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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Gripe A provoca corrida por vacina


Antonio More/ Gazeta do Povo /
SAÚDE

Gripe A provoca corrida por vacina

Centros particulares de vacinação chegaram a triplicar as doses aplicadas contra o vírus H1N1. Secretaria Estadual de Saúde afirma não haver risco de epidemia.
O avanço da gripe A [H1N1] neste mês no Paraná – 12 das 13 mortes já registradas no estado ocorreram em junho – tem levado preocupação à população do estado. Na última semana, centros particulares de vacinação de Curitiba chegaram a triplicar o atendimento aos pacientes que estiveram à procura da vacina tetravalente. Com o aumento da procura, o produto já está em falta.
No Frischmann Aisengart, a vacina tetravalente acabou ontem. Na semana passada, o laboratório viu a procura triplicada. Em seis dias, os profissionais chegaram a aplicar 4.986 doses. Na semana anterior, o número de aplicações foi de 1.257.
Tira dúvidas
A rede pública selecionou grupos de risco para a campanha de vacinação deste ano, mas a procura pelas doses na rede particular tem sido intensa. Tire algumas dúvidas sobre a vacinação:
Quanto tempo leva para a vacina fazer efeito?
Depende da resposta do organismo de cada pessoa, mas em geral o efeito ocorre entre uma e duas semanas após a aplicação. Quem toma a vacina hoje e é contaminada amanhã desenvolve a doença, porque ainda não houve tempo hábil para o organismo fortalecer os anticorpos que o protegem da gripe. A vacina é trivalente, pois protege contra três tipos de vírus (A [H1N1], H3N2 e B). Ela é feita com vírus inativado e, portanto, não causa sintomas de gripe. Muitas vezes, ocorre de a pessoa vacinada já ter o vírus incubado e ele se manifestar, coincidentemente, após a aplicação.
Quem tomou a vacina no ano passado, precisa se revacinar?
A vacina tem validade de seis a oito meses, aproximadamente. Então, o recomendado é se vacinar todos os anos antes da entrada do inverno, que é o período mais propício à circulação dos vírus.
Quem já foi vacinado no ano passado e for contaminado neste ano pode desenvolver uma forma mais branda da doença?
A doença pode ser mais branda, desde que restem anticorpos contra a doença no organismo. O ideal é o reforço vacinal.
Fonte: Sesa e os infectologistas Alceu Pacheco e Silvia Rossi
Interatividade
Você tem outras dúvidas sobre a vacina contra a gripe A ou a doença?
foi um novo caso confirmado na segunda-feira de uma aluna que foi para a escola com o resultado do exame positivo em mãos.
Risco distante
Conforme o superintendente de Vigilância e Saúde da Sesa, Sezifredo Paz, há 180 casos confirmados da doença no Paraná, registrados em 42 municípios de todas as regiões do estado. Segundo ele, para ser considerada uma epidemia, a gripe A precisaria estar disseminada por todos os municípios.
O médico infectologista Alceu Fontana Pacheco Junior também considera o risco de epidemia distante. “Acho difícil acontecer uma epidemia pela quantidade de pessoas já vacinadas nos anos anteriores”, aponta. Já a médica infectologista Silvia Rossi lembra que os estudos sobre as mutações do vírus ainda são inconclusos e que há riscos de surtos da doença.
Filas em busca da imunização
Ontem à tarde, várias pessoas esperavam para receber a dose contra a gripe A [H1N1] no Centro de Vacinação Paciornick (foto), na Rua Lourenço Pinto. A advogada Cristina de Albuquerque Maranhão Gomide, 41 anos, e os filhos, de 8 e 10 anos, aguardavam na fila à espera da vacinação. A procura deu-se pelo fato de a filha de uma colega de trabalho ter sido diagnosticada como o vírus. “Pela proximidade com o problema, fiquei com medo”, disse. Segundo o médico Claudio Paciornik, a procura aumentou muito na última semana, após a veiculação pela imprensa dos casos registrados no interior do estado. Com atendimento médio de 200 pessoas por dia, a clínica viu a procura quase triplicada nos últimos dias. Ontem o lote acabou e o fornecedor conseguiu liberar outro, com pequeno número de doses. No Centro de Vacinação Paciornik, as vacinas custam R$ 70. No Laboratório Frischmann Aisengart, o valor é de R$ 60.
Colaborou Luiz Carlos da Cruz, correspondente em Cascavel

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Assembleia de professores discutirá alteração do calendário da UFPR


De acordo com a APUFPR, sindicato que representa a categoria, os docentes poderão pedir pela mudança ao órgão responsável por essa decisão na instituição, o CEPE.

Professores da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em greve desde o dia 17 de maio, realizam nesta quarta-feira (27), às 14 horas, uma assembleia no Centro Politécnico para discutir sobre as possibilidades de mudança do calendário acadêmico da instituição, prejudicado pela paralisação. De acordo com a APUFPR, sindicato que representa a categoria, os professores poderão pedir pela alteração do calendário ao órgão responsável por essa decisão na UFPR, oConselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE).
“Como a greve está sendo longa e não existe nenhuma perspectiva dos professores de voltarem da greve sem uma proposta do governo, vamos discutir sobre o impacto da greve no calendário acadêmico desse ano e tomar resoluções”, explicou Rogério Miranda Gomes, Secretário Geral da APUFPR.
A greve dos professores é nacional e conta com a participação de 57 instituições federais de ensino superior. A mobilização espera a apresentação de uma proposta de reajuste salarial e alteração do plano de carreira dos docentes, prometida pelo governo a Andes, Sindicato Nacional dos Docentes de Instituição de Ensino Superior em um encontro ocorrido em 12 de junho.
Naquela ocasião, o governo pediu tempo para formular uma proposta formal aos professores, sugerindo que a carreira dos docentes poderia ter como base a dos servidores da área de ciência e tecnologia. O Ministério do Planejamento solicitou ainda aos docentes a suspensão da greve por 20 dias, tempo no qual seguiriam as negociações. A categoria rejeitou o pedido de trégua da paralisação. O governo, por sua vez, desmarcou uma segunda reunião agendada para o dia 19 de junho, alegando que não houve tempo hábil para alinhavar o projeto e se comprometeu a propor uma nova data para os próximos dias.

Spice Girls se reúnem para lançar musical com antigos sucessos


Caderno G

Divulgação / No encontro das Spice Girls, muitas histórias e risadasNo encontro das Spice Girls, muitas histórias e risadas
MÚSICA

Spice Girls se reúnem para lançar musical com antigos sucessos

O musical "Viva Forever!" estreia em 11 de dezembro no teatro Piccadilly, em LondresAs Spice Girls se reuniram durante algumas horas na terça-feira para lançar um musical baseado nas canções que fizeram delas uma das maiores bandas da década de 1990. Foi tempo suficiente para muitas risadas, juras de amor e até um eventual comentário ferino.

O musical "Viva Forever!" estreia em 11 de dezembro no teatro Piccadilly, em Londres.

Passados 12 anos da dissolução da banda, e 7 da última turnê de reunião, qualquer aparição conjunta de Victoria Beckham, Melanie Brown, Emma Bunton, Melanie Chisholm e Geri Halliwell - ou melhor, Posh, Scary, Baby, Sporty e Ginger Spice - é um grande evento midiático na Grã-Bretanha, onde elas são vistas como ícones do feminismo moderno ou do pop açucarado, dependendo do ponto de vista.

No auge da banda, os tabloides se deliciavam explorando supostas crises e tensões entre elas, mas na terça-feira a aparência era de harmonia.

"Não acho que tenha sido necessário nenhum convencimento (para que a reunião ocorresse)", disse Chisholm a jornalistas antes de subir ao palco para a apresentação do musical. "É algo sobre o que falávamos muito ao longo dos anos. Acho que nossa música se presta realmente bem para o teatro, e quando nos reunimos em 2007 foi quando começamos a falar nisso mais seriamente."

Beckham, com um vestido preto da sua própria grife, acrescentou: "Sempre dissemos que se fizéssemos isso gostaríamos de trabalhar com as melhores pessoas, porque é isso que sempre fizemos. Tudo o que fizemos nós fizemos direito, e tivemos o melhor time."

Descoberta na Argentina uma nova espécie de dinossauro carnívoro


Os dinossauros adultos do "Bicentenário" teriam entre 2,5 e 3 metros de comprimento, eram ágeis e magros e, pela forma de seus dentes e a presença das garras, teriam sido caçadores
CIÊNCIA

Descoberta na Argentina uma nova espécie de dinossauro carnívoro

A nova espécie, apresentada por pesquisadores do Museu Argentino de Ciências Naturais (MACN) de Buenos Aires, foi batizada de "Bicentenário Argentino".
Pesquisadores argentinos anunciaram nesta terça-feira (26) a descoberta de uma nova espécie de dinossauro carnívoro, que pode contribuir para novos estudos sobre a evolução dos grandes répteis.
A nova espécie, apresentada nesta terça-feira por pesquisadores do Museu Argentino de Ciências Naturais (MACN) de Buenos Aires, foi batizada de "Bicentenário Argentino" e seus restos foram achados na província de Rio Negro.
"É muito provável que seja o primeiro representante encontrado de uma nova linhagem dentro da família dos 'celurossauros', dinossauros que eventualmente deram origem às aves", disse em comunicado o Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas (Conicet) da Argentina, do qual faz parte o MACN.
O chefe do museu e pesquisador independente do Conicet, Fernando Novas, afirmou que, apesar de a espécie dos celurossauros incluir membros como o Tiranossauro Rex e o Velociraptor, "não se sabe muito sobre as formas primitivas, os primeiros celurossauros".
Os dinossauros adultos do "Bicentenário" teriam entre 2,5 e 3 metros de comprimento, eram ágeis e magros e, pela forma de seus dentes e a presença das garras, teriam sido caçadores. "Podemos suspeitar que se alimentavam de pequenos dinossauros, herbívoros e filhotes de dinossauros", afirmou Novas.
Os pesquisadores acreditam que o dinossauro teria o corpo coberto por penas.
As rochas que continham os ossos do "Bicentenário" tem cerca de 90 milhões de anos e correspondem ao período Cretáceo Superior, de um período de 65 milhões há 98 milhões de anos atrás.
"Os fósseis de celurossauros primitivos são raros, e portanto esta nova espécie é muito importante", disse Steve Brusatte, da divisão de Paleontologia do Museu Americano de História Natural, dos Estados Unidos.
Para Brusatte, o achado do "Bicentenário" não só ajuda a compreender melhor as origens das aves e seus parentes mais próximos, mas também "indica que os continentes da América do Sul, África, e também na Austrália, tiveram uma maior diversidade de pequenos dinossauros acima do normal".

Jornalista Vinícius Coelho morre atropelado em Curitiba


Aniele Nascimento / Gazeta do Povo / O jornalista Vinicius Coelho, que morreu atropelado nesta quarta-feiraO jornalista Vinicius Coelho, que morreu atropelado nesta quarta-feira
PERDA

Jornalista Vinícius Coelho morre atropelado em Curitiba

Ele tinha 80 anos de idade. Acidente ocorreu na Linha Verde, na região do bairro TarumãO jornalista Vinícius Coelho morreu atropelado no início da tarde desta quarta-feira (27), em Curitiba. O acidente aconteceu às 14h20, na Linha Verde (BR-476), próximo ao Auto Shopping Curitiba, na região do bairro Tarumã.
De acordo com informações apuradas pela reportagem, Coelho cruzava a rua quando foi atingido por um automóvel. Ele chegou a ser atendido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Vinícius queria voltar a escrever
Em sua última entrevista, que foi ao ar na Rádio 98 FM na manhã desta quarta-feira (27), o jornalista Vinícius Coelho revelou que queria voltar a escrever colunas para jornal. “Eu queria muito voltar a escrever colunas em jornal. A coisa que mais gosto de fazer é escrever”, revelou o jornalista.
  • Saiba mais
Coritiba decreta três dias de luto
Coritiba decretou três dias de luto pela morte do jornalista Vinícius Coelho. A nota oficial do clube ressalta que o jornalista “passou parte da vida cobrindo o Coritiba nos principais jornais do estado do Paraná e se tornou um ícone para a nação coxa-branca”. O Alviverde relembrou que a influência de Vinícius Coelho durante a passagem dele pelo jornal O Globo fez com que o Coxa fosse convidado para disputar o Torneio do Povo em 1973, o primeiro título de nível nacional do clube do Alto da Glória.
Foi de Vinícius Coelho a letra de “Eterno Campeão”, um dos hinos do Coritiba, composto na década de 70. O jornalista escreveu três livros envolvendo a história do Alviverde: a biografia do ex-presidente do clube Aryon Cornelsen, Atle-Tiba – Paixão de Multidões e Evangelino: Campeoníssimo, os dois últimos em parceria com o jornalista e colunista da Gazeta do PovoCarneiro Neto. Ele também narrou para a televisão o título nacional do clube, em 1985.
Na noite desta quarta, o corpo do jornalista foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML). De acordo com o advogado da família, Rafael Fabrício de Melo, o velório vai acontecer noEstádio Couto Pereira, na manhã de quinta-feira (28). O enterro acontecerá depois noCemitério Municipal de Curitiba.
Coelho, que tinha 80 anos de idade, foi narrador esportivo e trabalhou por vários anos na Gazeta do Povo e na TV Paranaense - atual RPC TV.

Veja alguns depoimentos sobre Vinícius Coelho
História
Nascido em 1932, em Curitiba, Vinícius Coelho ingressou na crônica esportiva duas décadas mais tarde, no Diário do Paraná, em 1953. Em 1962, foi contratado pelo Canal 6, aonde viria a ser locutor esportivo.
Coelho trabalhou no jornal e na televisão até 1969, quando se mudou para o Rio de Janeiro, onde foi repórter do jornal O Globo. Nesse ano, conseguiu em primeira mão a informação de que Zagallo seria escolhido para dirigir a seleção brasileira na Copa de 1970.
Retornou a Curitiba em 1974 para ser chefe da editoria de esportes da Gazeta do Povo, onde trabalhou por dez anos. Simultaneamente, trabalhou na TV Paranaense (hoje RPC TV), empresa que deixou em 1986. Um ano antes, viveu o momento mais emocionante da carreira. ao narrar ao vivo do Maracanã a maior conquista de seu time do coração, o Coxa, o título nacional.
Vinícius Coelho também acumulou várias passagens por rádios da cidade. Trabalhou nas rádios Colombo, Independência, Universo e Cidade.
Com nove Copas do Mundo e duas Olimpíadas currículo, ele acumulou carimbos em seus passaportes. A primeira cobertura internacional do jornalista foi em 1959, no extinto Campeonato Sul-Americano de futebol (atual Copa América), na Argentina.
O curitibano também foi presidente da Associação Brasileira de Cronistas Esportivos. Ele escreveu três livros: Atletiba – Paixão das Multidões – de 1994 e Evangelino: o Campeoníssimo, de 2002, ambos com o amigo Carneiro Neto, além da biografia Aryon Cornelsen: um empreendedor de vitórias.
Seu último trabalho foi como colunista do jornal Tribuna no Paraná, em 2009.
Filho morto
Vinícius Coelho também vivia um drama pessoal desde 2007, quando o filho dele, Bruno Strobel Coelho, foi morto após ser supostamente agredido por agentes de uma empresa de segurança.
Bruno Strobel Coelho desapareceu em 2 de outubro de 2007 e uma semana depois foi encontrado morto, com dois tiros na cabeça e marcas de espancamento, num matagal nas proximidades da Rodovia dos Minérios, em Almirante Tamandaré.
Segundo as investigações, o jovem teria sido flagrado por funcionários da empresa de vigilânciaCentronic pichando o muro de uma clínica no bairro Alto da Glória, em Curitiba. Depois de rendido pelos seguranças, Bruno foi levado até a sede da empresa, onde foi espancado. O jovem teria revelado que era filho de um jornalista, o que levou os vigias a decidirem executar o estudante para que ele não contasse o ocorrido.
Dos sete acusados de envolvimento no crime, apenas três já foram julgados. No julgamento mais recente, de Eliandro Luiz Marconcini, ocorrido em 21 de maio deste ano, o réu foi condenado a 12 anos e 11 meses de prisão em regime fechado pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Na ocasião, o próprio Vinícius Coelho deu seu depoimento ao tribunal sobre a morte do filho. Os outros condenados no caso até agora foram Marlon Balen Janke (condenado a 23 anos de prisão) e Douglas Rodrigo Sampaio Rodrigues (recebeu pena de 13 anos).
Confira alguns depoimentos sobre Vinícius Coelho.
Carneiro Neto, colunista da Gazeta do Povo
“Meu parceiro em dois livros: Atletiba – Paixão das Multidões – de 1994 e Evangelino: o Campeoníssimo, de 2002. Eu conheço ele desde 1964, quando comecei na crônica esportiva. Ele veio desde 1956. Eu comecei a trabalhar com ele no Diário do Paraná em 1969 por indicação dele e assumi por indicação dele o lugar de editor quando ele foi para O Globo em 1969. Ele me prestigiou muito e me apoiou no começo da carreira. Depois, eu retribuí sempre o chamando para ser comentarista nas minhas equipes de rádio. Estávamos em conversa para fazer uma nova edição atualizada do Atletiba – Paixão de Multidões. Um grande companheiro, deixou uma marca muito forte no jornalismo esportivo. Em 1974, ele voltou para Curitiba, para a TV Paranaense (atual RPC) e era apresentador e narrador. Saiu de lá em 1984 para o retorno da Paraná Esportivo. Ele estava também na Gazeta do Povo. Eu estou na Gazeta do Povo desde 1984, quando ele me indicou para o substituir”
Edson Militão, colunista da Gazeta do Povo
“Eu posso dizer que o Vinícius colocava a paixão em tudo, principalmente no texto e na voz. Sempre foi atual e saudosista, ele tinha uma memória muito boa do passado e acompanhava como ninguém o universo do esporte. Perdemos um talento extraordinário, tanto de texto como depoimento. Eu lamento muito”
Vilson Ribeiro de Andrade, presidente do Coritiba
“Foi um acidente lamentável, estamos decretando luto oficial. Vamos fazer todas as homenagens a esse grande coxa-branca. Foi uma figura de destaque, importante em tudo o que o clube representa hoje”
Dirceu Krüger, ex-jogador e ídolo do Coritiba
“Ele foi um jornalista extraordinário, com uma cultura muito bem colocada nas suas ideias, nas suas análises. Lamentamos profundamente essa notícia. Ele sempre foi um torcedor muito identificado com o Coritiba, mas não era por isso que ele só defendia o Coritiba, defendia o futebol paranaense. As colunas dele eram muito bem colocadas, muito bem analisadas, com bastante frieza”
Luiz Augusto Xavier, colunista da Gazeta do Povo
“Foi um grande amigo, um dos meus professores no jornalismo esportivo. Vinícius Coelho tinha um texto admirável e, não de graça, foi um dos nomes mais importantes da imprensa paranaense. Pioneiro da televisão, transmitiu o título do Coritiba em 85 pela RPC (então TV Paranaense). Brilhou como repórter e redator de O Globo e sempre teve as portas abertas na CBF, onde fez muitos amigos, antes de voltar para o nosso convívio. Uma perda irreparável para todos nós, paranaenses”
Guilherme Straube, pesquisador do Grupo Helênicos, especializado na história do Coritiba
“A primeira parte mais importante para mim, acima da importância profissional dele, era a amizade que a gente tinha. Semana passada, antes de desligar o telefone, ele disse para eu ligar mais vezes porque gostava muito de mim. Conhecia ele desde 2004, quando o Coritiba levantou o memorial das taças. Desde então houve uma grande sintonia entre nós, porque ele gostava de quem gostava da história do clube”
Cristian Toledo, jornalista da Rádio 98FM
“Nós convivemos durante 10 anos juntos e ele sempre foi um cara muito gentil e educado. Ele chegou a um patamar muito alto no jornalismo brasileiro e, mesmo assim, nunca deixou de ser uma pessoa muito gentil, sempre ajudando todo mundo. Ele foi uma figura símbolo no jornalismo brasileiro, mas sempre teve uma relação muito forte com o estado. Além de tudo, de ter sido uma pessoa muito educada e atenciosa, ele foi um dos pioneiros em multimídia, muito antes de todo mundo”
Gil Rocha, gerente de Esportes da RPC TV
“Ele sempre foi um grande nome do jornalismo paranaense e um grande líder. Eu tinha um carinho profissional muito grande, além de tudo era um grande amigo. Eu sempre viajei muito e vi o respeito e admiração que os jornalistas de outros estados têm por ele. Ele sempre representou o Paraná. Ele tinha um grande nome e poderia ter ficado na imprensa no Rio de Janeiro, mas preferiu voltar e ficar aqui no Paraná. Ele sempre foi um cara muito bacana, uma pessoa muito boa de se conviver. O momento mais marcante foi a cobertura da Copa do Mundo de 1986, porque era a minha primeira cobertura e ele já era experiente. Ele sempre muito atencioso ensinando todo mundo. Além de um colega, eu perdi um amigo.”

Veja a letra de um dos hinos do Coritiba, composto na década de 70 por Vinicius Coelho e Sebastião Lima.
Eterno Campeão
Cori, Cori, Cori
Cori, Cori, Cori
Coritiba
Coritiba, meu esquadrão
Sempre presente no meu coração
Vencer é o seu lema
Trabalhar é tradição
Salve, Salve, Coritiba
Eterno Campeão
Suas cores Verde e Branca
No mastro da vitória
Hão sempre de tremular
A uma voz vamos todos cantar
Vencer é o seu lema
Trabalhar é tradição
Salve, Salve, Coritiba
Eterno Campeão

Curitiba: festa de Perpétuo Socorro atrai 50 mil pessoas ao longo do dia


Vida e Cidadania

Quarta-feira, 27/06/2012
Felipe Rosa/Gazeta do Povo
Felipe Rosa/Gazeta do Povo / Fiés prestaram homenagem nesta quarta-feira (27), em Curitiba, a Nossa Senhora do Perpétuo SocorroFiés prestaram homenagem nesta quarta-feira (27), em Curitiba, a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
RELIGIÃO

Curitiba: festa de Perpétuo Socorro atrai 50 mil pessoas ao longo do dia

Santuário no Alto da Glória teve novenas, terços e missas durante toda esta quarta-feira (27). Pico de movimento é esperado para as 21h.
Aproximadamente 50 mil pessoas estiveram nesta quarta-feira (27) no Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Alto da Glória, em Curitiba, para celebrar o dia da padroeira. Ao longo do dia, novenas, terços e missas marcaram a quarta-feira dedicada à Mãe de Deus e mantiveram o interior da igreja e a Praça Portugal lotadas. O pico do movimento era esperado para as 21 horas, quando seria realizada a missa solene em honra a Perpétuo Socorro e distribuído um bolo de 50 quilos, doado por uma devota dona de uma confeitaria.
Por volta do meio-dia, um dos horários de maior movimento em dia de novena, eram centenas de pessoas rezando, acendendo velas e prestando homenagem para a santa do Perpétuo Socorro. Entre elas estava o aposentado Ari Alves Cordeiro, de 75 anos, que participa das novenas há mais de 50 anos. “Eu ia quando era lá na capela da Glória. Uma pessoa me indicou, eu fui e nunca mais parei. Toda quarta-feira pela manhã estou aqui”, afirma, sentado no primeiro banco do santuário.

O idoso, que já levou os carros para serem abençoadoss em cerimônia no Alto da Glória, conta que quase perdeu a vida duas vezes, mas pela intercessão de Perpétuo Socorro está bem, com filhos e netos criados. “A gente consegue tudo na vida, é só pedir pra ela. Tenho câncer e labirintite e estou aqui.”
Para o padre Primo Hipólito, reitor do santuário, a novena tem atraído cada vez mais pessoas por causa das respostas que dá às pessoas. “O mundo hoje tenta dar respostas a questões difíceis do ser humano, mas quando as pessoas não encontram vida plena nessas respostas, elas vêm ao santuário. Todo o conjunto de orações da novena traz uma mensagem de amor, então elas voltam.”
Histórico
A primeira novena de Perpétuo Socorro foi realizada há 52 anos na capela da Glória, que pertencia à família Leão e está localizada na Avenida João Gualberto. “A participação das pessoas era tão grande que chegava na rua. Foi então que se conseguiu a concessão do espaço aqui na Praça Portugal e o santuário começou a ser construído”, conta o reitor padre Primo Hipólito.
A igreja do santuário comporta 2.500 pessoas e em todas as quartas-feiras são realizadas 17 novenas, das 6 às 22 horas. 
“Celebrar o dia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que eu chamo de aniversário dela, é uma graça dupla. Se o milagre acontece do encontro de duas pessoas, hoje presenciamos muitos milagres”, fala o padre. 

Com altos e baixos, Copel completa 15 anos em Nova York


Economia

Quarta-feira, 27/06/2012
BOLSA DE VALORES

Estatal paranaense foi a primeira empresa do setor elétrico brasileiro a ter ações negociadas em Wall Street.

A Companhia Paranaense de Energia (Copel) vai tocar o sino hoje na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) em cerimônia que comemora os 15 anos desde o lançamento das suas ações no principal centro de negócios do mercado financeiro mundial. A empresa foi a sexta companhia brasileira – e a primeira do setor de energia elétrica do país – a ter ações negociadas em Wall Street.
“O lançamento das ações foi um marco para a companhia porque abriu as portas para a empresa atrair o investidor internacional e recursos externos”, afirma Lindolfo Zimmer, presidente da empresa.
Datas e números
Veja abaixo algumas datas e números importantes na história da Copel na bolsa de Nova York.
1994
Abertura de capital na Bovespa
- Ações PNB: 6.088.600
- Valor: R$ 118.605.928,04
- Cotação: R$ 19,48
1997
IPO em Nova York
- Ações PNB/ELP: 25.855.843
- Valor (na época)US$ 465,4 milhões
- Cotação: US$ 18,00
2002
Latibex
- Ações PNB/XCOP passaram a ser cotadas no Latibex à 5,13 Euros (não houve IPO).
Fonte: Copel
O evento vai servir também para reforçar, para investidores, o potencial de crescimento da companhia para os próximos anos. “Até 2050, o Brasil terá 85% da sua energia gerada de maneira renovável e limpa. Ao mesmo tempo, o setor elétrico é visto como um dos setores que devem dar sustentação ao crescimento econômico do país, que é rico em recursos naturais e vive um bom momento, com o chamado bônus demográfico”, diz.
As ações da Copel começaram a ser negociadas em Wall Street no dia 30 de julho de 1997, com valor de US$ 18. Na data, a empresa paranaense efetuou uma emissão primária de ações preferenciais – Initial Public Offering (IPO) – em valor equivalente a US$ 465,4 milhões. O lançamento de ações na NYSE ocorreu três anos depois da estreia na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Em 2002 a Copel passou a negociada também na Latibex, de Madri.
Segundo a Copel, suas ações movimentam, a cada pregão, cerca de US$ 12 milhões. O valor é quase seis vezes maior que em 2003. O comportamento das ações da empresa, no entanto, oscilou bastante nesses 15 anos, refletindo os impactos das incertezas provocadas pelas crises da Ásia, em 1997, e da Rússia, em 1998. A estatal também sofreu o impacto da tentativa fracassada de privatização, em 2001, e da eleição de Roberto Requião para o governo em 2002, com a promessa de conceder desconto na tarifa de energia para pequenas empresas. Em outubro daquele ano, a cotação das ações da Copel na NYSE atingiu seu patamar mais baixo – US$ 1,84. Em 2011, porém, as ações da Copel bateram recorde e foram negociadas a US$ 29,41.
O Dia da Copel (“Copel Day”) incluirá o “Closing Bell”, cerimônia na qual o governador Beto Richa acionará o sino que fecha as negociações na sala de pregões. A programação inclui ainda encontro com bancos e fundos de investimentos americanos para apresentar programas na área de energia no estado. Apesar disso, Zimmer diz que a Copel não tem interesse, no momento, em captar recursos no exterior. “A questão é o risco cambial. Não queremos ficar expostos a essa oscilação. A empresa tem um baixo endividamento, que permite que ela consiga captar no mercado interno, com boas taxas de juros”, afirma.
O presidente da Copel também diz que a revisão tarifária estipulada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que estabeleceu a redução de 0,65% em média no valor da tarifa, terá impacto pequeno nos resultados. “Estávamos trabalhando com 0,85% de redução. Teremos, é claro, um impacto, mas ele não será tão significativo. Estamos falando de R$ 20 milhões, R$ 30 milhões, para uma receita total de R$ 6 bilhões”, acrescenta. A empresa programa, para 2012, cerca de R$ 2,2 bilhões em investimentos.

Pichação é resolvida com reeducação


Jonathan Campos/ Gazeta do Povo / Residência da família Kirchgässner, em Curitiba: fachada está coberta de rabiscosResidência da família Kirchgässner, em Curitiba: fachada está coberta de rabiscos
PATRIMÔNIO

Pichação é resolvida com reeducação

Oferta de projetos artísticos é apontada como caminho para evitar a depredação de imóveis. Ideia é transformar pichador em grafiteiro.
Quem passa pela Rua Jaime Reis percebe as paredes da casa da família Kirchgässner, o primeiro exemplar modernista de Curitiba, completamente pichadas. No Alto São Francisco, o Belvedere – primor da Belle Époque na capital – encontra-se na mesma situação. Sejam públicos ou privados, os prédios rabiscados resultam em alto ônus de manutenção e muitas vezes, quando não há condições de restauro, identidades culturais do município acabam sendo perdidas. Para os especialistas, o caminho está na reeducação dos jovens envolvidos.
Wesley Calaça da Silva, 21 anos, hoje é professor de grafite no Projeto Vida, na Vila Barigui, no bairro Cidade Industrial de Curitiba, e percebe que as mudanças surgem da oportunidade. “Dentro de um pichador existe um grande artista”, lembra. O caminho para essa conscientização vem por meio do incentivo a projetos sociais e espaços para a grafitagem, afirma ele, que já foi responsável por grafismos em muros e prédios da cidade, inclusive em locais históricos. O relato de Silva é muito similar ao das 60 crianças e adolescentes atendidos pelo projeto. Atualmente, eles são mais conscientes dos limites e foram reconhecidos pela sua arte.
Receita
Câmeras e participação da comunidade ajudam na preservação
O Paço da Liberdade, na Praça Generoso Marques, no Centro da capital paranaense, é um exemplo de preservação que deu certo. O local é sede do Serviço Social do Comércio do Paraná (Sesc-PR) e mantém espaços culturais e cursos. O prédio foi revitalizado em 2009 e desde então registrou apenas uma tentativa de pichação. A gerente executiva do Sesc Paço da Liberdade, Celise Helena Niero, acredita que, além do monitoramento por câmeras e da presença de vigilantes particulares, a preservação do prédio histórico é resultado do projeto Educação Patrimonial, premiado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no ano passado.
O programa prioriza o envolvimento de crianças, adolescentes e da população do entorno com visitas monitoradas. O objetivo é fazer com que o público conheça o espaço por seus aspectos sociais, históricos e fotográficos. Ao final das atividades, há uma exposição dentro da comunidade. “Esse movimento certamente inibe o processo de pichação”, diz Celise.
Outro espaço histórico que pode virar alvo de vandalismo, e por isso tem sido objeto de reflexão para os profissionais que atuam no seu restauro, é a Catedral Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, em Curitiba. Considerada uma Unidade de Interesse Especial de Preservação (UIEP), ela está em obras de revitalização e recuperação desde 2011. Para a arquiteta responsável pelo restauro, Giceli Portela, a importância do prédio para a cidade vai garantir a segurança física do imóvel. Giceli espera que o local seja preservado a partir da ação de guardas municipais ou de câmeras de segurança. “A depreciação do patrimônio histórico é um descaso com o dinheiro público e com a sociedade”, diz. (AP)
Consciência
Na cabeça dos pichadores, os prédios históricos servem como um “belo pano de fundo”, afirma a coordenadora de Patrimônio Cultural da Secretaria Estadual de Cultura, Rosina Parchen. “Só por meio da educação é possível levar essa demonstração de arte para o lado bom”, avalia.
O professor conta que começou a desenhar aos 13 anos, usando o papel; aos 17, viu-se apreendido em uma delegacia. “Olhava e achava bonito o prédio histórico, mas queria deixar minha marca”, diz. Ele afirma que o desafio dos grupos formados por adolescentes, na grande maioria das vezes, é atingir os locais mais altos e mais difíceis, para aumentar a adrenalina.
A presidente da Associação Comercial de Santa Felicidade, Ana Lúcia Leite Moro, sabe bem disso. O portal da entrada do bairro, considerado um cartão-postal da cidade, não tem tido a sorte de se manter intacto, mesmo com parcerias com o poder público e uma empresa de tintas. O monumento é repintado todos os meses. Uma semana depois, porém, já se encontra cheio de riscos. Além da depreciação do patrimônio cultural, as despesas são altas. A estimativa é de que sejam gastos cerca de R$ 11 mil por ano pela empresa de tintas que cede o material. “Já cogitamos até a colocação de câmeras de segurança para coibir o vandalismo”, afirma Ana Lúcia. Atualmente, o monumento encontra-se pichado.
A restauradora e pesquisadora Alice Prati, do Rio Grande do Sul, autora do livro SOS Monumento: causas e soluções, considera que a única forma de coibir a pichação é pela conscientização do jovem. “Se não há educação em casa, a gestão pública deve melhorar o sistema educacional e criar campanhas de esclarecimento”, defende. Alice lembra que o ato pode levar à realização de outros crimes, como pequenos furtos e tráfico. “O spray é caro e na pichação são realizadas apostas que valem prêmios em dinheiro”, diz.
Solução
Qual é a saída para coibir as pichações?

Comissão especial aprova 10% do PIB para educação


André Coelho / Agência O Globo / Estudantes lotaram a sala onde ocorria a reunião da comissãoEstudantes lotaram a sala onde ocorria a reunião da comissão
CÂMARA

Comissão especial aprova 10% do PIB para educação

Índice era o ponto mais polêmico do Plano Nacional de Educação, que define metas para o setor nos próximos dez anos.
A reserva de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação foi aprovada ontem pela comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o tema. O índice era o ponto mais polêmico do Plano Nacional de Educação (PNE), documento que define metas e estratégias para o setor no período de dez anos. Após a decisão do grupo, o texto pode seguir para o plenário da Casa, caso solicitado por congressistas, e em seguida será enviado ao Senado Federal.
O projeto encaminhado pelo Executivo há dois anos previa 7% do PIB para o setor. O relator da matéria, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR) sugeriu o porcentual de 8%, mas deputados da oposição e entidades ligadas à educação pressionaram por uma reserva de 10%. Hoje, o Brasil destina cerca de 5% do PIB para o segmento. “Não foi um diálogo fácil [com o governo], porque a área financeira e o país passam por um momento de reconstrução”, disse o petista sobre a negociação do porcentual.
Durante todo o debate, o relator afirmou ser contrário aos 10% para a educação, dizendo que o índice tornou-se mais uma “bandeira política” do que uma necessidade de fato. Diante de um plenário lotado por estudantes, no entanto, o relator recuou no último momento. “O governo mandou um texto que não correspondia, na nossa visão, às necessidades do nosso país. [...] Eu quero dizer que vou declinar dessa redação do texto e vou acompanhar por unanimidade a comissão”, afirmou Vanhoni para um plenário lotado de membros da União Nacional dos Estudantes (UNE) e União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes).
Mudanças
A comissão especial se reuniu ontem para votar 39 destaques apresentados por deputados ao relatório de Vanhoni, aprovado anteriormente. Esses destaques se referem a trechos mais polêmicos do texto que ainda poderiam ser alterados pela comissão.
Desse total, a maioria foi retirada pelos membros da comissão como forma de acelerar a discussão referente à meta 20, que define o porcentual do PIB reservado para educação. A redação final dessa meta definiu o compromisso de ampliar o investimento público em educação “de forma a atingir no mínimo o patamar de 7% do PIB” até o 5.º ano de vigência do plano, e “no mínimo o equivalente a 10% do PIB no final do decênio”.
Além do porcentual do PIB, os deputados alteraram ontem a meta que trata do salário dos professores da educação básica. Até então, o compromisso previsto no PNE era igualar o rendimento desses profissionais aos demais com escolaridade equivalente no último ano de vigência do plano. Com a mudança, essa meta foi antecipada: a equiparação deve ser atingida ao final do sexto ano do plano.