.
De 2009 a 2011, conforme observado pela ABTO, a quantidade de transplantes cresceu 10% no país, passando de 42.827 procedimentos para 47.108. O número inclui o transplante de órgãos, como o coração, de tecidos, como a córnea, e de medula óssea.
No Paraná, um comparativo dos primeiros cinco meses deste ano com o mesmo período dos anos de 2011 mostra um avanço de 55% no número de transplantes. De janeiro a maio deste ano, 230 transplantes foram efetuados no estado.
O Paraná tem 87 centros de transplantes e, conforme dados da Central Estadual de Transplantes, quatro aeronaves do governo estadual à disposição das equipes médicas.
Como no Brasil 95% dos transplantes são realizados pelo Sistema Único de Saúde, o Ministério da Saúde lançou no início deste ano um suplemento de recursos à rede hospitalar. Os hospitais que fazem quatro ou mais tipos de transplantes poderão receber um incentivo de até 60% em relação ao gasto com os procedimentos de transplantes já pagos pelo ministério.
A meta do governo federal é aumentar o índice nacional de doadores de 11,4 doadores por milhão de habitantes para 15 doadores por milhão em 2015.
Em família
Quem pretende doar órgãos deve conversar sobre o assunto com a família. Outra forma é fazer uma escritura pública dispositiva de direitos do corpo, da personalidade e gestão patrimonial. A escritura pode ser oficializada em qualquer tabelionato apresentando documentos pessoais, e custa em média R$ 100.
Declaração em família
Você já declarou a seus familiares a intenção de doar ou não os órgãos em caso de morte?
Escreva para leitor@gazetadopovo.com.br
As cartas selecionadas serão publicadas na Coluna do Leitor.
As diferenças são grandes entre os estados. De janeiro a março deste ano, no Maranhão, houve 100% de recusas, enquanto em Rondônia não houve negativas. A diretora da Central de Transplantes do Paraná, Arlene Terezinha Badoch, diz acreditar que a recusa tem inúmeras razões. “Em primeiro lugar, a família não doa porque desconhece a vontade do parente em vida, mas há ainda o temor pela demora em se poder fazer o funeral, o fato de acreditar que o corpo ficará deformado, o medo quanto à credibilidade do hospital e as crenças religiosas”, comenta.
A consolidação do sistema de captação e de transplantes também interfere na decisão. Para o presidente da ABTO, José Medina Pestana, em estados como Amazonas, Sergipe e Bahia, que ainda não operam com a capacidade máxima de suas centrais de transplantes, as negativas são mais frequentes. “Elas não conhecem direito o serviço e tendem a recusar”, comenta.
Abordagem
A forma de abordar a família é um ponto importante. Conforme o membro da diretoria da Associação Internacional de Bioética José Eduardo de Siqueira, muitas vezes a abordagem é equivocada. “Se a família fosse bem acolhida, e por uma equipe multidisciplinar, poderíamos melhorar esses índices”, diz. Conforme Medina, a ABTO faz treinamentos constantes de abordagens de equipes médicas.
A psicóloga Patrícia Bertoncini, que faz a captação de órgãos no hospital Bom Jesus de Ponta Grossa, acrescenta que a família é informada, passo a passo, do estado de saúde do paciente e pode até acompanhar a realização de alguns exames. Quando é constatada a morte encefálica, os parentes são chamados para tomar a decisão. “Eles ou autorizam a doação ou esperam o coração parar. Mas, essa notícia é dada durante todo o processo de reação do paciente à medicação e à sedação, não é de repente. Nós também fazemos o acompanhamento psicológico dos familiares”, explica.
Em algumas ocasiões, é difícil entender que o coração do ente querido bate, enquanto a morte encefálica já foi constatada. Por isso, conforme o professor de Bioética da Universidade Positivo Cícero Urban, muitas famílias não aceitam a retirada dos órgãos. Há ainda, conforme a psicóloga Patrícia, a questão religiosa. “O familiar acredita que vai haver um milagre e o parente vai voltar a viver”, diz.
Experiência
“Fizemos a coisa certa”, diz irmã de doador
No mesmo instante em que souberam da morte cerebral do jornalista Vítor Hugo Grossl Gonçalves, que residia em Ponta Grossa, os seus familiares, que são de Santa Catarina, avisaram aos médicos que queriam doar todos os órgãos possíveis. Ele tinha 24 anos quando sofreu um acidente de carro em direção a uma formatura em Santa Catarina. Ficou 48 horas em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Joinville. “Fizemos a coisa certa, isso não conforta a gente na hora da dor, mas ajuda bastante”, comenta a irmã de Vítor, Valéria Grossl Gonçalves.
Em vida, Vítor não havia comentado com a família que queria ser doador de órgãos, mas os parentes entenderam que esta seria a melhor alternativa. Quase todos os órgãos foram doados, menos o coração e a pele, porque não houve tempo hábil, e o pulmão, afetado no acidente. “Não tenho ideia de quantas pessoas receberam os órgãos, mas soubemos que apenas os ossos que foram doados iriam servir para atender 500 pessoas porque eles são triturados no banco de ossos”, acrescenta Valéria.
Com a retirada dos órgãos, o corpo de Vítor teve de ficar dois dias a mais no hospital. “As pessoas nos ligavam e queriam saber do velório, mas tínhamos de explicar a situação”, comenta. Ela cita ainda que o corpo de Vitor ficou sem deformações no caixão. “O hospital fez de um jeito que não deu para perceber que os órgãos tinham sido retirados”, explica.

Copa Tamandaré de Futsal _ Grande Final Roma x Tsunami



 A Copa Tamandaré de Futsal teve sua conclusão na noite do dia 15 de Junho, com a excelente Equipe  do Cascavel ficando em 3º lugar,ganhando de outra maravilhosa equipe(do Parquinho) numa partida dramática, consagrando o artilheiro do Campeonato Paulo Sérgio, com 17 gols.
        A grande Final entre as equipes: Roma de Almirante Tamandaré e Tsunami de Tranqueira. Felizmente Tranqueira o título ficou por lá mesmo. Uma partida eletrizante, o Roma como um “Tsunami” começou devastando com quatro gols a zero, no momento em que todos achavam que seria um “lavada” o verdadeiro Tsunami  iguala inesperadamente a “devastação”, agora Roma 4, Tsunami 4 com mais dois gols cada lado  Fim de jogo Roma 6 x Tsunami 6.
         Com o empate partimos para a prorrogação, os corações a mil, torcedores e jogadores numa batalha épica onde o Tsunami inicia sua vitória com um gol despretensioso já no início do primeiro tempo da prorrogação. A equipe do Roma fez o que pode para reverter o resultado, mas os “guerreiros” já estavam com os nervos à flor da pele, perdendo assim um atleta, expulso por agressão, e nesta “batalha” a agressão é punida. Com um jogador a menos por três minutos e não tendo mais forças o Roma não suportou a devastação do Tsunami de Rio Branco do Sul, sagrando-se campeã da Copa Tamandaré de Futsal.
        O Blog PlanetaAnderson Parabeniza todas as Equipes, a Coordenção pelo maravilhoso campeonato, que ocorreu sempre dentro da mais pura normalidade, sem broncas e brigas. Um exemplo a ser seguido por muitos Municípios...

 
Equipe Tsunami Campeã


Equipe Roma Vice-Campeã
Equipe Tsunami Campeã


Zaqueu / "Rato"/Osvaldo e Douglas





Equipe responavel pela tranquilidade

















Equipe Cascavel 3º Lugar


Equipe Cascavel 3º Lugar



Melhor jogador da Copa Tamandaré de Futsal

Artilheiro da Copa Tamandaré de Fusal


O melhor goleiro da Copa Tamandaré de Futsal

















        

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Dilma: produção de etanol não desmata ou usa trabalho escravo

Antônio Cruz/ABr / Presidente Dilma Rousseff participa da solenidade de entrega do selo de qualidade para empresas do setor canavieiro Presidente Dilma Rousseff participa da solenidade de entrega do selo de qualidade para empresas do setor canavieiro Combustíveis

Dilma: produção de etanol não desmata ou usa trabalho escravo

Para presidente, acusações de outros países seriam fruto de práticas fraudulentas de competição e tentativas de diminuir a importância do etanol

Em solenidade de outorga do selo de boas práticas a 169 empresas de cana-de-açúcar, ocorrido nesta quinta-feira (14) no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff voltou seu discurso para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, e afirmou que são "infundadas" acusações de que a produção de etanol no Brasil provoca desmatamento da Amazônia e utiliza trabalho escravo.
A presidente disse que as acusações de outros países nesse sentido seriam fruto de "práticas fraudulentas de competição" e tentativas de "diminuir a importância do etanol". “Durante muito tempo o etanol brasileiro foi acusado de duas coisas: primeiro, de estar desmatando a Amazônia e, segundo, de utilizar práticas absolutamente incompatíveis com a civilização, o trabalho escravo. Nós sabíamos que esse processo decorria de práticas, eu diria assim, fraudulentas de competição. A forma de diminuir a importância do etanol como uma alternativa ao uso de combustíveis fósseis foi, justamente, colocar esses dois problemas: um social e um ambiental. Portanto, havia uma acusação socioambiental contra nós”, disse a presidente.
Dilma afirmou que o zoneamento agroecológico realizado no governo Lula foi uma maneira de "deixar claro que a primeira acusação (de que a produção de etanol desmatava a Amazônia) era infundada". “Mesmo quando a gente dizia que a produção de etanol no Brasil distava da Amazônia assim como Portugal distava de Moscou, naquela época havia, por parte de vários jornais da imprensa internacional, uma tentativa de não entender essa distância geográfica. Então, o zoneamento agroecológico, além de nos beneficiar porque definia áreas de produção, era um instrumento contrário a essa acusação”.
Em seguida, a presidente defendeu que a área que produz o combustível "é uma das áreas que têm das melhores práticas na relação com os processos de trabalho, com a jornada de trabalho, com a condição de respeito ao direito do trabalhador". “Nós estamos dando um passo, portanto, no sentido de cada vez mais mostrar que é possível sim - e esse é o tema da Rio+20 - produzir, respeitando o meio ambiente e a legislação social, produzir energia limpa. Além disso, fazendo um processo de inclusão social, no qual o direito dos trabalhadores assume um papel relevante e de destaque”, defendeu a presidente.
Dilma destacou as diferenças na composição da matriz energética brasileira, afirmando que o fato de ser mais renovável que a média internacional se deve, especialmente, em função do uso do etanol. “O Brasil hoje tem uma matriz energética das mais renováveis do mundo porque tem na sua composição o etanol. O mais difícil no que se refere à energia renovável é a substituição ou complementação ou criação de novas tecnologias na área da matriz de combustível. É ela que explica porque a maior parte do mundo tem uma matriz tão concentrada em fontes fósseis, a ponto das nossas diferenças serem de o Brasil ter 45% de fontes renováveis e a média internacional ser de 11%. É claro que a hidroeletricidade tem uma parte importante. Mas o uso do etanol é a diferença entre nós e os demais países no que se refere a uma matriz renovável. Nesse mês, que é o mês da Rio+20, é importante que nós estejamos aqui hoje celebrando este selo”, afirmou.

Opinião: Um futuro sustentável passa pela educação ambiental

Sem o investimento na formação desta e das próximas gerações, as mudanças necessárias nas empresas, governos e sociedade não acontecerão
A questão da escala é inerente a todos os debates que envolvem a construção de um futuro em bases mais sustentáveis. Como fazer com que mais empresas incluam padrões éticos em suas relações? Como fazer com que mais pessoas consumam de forma responsável? Como fazer com que mais governos invistam de forma significativa em políticas de cuidado ambiental e social?
A Rio+20 busca desenvolver as estratégias para atingir objetivos que todos já conhecem. Sabemos que nossas reservas naturais não suportarão por muito tempo o modelo de produção e consumo existente. Como disse um interessante vídeo que assisti - “There is no planet B (algo como Não há um planeta B, em tradução livre)”.

Por isso, a importância significativa da homologação das diretrizes curriculares nacionais para a educação ambiental e para a educação indígena, anunciada na última quarta-feira (13), em um evento do Ministério da Educação, que antecedeu a agenda oficial da conferência.
A medida garante que nossas crianças e jovens passem a ter contato com questões sociais e ambientais, desde o ensino mais básico. Sem o investimento na educação desta e das próximas gerações, as mudanças necessárias nas empresas, governos e sociedade não acontecerão. Para que exista a construção de uma consciência coletiva, que terá como consequência a mudança de atitude e hábitos, é preciso incluir estes conteúdos cada vez mais cedo na agenda do aprendizado.
É satisfatório ver que um movimento até então represado em poucas universidades e escolas de negócio, deve ganhar força no modelo educacional brasileiro como um todo. Isso sim é um ganho de escala.
Norman Arruda Filho é presidente do ISAE/FGV e está participando da Rio+20.

Novas regras ortográficas se finaliza em 31 de dezembro de 2012.


Após várias tentativas de se unificar a ortografia da língua portuguesa, a partir de 1º de janeiro de 2009 passou a vigorar no Brasil e em todos os países da CLP (Comunidade de países de Língua Portuguesa) o período de transição para as novas regras ortográficas que se finaliza em 31 de dezembro de 2012.

Algumas modificações foram feitas
Após várias tentativas de se unificar a ortografia da língua portuguesa, a partir de 1º de janeiro de 2009 passou a vigorar no Brasil e em todos os países da CLP (Comunidade de países de Língua Portuguesa) o período de transição para as novas regras ortográficas que se finaliza em 31 de dezembro de 2012.

Algumas modificações foram feitas no sentido de promover a união e proximidade dos países que têm o português como língua oficial: Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, Brasil e Portugal.

No entanto, não é necessário que haja aversão às alterações, pois são simples e fáceis de serem apreendidas! Além disso, há um prazo de adaptação que dá calmaria a todo processo de mudança!
Para tanto, o Brasil Escola apoiará as novas regras e irá promover a atualização dos textos para que os internautas possam se sentir mais confortados e ambientados com esse novo jeito de escrever algumas palavras!

A ABL (Academia Brasileira de Letras) dispõe de um link para quem tiver dúvidas sobre o acordo, é só acessar www.academia.org.br e procurar o serviço “ABL Responde” à direita na página. No entanto, não há prazo para que as repostas sejam enviadas, já que cada pergunta passará por análise da comissão de lexicografia e lexicologia.

Visite esta seção e tire todas as suas dúvidas de maneira rápida e objetiva, proporcionada por uma linguagem simples e prazerosa. Fique sabendo de todas as mudanças ortográficas significativas para o Brasil! É só clicar e informar-se!

Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola
Canais de Acordo Ortográfico

Entre no link abaixo para testar seu conhecimento:

http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/modules/mydownloads_08/visit.php?cid=16&lid=673