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Professor de Língua Portuguesa na Rede Estadual de Ensino - Governo do Paraná

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Blatter se diz preocupado com futuros protestos no Mundial

Reuters / Blatter mostrou preocupação com protestos na Copa de 2014Blatter mostrou preocupação com protestos na Copa de 2014
COPA DAS CONFEDERAÇÕES

Blatter se diz preocupado com futuros protestos no Mundial

Presidente da Fifa mostrou desconforto com manifestações e espera não ver o mesmo no ano que vem.
Tomando todo o cuidado para não soar antipático, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, deixou claro nesta segunda-feira (1.º) o incômodo que lhe causou, e ainda causa, a onda de protestos que tomou de assalto o Brasil e a Copa das Confederações. Na entrevista coletiva que concedeu em um luxuoso hotel do Rio para fazer uma avaliação do torneio, o suíço mencionou várias vezes as manifestações, mesmo quando não foi perguntado sobre isso.
E sempre exibiu seu desconforto por ter de lidar com um problema que não esperava encontrar no Brasil. "Quando começamos, havia um certo temor do que iríamos encontrar", comentou o cartola. "Mesmo que tenha existido a inquietação social, agora temos certeza de que essa inquietação está esfriando, não sei por quanto tempo."

Por isso, o chefão da Fifa tenta a todo custo diminuir a importância dos protestos contra os torneios organizados por sua entidade no Brasil. "Não quero opinar sobre problemas internos do Brasil", disse ele. "O futebol serve para conectar as pessoas. Nunca dá para satisfazer a todos, então nós tentamos satisfazer o máximo de pessoas possível."Ao dizer que não sabe quanto tempo os protestos vão durar, Blatter escancara sua preocupação com a Copa do Mundo de 2014. São grandes as chances de as manifestações se repetirem no Mundial, talvez até de maneira mais intensa do que na Copa das Confederações.
Também presente à entrevista, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo defendeu a legitimidade das manifestações e lembrou que em nenhum momento o governo federal prometeu um evento completamente livre de problemas. "Creio que cumprimos o desafio de realizar o torneio, mas em nenhum país em que se faz um evento desse tamanho o desafio é 100% cumprido."
O ministro voltou a defender o investimento do governo na Copa das Confederações e na Copa do Mundo e garantiu que as obras de infraestrutura prometidas para o torneio do ano que vem estarão todas prontas, embora a maioria delas esteja muito atrasada.
"As obras têm de ficar prontas para a Copa do Mundo, não para a Copa das Confederações. E quero lembrar que elas são para a população, não para a Copa. Elas já seriam feitas de qualquer maneira, apenas o calendário foi modificado."

Vozes das ruas mostram Egito polarizado

Vozes das ruas mostram Egito polarizado

Atualizado em  1 dTe julho, 2013 - 16:43 (Brasília) 19:43 GM
Protesto no Cairo (Foto: Reuters)
Milhões voltaram às ruas do Cairo
O Exército do Egito deu aos partidos do país um prazo de 48 horas para que encontrem uma solução que ponha fim à nova onda de protestos que tomou conta do país.
Caso a crise não seja resolvida, o próprio Exército disse que elaboraria uma "rota para a paz" que atendesse aos "anseios do povo".
No domingo, o Egito testemunhou um dos maiores protestos no país desde a onda de manifestações em 2011 que acabou derrubando o presidente Hosni Mubarak.
Milhões de pessoas foram à praça Tahrir, no centro do Cairo e outras cidades para protestar contra o presidente Mohammed Morsi, eleito há um ano.
Mprsi se tornou o primeiro presidente islâmico do Egito, depois de vencer uma eleição considerada livre e justa por observadores internacionais.
Mas grande parte da população acusa Morsi de ter sido incapaz de encontrar soluções para os problemas econômicos que o país enfrenta, e quer a renúncia do presidente. Quatro ministros já teriam renunciado aos cargos.
Segundo o Ministério da Saúde do país, pelo menos 16 pessoas morreram devido a confrontos nos protestos e outras 781 ficaram feridas desde domingo.
A BBC foi às ruas, conversou com egípcios de várias correntes políticas e pode observar que a população está dividida quanto ao pedido de renúncia do governo.

Ahmed Raafat, Cairo

Ahmed Raafat (Arquivo Pessoal)
Para Ahmed Raafat Egito precisa de novas eleições
"Estamos protestando contra a corrupção, a crise econômica e as condições de segurança no país.
Acreditamos que ocorrem graves violações dos direitos humanos. A Irmandade Muçulmana (o partido) de Morsi realizou ataques contra manifestações pacíficas.
Exigimos eleições."

Salma Ashraf, Cairo

"Não concordo com aqueles que pedem a renúncia de Morsi. Apesar de respeitar o direito democrático ao protesto.
Morsi foi eleito para um mandato de quatro anos e deve completá-lo. É absurdo pedir por novas eleições agora, depois de apenas um ano. É como mudar as regras de um jogo só porque você não gosta dos resultados. É antidemocrático e infantil.
Salma Ashraf (Foto: Arquivo Pessoal)
Salma afirma que um ano não é o bastante para o presidente mudar o país
Um ano simplesmente não é o bastante para acabar com todos os problemas da sociedade causados por Mubarak. O que precisamos é nos unir e apoiar Morsi, que foi eleito como o presidente de todos os egípcios.
Alguns dizem que Morsi está tentando 'islamizar' o Estado e suas instituições. Mas isto não é verdade. Qualquer um que acompanha as notícias sabe muito bem que o primeiro-ministro Hisham Qandil ofereceu, no passado, cargos do governo e nos ministérios para nomes da oposição, mas eles sempre se recusaram a trabalhar com o partido governante.
Temos que cultivar o respeito pela lei e pela (decisão das) urnas."

Abdel Rahman Ibrahim, Alexandria

"Não apoio Morsi, mas não concordo com os manifestantes.
Abdel Ibrahim (Foto: Arquivo Pessoal)
Abdel Ibrahim não é partidário de Morsi mas discorda de protestos
O Egito está sendo mergulhado em uma guerra civil e isto não está sendo levado à sério. Tenho certeza de que haverá violência e muito sangue derramado.
Pressionar Morsi através do Parlamento é uma solução democrática."

Yasser Fouad Ahmed, Cairo

"Como os manifestantes podem pedir para ele (Mohammed Morsi) renunciar? Morsi foi eleito por 13 milhões de eleitores entre os 25 milhões de egípcios que podiam votar.
Concordo que Morsi não cumpriu todas as promessas do ano passado e que o partido do governo não conseguiu gerenciar o país. Mas isto não anula o fato de que ele ainda é o presidente eleito legitimamente. O primeiro presidente eleito democraticamente em eleições livres e justas.
Se os manifestantes conseguirem o que querem, não será um bom prenúncio para o futuro deste país, pois quem quer que ocupe o cargo depois de Morsi não ficará no poder nem mesmo por seis meses.
Yasser Ahmed (Foto: Arquivo Pessoal)
Yasser Ahmed não quer que o país mergulhe no caos
Quem não estiver satisfeito com as coisas sempre poderá mudar tudo na próxima eleição. Se o movimento rebelde pode conseguir 22 milhões de assinaturas, como eles alegam, por que eles não contestam as eleições e começam a fazer parte do processo de tomada de decisões?
Peço que todos estes manifestantes voltem para casa. Caos é a última coisa que este país precisa."

Atef Rezk Kalla, Alexandria

"Estamos protestando pois Morsi não é um presidente para todos os egípcios. Ele apenas se importa com o próprio grupo, a Irmandade Muçulmana. Ele não se esforça para desenvolver o Egito.
Ele abusa do cargo que ocupa para influenciar todos os aspectos do poder com seus pensamentos religiosos e terroristas. Não queremos que o Egito seja o próximo Afeganistão, Irã ou Sudão. Queremos continuar sendo o Egito.
Atef Rez Kalla (Foto: Arquivo Pessoal)
Atef Kalla afirma que, com mais um ano de Morsi, Egito ficará arruinado
A situação econômica é terrível. Não há petróleo e eletricidade. Enfrentamos um grande problema com o (rio) Nilo também.
A Constituição é uma grande razão para os protestos, pois ele (Morsi) também não se importa com as minorias. Ele cometeu erros e não inclui todos os egípcios.
Morsi e seu grupo manipulam a imprensa - TV, rádio e jornais - e o Ministério da Cultura também influencia as pessoas.
Sou cristão e acho que nossa situação nesta ficou pior do que no regime anterior, que também não era boa.
Quatro xiitas foram mortos de uma forma terrível recentemente por causa de um pedido dos imãs durante uma reunião com Morsi. Nunca vimos isto no Egito antes.
Ele está no poder há apenas um ano e (este ano) tem sido mais terrível do que anos anteriores. Se esperarmos o outro ano, o Egito ficará 

Mais da metade dos alunos não aprende o que deveria

 /
EDUCAÇÃO

Mais da metade dos alunos não aprende o que deveria

Estudantes do 2º e 3º ano não compreendem o conteúdo em disciplinas básicas. Desigualdade no ensino entre as regiões do país ainda é grande.
O resultado da Prova ABC, divulgado ontem pelo movimento Todos pela Educação mostra que mais da metade dos alunos brasileiros não aprende o que se espera em matemática, leitura e escrita até os 8 anos de idade. A pesquisa também põe em evidência a discrepância entre a aprendizagem dos alunos de diferentes regiões do país.
Entre os estudantes do 3.º ano do ensino fundamental, por exemplo, somente 23,4% dos alunos da rede pública na Região Norte superou a faixa do que se considera o nível de habilidade adequado na leitura de textos. No Sudeste, esse número salta para 52,8%. Outros dados também mostram desigualdade semelhante em habilidades matemáticas e de escrita. Em comparação com o resto do país, o Paraná alcançou índices medianos.
Boletim
Paraná tira nota vermelha em leitura e escrita
Com base na redação feita pelos estudantes, a habilidade em escrita foi avaliada pela Prova ABC. No Paraná, apenas 35,8% dos alunos das redes pública e privada tiveram desempenho satisfatório, acima dos 75 pontos. O índice cai para 32,1% quando se trata apenas da rede pública.
Os estados que apresentaram mais alunos com acima dos 75 pontos foram Goiás (42%), Minas Gerais (41,6%) e São Paulo (39,3%) e os estados com menor porcentual foram Pará (11,6%), Maranhão (13%) e Piauí (16%).
Em leitura, o porcentual de alunos que atingiram 175 pontos ou mais no 3º ano foi de 44,5%, considerando redes pública e privada. A Região Norte apresentou o menor porcentual, 27,3%, e a Região Sudeste o maior, 56,5%.
Na comparação por estados, as diferenças são ainda maiores: São Paulo (60,1%), Minas Gerais (59,1%) e Distrito Federal (55%) apresentam os melhores resultados, enquanto Alagoas (21,7%), Pará (22,2%) e Amapá (22,8%), apresentam os menores porcentuais. O Paraná alcançou uma posição intermediária, registrando o índice 48,4% quando se consideram as duas redes, e 43,4% quando se trata apenas do ensino público.
A avaliação é promovida por uma parceria entre o Todos Pela Educação, a Fundação Ces­­granrio, o Instituto Pau­­lo Montenegro/Ibope e o Inep. Aplicado no final de 2012, foram avaliados 54 mil alunos de 1,2 mil escolas públicas e privadas distribuídas em 600 municípios brasileiros. Metade da amostra é de alunos do 2.º ano e a outra metade do 3.º ano, ano considerado limite para a alfabetização de acordo com o recém-lançado Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic).
São usadas como referência as escalas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). A partir dessa escala, a Prova ABC considera como nível de proficiência adequado o nível 175, tanto na escala de leitura como de matemática. Como o Saeb não avalia a habilidade de escrita, foi utilizada uma escala própria, de 0 a 100, dentro da qual o índice de aprendizagem considerado adequado partiria dos 75 pontos.
Matemática
Em relação ao nível de proficiência dos alunos em matemática, 60% dos estudantes paranaenses da rede pública chegaram apenas à faixa mais básica de domínio. Outros 33,6% alcançaram um desempenho intermediário e apenas 6,4% aprenderam o esperado. Esse último índice é o mais baixo da Região Sul, mas superior aos resultados de outros dez estados. A média nacional da rede pública foi de 12% dos alunos com índice superior a 175 pontos.
Considerando os alunos do 3.º ano, o porcentual de alunos com proficiência adequado é expressivamente maior. No Paraná, 31,4% ultrapassaram os 175 pontos.
Prova ABC expõe carências do sistema brasileiro
Desigualdades sociais e pouca atenção à educação infantil são causas do índice baixo, dizem analistas. Para Priscila Cruz, diretora executiva do Todos pela Educação, o resultado comprova, mais uma vez, a dificuldade do sistema educacional brasileiro em proporcionar um nível de aprendizagem adequado a, pelo menos, a maior parte dos estudantes. “Temos menos da metade das crianças com essas três competências consolidadas, e elas são muito importantes para que a criança continue a aprender nos anos seguintes”, diz Priscila, referindo-se às habilidades de leitura, escrita e matemática.
Para a professora do curso de Pedagogia das Faculdades Integradas do Brasil (UniBrasil), Meire Donata Balder, os números também não surpreendem, já que reforçam o que outros exames do MEC ou o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) têm mostrado há anos.
Para ela, uma das causas que mais influenciam os baixos índices da educação básica é pouca atenção dada à Educação Infantil até alguns anos atrás. “A educação infantil ainda é vista mais como um direito à mãe que trabalha do que um direito da criança, que precisa de acompanhamento escolar para se desenvolver. Isso precisa mudar”, diz.
“Iniciativa acertada”
O consultor educacional Renato Casagrande concorda com a importância da educação infantil no processo de alfabetização e considera o Pnaic uma iniciativa acertada do governo, mas cujos resultados só devem aparecer dentro de pelo menos três anos.
Sobre a diferença nos índices educacionais dos estados, Casagrande diz que se trata de um problema diretamente atrelado à desigualdade social. “É muito difícil fazer gestão da educação num país tão grande como o nosso, principalmente contando com regiões como o Norte e o Nordeste, que apresentam indicadores ruins em praticamente todas as áreas”, diz.
A respeito do desempenho do Paraná, o educador lamenta a falta de destaque do estado, com desempenho inferior ao de seus vizinhos no Sul.
Para ele, embora Curi­tiba sempre alcance boas posições no Índice de Desenvolvimento da Edu­cação Básica (Ideb), o restante do estado não acompanha a capital. Segundo o consultor educacional, a solução passa por uma melhoria contínua na formação de professores e gestores escolares.

domingo, 30 de junho de 2013

1º PROTESTO EM ALM. TAMANDARÉ


1º PROTESTO EM ALM. TAMANDARÉ
Giulia Ferreira, Uma menina de 14 anos deu início ao manifesto em Alm. Tamandaré. Através do Facebook ela criou um foram, que em uma semana conseguiu chamar atenção de um pequeno grupo de Cidadãos Tamandareenses que a apoiaram e a ajudaram na manifestação.Ela contou com o auxílio de alguns líderes do município que estavam na linha de frente. 
      A manifestação aconteceu às 19:30 horas, dando início da caminhada em frente ao Terminal, rua Emílio Johnson, de forma pacífica, com aproximadamente duzentas pessoas, aparentemente, não foi o que se esperava, pois a prefeitura passou avisando nos comércio, sobre o protesto e que fechassem às 17:00 horas seus estabelecimentos.
      Mesmo com um número reduzido de manifestantes o recado foi dado, cartazes e gritos pediam por um serviço de qualidade para o povo Tamandareense que Há muito tempo clama por melhorias. As principais reivindicações foram: Asfalto, Hospital, Segurança, Educação, Mudança no horário das Cessões da Câmara, Redução dos salários de vereadores e Secretários, Programas aos Jovens, Áreas de lazer entre outras.
        Após algum tempo em frente à Prefeitura um grupo conversou com o Chefe de Gabinete Sr. Marcos Antônio de Souza, que prometeu uma reunião com o Sr. Prefeito Aldnei Siqueira, para falar sobre a pauta de reivindicações.
        A reunião será marcada e colocada nas redes sociais para o conhecimento de todos.

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Água oxigenada - Curiosidade

ATENÇÃO:
Os Dentistas queriam esconder isso das pessoas pra lucrarem com clareamentos dentários, mais os cientistas não ficaram com medo de falar.
Veja os benefícios da água oxigenada, um produto muito barato e que você encontra em qualquer lugar.
90% das pessoas não sabem, porque não é divulgado,
por isso, pesquisei muito e trago as informações que vão te auxiliar no dia-a-dia, acompanhe a lista de benefícios:

1- Mata os germes bocais;
2- Clareia os dentes (coloque uma colher de sobremesa de água oxigenada vol. 10 e bocheche por um minuto, depois cuspa);
3- Tira os germes das escovas de dentes que causam gengivite e outros (mantenha a escova numa solução de água oxigenada10 vol.);
4- Desinfeta as superfícies melhor que qualquer outro produto (excelente para banheiros e cozinhas);
5- Elimina fungos dos pés que causam chulé (utilize á noite sobre os pés, também evita frieira e outros fungos);
6- Evita infecções,
7- Desinfeta
8- Ótimo cicatrizante, passe em todos dos tipos de ferimentos (use várias vezes ao dia, alguns casos de gangrena regrediram com o uso);
9- Mata germes e outros microorganismos nocivos
10- Alivia o nariz que estiver com constipações, gripe ou sinusite (misture meio-a-meio com água pura e pingue no nariz, espere alguns minutos e assoar o nariz);
11- Ajuda manter a pele saudável (use no banho, pode ser usada em caso de Micose;
12- Desinfeta roupas que tiveram contato com sangue ou secreções corporais (Deixe de molho numa solução de água oxigenada antes da lavagem normal);
13- Mata bactérias na cozinha, inclusive salmonela (após o uso dos utensílios, desinfete com água oxigenada);
14- Remove tártaro dos dentes (molhe a escova com a água oxigenada e escove normalmente, o tártaro sai aos poucos);
15- Descolorir pêlos dos braços (aconselhável passar creme de óleo de amêndoas antes de iniciar o processo, use a água oxigenada vol. 40 + pó descolorante, passar sobre os pêlos que deseja descolorir e aguardar entre 10 á 30 minutos, lave o local onde passou a loção, após o processo);
16- Clareia as manchas no rosto (passe toda noite com pequenos ?toques? em cima da mancha que deseja sumir);
17- Clareia as unhas ( coloque num pote água quente e uma tampinha de água oxigenada ou uma colher de sopa do produto, deixe suas unhas mergulhadas nessa solução por 10 minutos e retire. Obs: As unhas devem estar limpas e sem esmalte);
18- Tira água do ouvido (Pingue uma gota de água oxigenada e tira aquele efeito aquário, quando fica muito tempo na água da piscina ou do mar);
19- Deixa os pés lisos, livre de rachaduras, fungos, chulé e frieras (coloque 10 comprimidos de melhoral adulto + 1 vidrinho de glicerina médio + 1 vidrinho de água oxigenada, triture o melhoral num recipiente, até ficar em pó, acrescente os demais ingredientes, misture e tampe. Use á noite, antes de ir durmir);
20- Tira manchas de vinho e de sangue das roupas (pingue em cima da mancha e depois lave normalmente, proceda com água fria de preferência)
21 - Desinfeta tábuas de carnes e outros utensílios domésticos (Diga adeus a salmonela)

Se você não sabia desses benefícios, COMPARTILHE, pra que todos vejam

terça-feira, 25 de junho de 2013

"Acordo Ortográfico"

Arquivado em "Acordo Ortográfico"

acento diferencial

2012 é último ano de adaptação ao Acordo Ortográfico no Brasile

No último ano de adaptação ao Acordo Ortográfico no Brasil, professores afirmam que neste ano letivo vão cobrar mais o uso das novas normas pelos alunos. Muitos professores reclamam que não receberam treinamento ou orientações das secretarias de Educação sobre a nova ortografia, que ainda provoca muitas dúvidas nas salas de aula. E ainda há [...]
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Vigência final de acordo ortográfico motiva nova audiência na Comissão de Educação

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou nesta terça-feira (13) a realização de nova audiência pública para debater a implementação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passa a ser adotado em definitivo a partir de 2013 no país. O acordo envolve os países membros da Comunidade de Língua Portuguesa (CPLP). Um dos [...]
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Novo acordo ortográfico ainda encontra resistências e pode ser reavaliado em 2012

O novo acordo ortográfico da língua portuguesa, com regras válidas desde 1º de janeiro de 2009, ainda encontra resistência especialmente por conta das dificuldades criadas e pelo que se pode chamar de incoerências. Por conta dessa polêmica toda, a senadora Ana Amélia (PP-RS) vai solicitar que a Comissão de Educação do Senado (CE) promova no [...]
ortografia

Uso do hífen em “sócio-fundador” e “socioeconômico”

“…a Brenco foi idealizada pelo empresário Ricardo Semler e tinha como sócios fundadores bilionários como James Wolfensohn (ex-presidente do Banco mUndial), Steve Case (fundador da AOL) e Vinod Kohsla (um dos findadoresda Sun Microsystems), entre outros.” Mesmo depois da reforma ortográfica, que, pelo menos em tese, simplifica o uso do hífen, há casos que continuam [...]
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Acento diferencial: Pode e pôde

A maioria dos acentos diferenciais desapareceu na última reforma ortográfica, mas dois  deles permanecem. É esse o caso do acento do verbo “pôr”, que continua distinguindo essa forma da preposição homônima (“por”) e do acento da forma de passado do verbo “poder” (“ontem ele pôde”), que a diferencia da forma do presente (“hoje ele pode”). [...]
Nova Ortografia - portunido

Nova ortografia pode confundir vestibulando

Desde janeiro de 2009, as principais provas de vestibular e demais publicações do país adotam a nova ortografia. Apesar de a antiga forma de escrita ainda ser aceita, a orientação dos professores de cursinho é que o aluno já se acostume a utilizar as novas regras. Como esse período de transição pode confundir os alunos, [...]
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Reforma Ortográfica: “Benfeito” substitui “bem-feito”

Segundo a nova ortografia, algumas formas iniciadas pelo prefixo “bem-” sofrem alteração. Segundo o texto do reforma ortográfica, ocorre aglutinação na família do verbo “bem-fazer”, que agora se escreve “benfazer” (forma que, embora já existisse antes, não era recomendada pelo Houaiss). Assim, a antiga palavra “bem-feito” perde o hífen e passa a “benfeito”, obedecendo ao [...]
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Nova Ortografia: Acento do ditongo aberto é eliminado nas paroxítonas

Usando uma expressão empregada pelo gramático Evanildo Bechara, a língua portuguesa acaba de receber uma nova “vestimenta gráfica”, uniformizando-se em todos os países em que é o idioma oficial. Uma das alterações que nós, brasileiros, vamos sentir bastante é a supressão do acento agudo nos ditongos abertos em sílaba tônica. Em nosso país, a pronúncia [...]
hifen

Uso do hífen com prefixos

1ª. Parte – Uso do hífen com prefixos: 1ª) Com os prefixos AUTO, CONTRA, EXTRA, INFRA, INTRA, NEO, PROTO, PSEUDO, SEMI, SUPRA e ULTRA, segundo o novo acordo ortográfico, só devemos usar hífen se a palavra seguinte começar por “h” ou vogal igual à vogal final do prefixo: auto-hipnose, auto-observação; contra-almirante, contra-ataque; extra-hepático; infra-assinado, infra-hepático; [...]
acentos

Fieis e fiéis: como se fica o acento com as novas regras?

Muita gente ainda faz confusão na hora de pôr em prática as novas regras de acentuação e hifenização. E quem pensa que o corretor ortográfico dos computadores resolve todos os problemas está sujeito a decepções. A maioria dos redatores já aprendeu que ideia perdeu o acento, assim como geleia, plateia, estreia, diarreia, cefaleia e tantas [...]


Leia mais: http://www.reformaortografica.net/tag/acordo-ortografico/#ixzz2XE3yhUMb

Brasileiros conhecem a experiência finlandesa

Divulgação / Cenas do Brasil: 42 milhões de estudantes. Na Finlândia são 885 mil alunosCenas do Brasil: 42 milhões de estudantes. Na Finlândia são 885 mil alunos
EDUCAÇÃO

Brasileiros conhecem a experiência finlandesa

Dilvo Ristoff, professor do Mestrado em Administração Universitária e do Mestrado em Gestão e Métodos de Avaliação da UFSC.
A Finlândia está sempre no topo em rankings internacionais que avaliam o desempenho de estudantes, enquanto o Brasil amarga uma das últimas colocações. Em um momento em que estava iniciando a construção de uma política nacional de formação de professores para a educação básica, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) entendeu que o Brasil deveria conhecer a bem-sucedida experiência educacional finlandesa.
Para isso, em 2008 foi feita uma visita oficial de cinco dias ao país, com o objetivo de conhecer o sistema de ensino, as escolas, universidades e os seus cursos de formação de professores, bem como trocar experiências com os responsáveis pela condução do sistema educacional finlandês.
À frente da comitiva estava o então diretor de Educação Básica da Capes Dilvo Ristoff, que também é ex-diretor de Estatísticas e Avaliação da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e hoje atua como professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Ristoff conversou com a reportagem sobre a visita oficial.
Com que objetivo foi feita a viagem à Finlândia?
Fomos às escolas, conversamos com autoridades do Ministério da Educação, do Conselho Nacional de Educação, falamos com pais de alunos e com professores das universidades que formam os professores da educação básica. Buscamos entender por que eles conseguem e nós não. A extensa programação girou em torno da política educacional; das características do sistema de ensino finlandês (ensino fundamental de 6 a 14 anos e ensino médio de 15 a 17 anos), do financiamento, da gestão escolar, da formação e valorização de professores e das diretrizes que orientam as atividades didático-pedagógicas com as quais operam os professores, as escolas e a sociedade finlandesa.
Diante da realidade de ensino finlandesa, o que mais chamou a atenção durante a comitiva e o que poderia ser “importado” para o Brasil?
Em primeiro lugar há que se ter em mente que a Finlândia é um país pequeno, com pouco mais de 5,3 milhões de habitantes, o que por si só torna a organização do sistema educacional bastante distinta do brasileiro. O ensino fundamental abriga 596 mil alunos, o ensino médio geral 129 mil e o ensino médio vocacional 160 mil. Ao todo, estão, portanto, matriculados na educação básica finlandesa 885 mil alunos. No Brasil, em contraste, temos 42 milhões de estudantes matriculados, ou seja, quase 50 vezes mais. Esta diferença de escala precisa sempre ser considerada. É preferível que vejamos como eles respondem a perguntas que nós temos e que então nos inspiremos nas respostas que eles dão e nas ações que desempenham, sem nos preocuparmos em simplesmente pensar em copiar ou transpor experiências.
No Brasil temos um currículo nacional comum e uma busca por certa autonomia das escolas relacionada à diversidade. Como é a organização curricular na Finlândia?
O currículo da educação básica finlandesa, os seus objetivos, conteúdos e métodos de aferição de resultados, em todos os seus níveis, é definido pelo Board of Education (BE). Este currículo mínimo é efetivamente complementado pelas escolas, com disciplinas adicionais e a carga didática semanal para cada uma das disciplinas.
E quanto à formação e contratação dos professores?
A contratação dos professores, o pagamento de salários e a supervisão administrativa da educação básica é responsabilidade do município. Os professores que atuam nas primeiras seis séries da educação básica são conhecidos como class teachers ou generalists (professores de classe) e os das três séries finais como subject teachers (professores de disciplinas). A exigência de formação para o primeiro grupo é que eles tenham mestrado em Educação e os demais devem ter mestrado nas disciplinas que ministram, combinado com estudos pedagógicos.
Há incentivo do governo para que os professores tenham este nível de formação?
Os professores são formados por universidades públicas em cursos de graduação específicos, de três anos de duração, em combinação com mestrados articulados com o Centro de Treinamento de Professores, com dois anos de duração. Os professores para a educação infantil ou se formam em curso de Pedagogia na universidade ou em faculdades politécnicas. Estes professores podem também receber apoio de profissionais formados em escolas do ensino médio vocacional/profissional.
Quais foram as conclusões que a comitiva trouxe para o Brasil?
Penso que aprendemos muitas coisas, coisas que fazem que olhemos para nós mesmos com olhos mais críticos e que nos fazem crer que as coisas poderiam ser diferentes por aqui. Toda a educação finlandesa é pública e gratuita, da educação infantil à pós-graduação, mesmo nos raros casos experimentais em que o estado financia o estudo dos estudantes em instituições privadas. Isto cria um contraste impressionante com a graduação brasileira: enquanto cerca de 70% de nossos professores são formados em instituições de ensino privadas, na Finlândia 100% dos professores são formados em universidades públicas e já saem para a sala de aula com o título de mestre. A escola finlandesa é de turno integral, com início de suas atividades às 8 horas da manhã e encerramento às 15h.
Em que pontos o Brasil ainda precisa avançar pra ter um resultado próximo ao da Finlândia?
Eles têm uma combinação de fatores favoráveis à aprendizagem e ao ensino. Na comparação, acho que podemos dizer algo assim: os professores deles têm boas condições de trabalho e boa carreira (os nossos não); as escolas deles são confortáveis e limpas (as nossas, com exceções, são sujas e descuidadas); as escolas deles são bem equipadas (as nossas são péssimas e, raramente, têm os laboratórios didáticos básicos); as escolas deles funcionam em tempo integral (a nossa em tempo parcial); os professores finlandeses, selecionados em rigorosa competição, são formados para serem professores (os nossos se perdem em bacharelados travestidos de licenciaturas); os professores finlandeses recebem de suas universidades apoio em Centros de Educação Aplicada, junto aos quais funcionam mestrados que trabalham questões práticas da educação finlandesa; o sistema finlandês de educação tem o que chamam de “core curriculum” (currículo cerne), que precisa ser seguido por todos (nós inventamos os nossos currículos e, só recentemente, através de exames, tentamos criar alguma ordem nos parâmetros curriculares dos nossos cerca de 5.570 sistemas); o professor finlandês foi capacitado para lecionar o que leciona, os nossos, em 50% dos casos, são improvisados, isto é, não têm formação específica para ensinar o que ensinam. Enfim, o professor finlandês se sente seguro, importante e valorizado (o nosso tem medo, se sente desautorizado, diminuído e desprestigiado).
E o que foi e o que vai ser implantado no Brasil a partir do que foi visto na Finlândia?
As metas e estratégias para o próximo Plano Nacional de Educação (PNE) não são exatamente modestas. Só para citar algumas, há a previsão de formação específica de nível superior aos professores da educação básica e a formação de 50% deles em nível de pós-graduação lato e stricto sensu. A meta 17 é valorizar o magistério público da educação básica a fim de aproximar o rendimento médio do profissional do magistério com mais de 11 anos de escolaridade do rendimento médio dos demais profissionais com escolaridade equivalente. Esperemos que este plano não seja para inglês ver e que o recurso esteja ao lado do discurso.