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Professor de Língua Portuguesa na Rede Estadual de Ensino - Governo do Paraná

domingo, 8 de setembro de 2013

Imagens 3D - Mas como enxergar 3D?

Imagens 3D

Quem nunca ouviu falar do olho mágico e suas magníficas imagens 3D? O olho mágico funciona quando você tem imagens repetitivas que quando você concentra nelas faz aparecer uma imagem em 3D de uma figura que não exisita lá! Isso mesmo, parece mágica, mas na verdade tudo funciona através de um efeito de ilusão de ótica! Os olhos parecem ter a percepção de um novo plano, onde a imagem aparecerá na sua frente em 3 dimensões.

Mas como enxergar 3D?
Aqui vamos dar algumas dicas para vocês focarem nas fotos para aparecer as imagens em 3D. A maneira aqui explicada é a mais fácil de se conseguir enxergar as fotos 3D.
1- Analise a foto que você está vendo, repare que ela segue um padrão de repetição de blocos de imagens.
2- Olhe no meio de algum ponto entre as repetições das imagens.
3- Fixe bem o olhar e aproxime a cabeça da tela do computador, deixando bem próximo por alguns segundos
4- Afaste lentamente a cabeça, mas sem perder o foco do ponto central
5- A imagem começará a aparecer.
Isso requer um pouco de treino no começo, e muitas pessoas terão dificuldades. Mas a persistência fará com que vocês aprimorem, de modo que depois que tiver acostumado, as imagens do olho mágico aparecerão facilmente sem muito esforço. Mas lembre-se sempre, FOCOno ponto, jamais distraria com outras coisas ao seu redor.
Confira nossa seleção de imagens 3D e tente descobrir a imagem que se formará na foto:

sábado, 7 de setembro de 2013

Independência do Brasil

Independência do Brasil

Ficheiro:Independencia brasil 001.jpg
No final de agosto de 1822, D. Pedro deslocou-se à província de São Paulo para acalmar a situação depois de uma rebelião contra José Bonifácio. Apesar de ter servido de instrumento dos interesses da aristocracia rural, à qual convinha a solução monárquica para a independência, não se deve desprezar os seus próprios interesses. O Príncipe tinha formação absolutista e por isso se opusera à Revolução do Porto, de caráter liberal. Da mesma forma, a política recolonizadora das Cortes desagradou à opinião pública brasileira. E foi nisso que se baseou a aliança entre D. Pedro e o "partido brasileiro". Assim, embora a independência do Brasil possa ser vista, objetivamente, como obra da aristocracia rural, é preciso considerar que teve início como compromisso entre o conservadorismo da aristocracia rural e o absolutismo do Príncipe.

Impelido pelas circunstâncias, D. Pedro pronunciou a famosa frase "
Independência ou Morte!", rompendo os laços de união política com Portugal.Em 7 de setembro, ao voltar de Santos, parado às margens do riacho Ipiranga, D. Pedro recebeu uma carta com ordens de seu pai para que voltasse para Portugal, se submetendo ao rei e às Cortes. Vieram juntas outras duas cartas, uma de José Bonifácio, que aconselhava D. Pedro a romper com Portugal, e a outra da esposa, Maria Leopoldina de Áustria, apoiando a decisão do ministro e advertindo: "O pomo está maduro, colhe-o já, senão apodrece".
Culminando o longo processo da emancipação, a 12 de outubro de 1822, o Príncipe foi aclamado Imperador com o título de D. Pedro I, sendo coroado em 1 de dezembro na Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo, na então capital do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.
Introdução
A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.
Dia do Fico
Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta ideia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou : "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico."
O processo de independência
Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembleia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o " cumpra-se ", ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.
O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembleia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole.
Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : " Independência ou Morte !". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.
 Bandeira do Brasil Império. Primeira bandeira brasileira após a Independência.
Pós Independência
Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra.
Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

“Na escola se aprende, não se ensina”

Daniel Castellano/ Gazeta do Povo /
QUALIDADE

“Na escola se aprende, não se ensina”

Bernardo Toro, educador, escritor e filósofo colombiano
Quando o assunto é educação, poucas pessoas são ouvidas com tanta atenção quanto o escritor e filósofo colombiano Bernardo Toro, 68 anos, um dos mais influentes pensadores da América Latina na atualidade. Com visões abrangentes sobre o tema, que levam em conta o papel das comunicações e das organizações não governamentais e a ideia da educação como um projeto político e um direito, Toro rechaça esquemas tradicionais de ensino, como aulas muito focadas em provas e no professor. Palestrante do Salamundo 2013, encontro internacional de educação ocorrido neste mês em Curitiba, ele apresentou ideias simples para melhorar a educação no Brasil: foco na escrita e na leitura e a importância de uma educação igualitária para todos. Ele falou à Gazeta do Povo após a sua participação no evento. Confira os principais trechos da entrevista:
Por que o senhor diz que devemos parar de priori­­zar o ensino e focar na aprendizagem?
Se o ensino é mais importante do que a aprendizagem e algo vai mal, os culpados são os alunos. Se a aprendizagem é mais importante, são os adultos – nós – os que têm a responsabilidade de mudar as coisas. A escola é lugar de aprender e não de ensinar. O professor é responsável pela aprendizagem, não pela classe. Um educador não é o profissional que dá aulas. A aula não define a profissão. Todos aqui podem dar aulas, é fácil. O que não podemos é fazer com que alguém aprenda. Isso é diferente. Se não mudarmos esses mecanismos, o aluno continuará sendo o culpado do fracasso e nada mudará.
Como fazer isso na prática?
No momento em que se foca na aprendizagem do aluno e passa a não acusar as crianças pelo fracasso, mas a escola, os administradores públicos... isso vai melhorar. Temos de criar condições para que a aprendizagem ocorra, para que o professor se responsabilize por isso. Se quisermos que o educador foque na aprendizagem, temos de dar condição. E a condição para que a escola melhore não deve partir do educador, mas da sociedade civil.
Quais os desafios do Brasil? Por onde começar?
Eu sempre insisto: o Brasil, a Colômbia, a América Latina não vão mudar a educação enquanto não focarem em um problema fundamental, o nosso maior problema: a escrita e a leitura. 50% das crianças latino-americanas não leem e não escrevem bem. Na América Latina, apenas 12% das crianças, de escolas públicas ou privadas, alcançam bons níveis. Se não enfrentarmos o problema da leitura e da escrita, estaremos construindo sobre pisos falsos. Ler e escrever são atividades cotidianas que não aparecem, não são vistosas, e é aí que está o perigo.
Em relação ao professor, se fala em aumentar a competitividade entre eles e propor bônus para os melhores. Os críticos dizem que isso é responsabilizar o professor pelos erros do governo. O que o senhor pensa sobre isso?
Um bom professor é aquele que consegue fazer com que todos os seus alunos aprendam o que precisam aprender no momento em que devem aprender, e que aprendam com felicidade e solidariedade. Dar aula não é a profissão do educador. O professor é o profissional do aprendizado e sua competência é definida pela quantidade de aprendizados úteis que consegue fornecer às crianças.
No Brasil, muitos jovens desistem da escola por viverem em condições de pobreza e terem de trabalhar muito cedo. Esse fator é levado em conta pelas autoridades como deveria?
O critério geral é o seguinte: quanto mais pobre é uma população, maior deve ser a qualidade de suas escolas e colégios porque os pobres não podem substituir o que a escola não oferece. Com esse critério, há mais de 12 anos se iniciou em Bogotá a política de “colégios de concessão”. Selecionava-se um colégio privado de qualidade reconhecida pela sociedade e pedia-se que se construísse outro da mesma categoria em um bairro muito pobre, com recursos da cidade. Só podiam entrar as crianças do bairro onde se localizava o colégio. Os pobres, assim como os ricos, sabem distinguir a educação de qualidade e querem-na para seus filhos.
Há um projeto do senador Cristovam Buarque para que todos os alunos estudem em escolas iguais. Essa é uma boa estratégia?
Creio que esta é a melhor estratégia e a única que faria possível ter um sistema de educação de alta qualidade, pois articularia as elites educacionais do Estado com as do setor privado. Quando falo em elite educacional, não falo apenas das pessoas que têm dinheiro, mas sim das pessoas que têm poder de decidir e de influenciar. Não é uma questão de dinheiro, de mais professores, de mais material. É preciso vontade política.
Uma pergunta mais pessoal: o que levou o senhor a se interessar pelo tema da educação? Qual é o maior desafio que já enfrentou?
Entendo que uma boa educação pode mudar a vida de qualquer pessoa, em especial a dos mais pobres. Meu maior desafio é conseguir fazer da educação um bem público, é dizer que podemos ter uma educação de igual qualidade para todos. Devemos eliminar a existência de dois sistemas educacionais de qualidades diferentes – o estatal e o privado – para termos um sistema educacional de igual qualidade para todos.

Professores fazem paralisação no dia 30 de agosto

Professores fazem paralisação no dia 30 de agosto

Atos em todo o estado marcam aniversário de 25 anos de repressão policial a um protesto de professores em 1988. Eles também pedem pagamentos atrasados e novo sistema de atendimento em saúde
Professores da rede estadual de ensino planejam uma paralisação para o próximo dia 30 de agosto (última sexta-feira do mês). Os atos, que acontecerão em várias cidades, lembram os 25 anos da repressão feita ao protesto dos professores em 1988, além de retomar pauta de reivindicações da categoria. Em Curitiba, a manifestação começa às 9 horas, na Praça Santos Andrade, e segue em passeata até o Palácio Iguaçu, no Centro Cívico. São esperadas cerca de 10 mil pessoas.
“Fazemos a marcha todos os anos desde 1988 para relembrar a data. Costumamos dizer que nenhum educador pode ser tratado com aquele tipo de violência”, afirma Marlei Fernandes de Carvalho, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato).

Além da lembrança histórica, os professores pedem que o governo acerte pendências com a categoria. Segundo Marlei, o governo deve pagamentos atrasados há mais de um ano. Esses pagamentos hoje somariam mais de R$ 30 milhões, ainda de acordo com ela. Eles também protestam por um novo sistema de atendimento à saúde dos servidores e implementação do piso salarial em 0,6%, entre outros.Naquele ano, os professores estaduais, que estavam em greve, faziam uma manifestação em Curitiba. Policiais militares enviados ao local entraram em confronto com os professores. O atual senadorAlvaro Dias (PSDB) era governador do estado na época.
Atos menores devem acontecer no interior. Já estão confirmados os protestos em CascavelFoz do IguaçuLondrina e Campo Mourão. Núcleos de outras cidades devem oficializar suas participações nos próximos dias.

Outro lado
A Secretaria Estadual de Educação foi procurada para comentar as reivindicações dos professores, mas só deve responder nesta terça-feira (13).

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Atros Construção Civil Eireli é a Empresa responsável pela Reforma do Col. Est. Ambrósio Bini em Almirante Tamandaré - Pr.

Após uma longa espera de toda Comunidade Escolar do Col. Est. Ambrósio Bini acompanhou hoje, na SUDE, a Comissão de Licitação de Obras de Engenharia da Secretaria de Estado de Educação que procedeu com o início da abertura dos envelopes, sendo analizados, com seus representantes: TS Construção Civil Ltda; Vento Nordeste e Atros Construções e Empreendimentos Eirele, concluindo pelos seguintes resultados:

1ª Atro Construção Civil Eireli - R$ 1.787,478,80
2ª M.I. Cosntrutora de Obras Ltda - R$ 1.811.058,52
3ª Vento Nordeste Construções - R$ 2.049,497,03
4ª TS Construção Civil Ltda - R$ 2.070.859,80

Encerrada a fase de classificação, a Comissão considerou todas aptas.
Encerrando a fase de habilitação e com base no disciplinado pela Lei Estadual 15.608/07, a Comissão declarou vencedora do certame Atro Construção Civil Eireli, com o valor de R$ 1.787,478,80 ( um milhão, setecentos e oitenta e sete mil, quatrocentos e setenta e oito reais e oitenta centavos)

Representantes e participantes

Vento Nordeste / TS Construção Civil / Representante do Professores / Diretora auxiliar / Representante da Prefeitura e Chefe do NRN AM Norte


Fotos relacionadas:






terça-feira, 16 de julho de 2013

Licitação Ambrósio Bini

Amanhã 9:30 horas será a abertura da Carta de Licitação do @[100004277913289:2048:Col Est Ambrósio Bini], Vamos ficar sabendo qual será a Empreiteira que reformará nosso querido Colégio.
Estão todos convidados a comparecer a SUDE Rua dos Funcionários, 1323, esquina com a Rua Recife, Bairro Cabral.
Amanhã 9:30 horas será a abertura da Carta de Licitação do Col Est Ambrósio Bini, Vamos ficar sabendo qual será a Empreiteira que reformará nosso querido Colégio.
Estão todos convidados a comparecer a SUDE Rua dos Funcionários, 1323, esquina com a Rua Recife, Bairro Cabral.
Após uma longa e estressante espera, tem-se novamente a possibilidade de acompanhar um feito importantíssimo para toda Comunidade Escolar Ambrósio Bini. Esta data ficará marcada na História de todos que estão acompanhando a luta incansável de muitos heróis que não convém momeá-los, pois seria injusto o esquecimento do nome de uma pessoa sequer... 

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