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Professor de Língua Portuguesa na Rede Estadual de Ensino - Governo do Paraná

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

O Colégio Estadual Ambrósio Bini vai representar o Núcleo Área Metropolitana Norte e o Município de Almirante Tamandaré na Fase Estadual das Olimpíadas de Língua Portuguesa


Depois de um Cronograma Extenso de atividade, leituras e produções finalmente a recompensa, o Aluno Juan Eduardo Bertoldo Ramos com a Crônica:  Aqui não é meu lugar  sob orientação do Professor Anderson Luiz Ferreira da Silva representará o Colégio Estadual Ambrósio Bini o Núcleo Área Metropolitana Norte e o Município de Almirante Tamandaré na Fase Estadual das Olimpíadas de Língua Portuguesa 2016. Parabenizamos a todos e desejamos sucesso nesta próxima etapa.


O Sucesso parece estar ligado à ação.
Pessoas prósperas continuam se mexendo.
Eles cometem erros, mas eles não desistem.


Aqui não é o meu lugar
(...)
 E eu me vendo em um labirinto sem fim, cheio de truques e muito escuro, quase não consigo saber onde estou o que eu estou fazendo e para onde vou.
 No meio desta confusão, vivo com medo, caminhando solitário, me sentindo abandonado por tudo e por todos, sem esperanças.
Depois de muito sofrer consegui enxergar uma luz, corri atrás desta luz e como se não tivesse fim não a alcancei e lentamente foi se distanciando até que ela se apagou me deixando novamente na escuridão.
 Sem reação caí, me desesperei, chorei, por mais que gritasse, pedisse ajuda, ninguém e nada me confortavam.
Tempos de angústias e sofrimento me consumiam, sem perceber o tempo e a tristeza que este lugar me causava desvaneci e milagrosamente vi a figura de um Anjo, ele me estendeu a mão e me levou com ele para o fundo de um lindo lago, com águas cristalinas e tranquilas e ali encontrei a saída deste labirinto incrédulo que me consumiu...

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Desníveis do ensino comprometem metas na Educação

Educação


Desníveis do ensino comprometem metas na Educação


Resultado de imagem para desnível educação de  classes nas escolas


A se manter o atual ritmo de aprendizagem, desigual entre os estratos sociais, o Brasil levará mais de vinte anos para alcançar níveis de excelência de países mais avançados
  
A aferição dos níveis de excelência da Educação brasileira sinaliza que os indicadores de ensino ainda estão fora das metas. Mesmo com a dificuldade de ditar parâmetros universais num país com realidades heterogêneas, é inegável que o setor vai mal. Há positivas exceções nesse perfil — por exemplo, nos últimos anos houve avanços expressivos no 5º ano do ensino fundamental, segundo resultados das avaliações nacionais. Mas essas mesmas medições revelam que as escolas vão mal no ensino médio, e o desempenho de nossas universidades é pífio nos rankings internacionais.

Os atuais níveis de (baixa) excelência comprometem a meta, estabelecida no MEC, de até 2021 — ou seja, em parcos cinco anos — o ensino brasileiro atingir um patamar de qualidade verificado em nações desenvolvidas. Nessa escalada contra o futuro da Educação, há diversos níveis de desesperança. Um dos mais graves está registrado num estudo de dois pesquisadores, que captaram uma tendência preocupante no ensino brasileiro, mesmo levando-se em conta avanços obtidos até aqui

Se há melhoras visíveis no ensino, elas não estão ocorrendo no ritmo adequado. Pior: os avanços se desenvolvem de forma desigual, de tal maneira que estudantes de estrato social mais baixo têm maiores dificuldades de aprender que aqueles de famílias de renda mais alta. Essa relação é conhecida: a bagagem intelectual de alunos de nível socioeconômico mais elevado não se forma somente na escola, ao passo que, para os mais pobres, o espaço de aprendizado em geral se resume aos bancos escolares. Mas, ainda que seja uma realidade óbvia, ações do poder público para mudá-la são inconsistentes, quando não inexistentes.

O quadro pintado pelos pesquisadores é sombrio. A distância entre a capacidade de aprendizado de estudantes mais favorecidos socialmente e aqueles de famílias mais carentes é tão grande que, a se manter o atual ritmo, o Brasil levará mais de duas décadas para igualar o desempenho de países mais avançados.

Além da inércia do poder público diante das discrepâncias, outras forças jogam contra a busca pela universalização da excelência. O corporativismo de entidades de representação do magistério, por exemplo, é fonte permanente de blindagem contra mudanças para melhor.

Desse sindicalismo emergem ações contra a meritocracia, embargos à aferição de conhecimentos dos docentes, deflagração indiscriminada de greves e inapetência por lutas que busquem a melhoria da qualidade do ensino. Ambos — leniência do Estado e irresponsabilidade sindical — são faces da mesma moeda, e contribuem para manter a Educação em patamares indesejáveis.


Fonte: O Globo.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Transtorno de Oposição Desafiante: quando a desobediência torna-se patológica

Transtorno de Oposição Desafiante: quando a desobediência torna-se patológica

Transtorno de Oposição Desafiante: quando a desobediência torna-se patológica

A desobediência pode ser uma característica comum entre crianças e pré-adolescentes, mas quando a atitude de teimosia é excessiva é preciso estar atento a um possível Transtorno de Oposição Desafiante (TOD). Assim como outras patologias, é importante que os pais busquem diagnosticar este transtorno o quanto antes para evitar que ele traga complicações e prejudique a vida social e o desenvolvimento intelectual da criança. No post de hoje, confira o que é o TOD, quais sãos os seus sintomas e como diferenciá-lo de outros transtornos infantis:
O que é o Transtorno de Oposição Desafiante?
O Transtorno de Oposição Desafiante é caracterizado por uma atitude reiterada de teimosia, postura desafiadora e comportamento hostil. Este é um quadro que pode afetar crianças e pré-adolescentes, geralmente em idade escolar. Ainda não existem causas genéticas comprovadas que possam levar ao desenvolvimento do TOD, mas sabe-se que o ambiente em que a criança convive pode estimular o comportamento difícil.
O não tratamento deste transtorno pode trazer consequências como:
  • Prejuízos na vida social da criança, pois a forte teimosia e os acessos de raiva afastam as outras crianças;
  • Baixo desempenho escolar, porque a criança tem tendência a querer solucionar os problemas sozinha e tem dificuldade para pedir ajuda ao professores,
  • Desenvolvimento de Transtorno de Conduta na adolescência.
Observar o comportamento da criança e procurar tratamento adequado para o problema são atitudes importantes para evitar a evolução do transtorno e para garantir que a criança tenha uma infância saudável.
Como identificar o transtorno?
Apresentar um comportamento desobediente, de vez em quando, não é incomum entre crianças e adolescentes. Ser teimoso, aletoriamente, ou demonstrar raiva por determinada situação também não. O problema é quando estas são atitudes constantes. Confira algumas atitudes que ajudam a identificar o TOD:
  • Ataques de raiva;
  • Discussões frequentes com pais, coleguinhas e professores;
  • Comportamento vingativo;
  • Atitude hostil;
  • Agressividade;
  • Recusa para obedecer a regras;
  • Negativismo.
Ao contrário da bipolaridade, não acontecem alterações acentuadas de humor. A agressividade é uma característica predominante no comportamento da criança com TOD. Para alguns autores, o Transtorno de Oposição Desafiante é uma fase antecedente ao Transtorno de Conduta, ou seja, é uma etapa mais leve, apresentada em uma fase mais nova da vida. O Transtorno de Conduta é caracterizado por um comportamento violento, pela ausência de preocupação com o bem estar alheio e pela agressividade excessiva.
Tratamentos 
Para evitar que o problema se agrave e ajudar a criança a manter um comportamento que garanta uma infância saudável, é necessário, depois de diagnosticado, buscar o tratamento adequado para o Transtorno de Oposição Desafiante. Para isso, são usadas técnicas de modificação de comportamento que buscam reforçar atitudes positivas e afastar padrões negativos. Este tratamento deve ser feito com apoio de psicólogos e psiquiatras. Além disso, a parceria entre médicos, pais e professores é fundamental para garantir a melhora no comportamento da criança. Quando isso acontece, há uma evidente evolução na maneira como o paciente se relaciona com colegas de escola e figuras de autoridade, fato que reflete positivamente na vida da criança.
Você já teve alguma experiência com crianças com este transtorno?
Aproveite para conhecer o nosso site! Entregamos os melhores materiais de psicologia para todo Brasil.

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Qual o papel da afetividade na aprendizagem infantil?

Qual o papel da afetividade na aprendizagem infantil?

Qual o papel da afetividade na aprendizagem infantil?

A afetividade é um dos componentes mais importantes na vida das pessoas. E, na área da Educação, não poderia ser diferente. A presença do afeto na relação entre aluno e professor é fundamental. Afinal, é principalmente por meio das interações sociais saudáveis e harmoniosas que se constrói a aprendizagem infantil.
Antes de qualquer coisa, vamos lembrar o que significa o termo afetividade. Na psicologia, o termo traduz a capacidade individual de experimentar os fenômenos afetivos, como as emoções, as paixões e os sentimentos. A afetividade consiste na força exercida por esses fenômenos no caráter das pessoas. Por isso, a afetividade tem um papel crucial no processo de aprendizagem porque influencia profundamente o crescimento cognitivo.

Como a afetividade influencia a aprendizagem

É neste contexto que os professores devem adotar uma postura de facilitadores que estimulam a aprendizagem. Na sua relação com os estudantes, os sentimentos de ambas as partes não podem ser negligenciados.
É devido à afetividade que as pessoas criam laços de amizade bastante positivos no âmbito escolar. E esses laços não se baseiam somente em sentimentos, mas também em atitudes. Portanto, num relacionamento saudável, certas atitudes precisam ser cultivadas para que o relacionamento se aperfeiçoe sempre.
O ideal é que a educação afetiva seja uma preocupação dos educadores porque ela é um aspecto que condiciona o comportamento, o caráter e a atividade cognitiva da criança. A escola é a continuação do lar. Por isso, não pode se limitar a promover apenas conhecimentos conceituais e teóricos, mas deve desenvolver também a personalidade dos alunos.
Voltando ao papel do professor, é ele a maior influência no processo escolar e deve ter o conhecimento de como se dá o desenvolvimento emocional e comportamental da criança em todas as suas manifestações.
O assunto é tão sério e importante que, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), publicados no Brasil, em 1997, o currículo do ensino fundamental deve visar o desenvolvimento de capacidades “de relações  interpessoais, cognitivas, afetivas, éticas e estéticas para que os estudantes possam dialogar de modo adequado com a comunidade, aprender a respeitar e a ser respeitado, a escutar e ser escutado, a reivindicar seus direitos e a cumprir seus deveres”.
Esta é mais uma evidência de que a dimensão afetiva deve estar inserida na aprendizagem escolar e nos seus relacionamentos.

Educadores atestam a importância do afeto na aprendizagem

Para Jean Piaget, considerado um dos mais importantes pensadores do século XX, “nenhum conhecimento, mesmo que puramente através da percepção, não é simples cópia do real ou se encontra totalmente determinado pela mente do indivíduo. É o produto de uma interação entre o sujeito e o objeto. É a interação provocada pelas atitudes espontâneas do organismo e pelos estímulos externos. E esse conhecimento é, portanto, aprendizagem, fruto de uma relação que nunca tem um sentido só, é o resultado dessa interação. E a afetividade é a energia que move as ações humanas, sem ela não há interesse e não há motivação para a aprendizagem”.
Outros teóricos e especialistas em Educação lembram que há fatores que dificultam o relacionamento interpessoal e apontam que a falta de afeto pode causar mágoa, medo, desconfiança, tristeza, ressentimento, decepção, vergonha e raiva.  Eles admitem, ainda, que atitudes ríspidas e agressivas de um professor, por exemplo, podem promover no aluno o medo de ser rejeitado e outros sentimentos negativos que resultam num bloqueio emocional e estanca o processo de aprendizagem.
Em resumo, criança que não recebe afeto não aprende. As razões para o ser humano aprender qualquer coisa são profundamente interiores e as crianças aprendem melhor e mais depressa quando se sentem amadas, seguras e quando são tratadas como um ser único.
E você? Tem exemplos práticos de como a afetividade alavanca aaprendizagem? Conte pra gente nos comentários! Aproveite para conhecer ainda mais sobre o assunto! Confira livros relacionado ao tema em nosso site.

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quarta-feira, 20 de julho de 2016

Capitalismo e Socialismo – Diferenças. Tem preferência ou não faz diferença para você?

Capitalismo e Socialismo – Diferenças
 Comparação entre Capitalismo e Socialismo, principais diferenças, características, resumo, diferenças entre sistema capitalista e socialista.
Principais diferenças entre o Capitalismo e o Socialismo
- Capitalismo: liberdade econômica (livre concorrência) com pouca intervenção do governo na economia.
- Socialismo: falta de liberdade econômica com grande intervenção do governo na economia.
- Capitalismo: salários dos trabalhadores definidos pelo mercado.
- Socialismo: salários controlados e definidos pelo governo.
- Capitalismo: preços dos produtos são definidos pela lei da oferta e procura.
- Socialismo: preços controlados pelo governo.
- Capitalismo: investimentos nos setores da economia feitos pelo Estado e também pela iniciativa privada.
- Socialismo: investimentos feitos apenas pelo Estado.
- Capitalismo: existência de desigualdades sociais, principalmente nos países em desenvolvimento.
- Socialismo: baixa desigualdade social.
- Capitalismo: existência de classes sociais, definidas, principalmente, pela condição econômica das pessoas.
- Socialismo: inexistência de classes sociais.
- Capitalismo: meios de produção (fábricas, fazendas) e bancos nas mãos de particulares (propriedade privada).
- Socialismo: fábricas, fazendas, bancos controlados pelo governo.
- Capitalismo: valorização e existência do lucro nos negócios, que ficam para o(s) proprietário(s).
- Socialismo: a renda derivada da produção é socializada entre os trabalhadores.
- Capitalismo: existência de pobreza e miséria em grande parte dos países.
- Socialismo: o governo garante o necessário (educação, saúde, alimentação) para a sobrevivência das famílias. Baixíssimo índice de pobreza.
- Capitalismo: sistemas de educação e saúde público e privado.
- Socialismo: sistema de educação e saúde público.
Observação: as características apontadas são baseadas nas experiências dos países que aplicaram na prática o capitalismo e o socialismo. Foram considerados aspectos econômicos e sociais na comparação.

Fonte: http://www.suapesquisa.com/capitalismo/capitalismo_socialismo.htm

terça-feira, 19 de julho de 2016

Plano de aula - DISSERTAÇÃO



UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA
DEPARTAMENTO DE MÉTODOS E TÉCNICAS DE ENSINO
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM LETRAS PORTUGUÊS/ ESPANHOL

PLANO DE AULA

AULA 1 – 9º ano


            DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

            Estabelecimento: Colégio Ambrósio Bini, Almirante Tamandaré, Paraná.
            Professor Supervisor Técnico: Anderson Luiz Ferreira da Silva.
Professor Estagiário: Henrique John Krug.
            Assunto: Gênero textual dissertação e sua aplicabilidade real.
            Data: 10/05/2016.                             Horário: 07:30 às 10:00.
            Quantidade: Uma aula, de uma hora, para cada turma (03 turmas).

            CONTEÚDO

  • Será apresentado aos alunos o conceito e a aplicabilidade do gênero textual dissertação.
  • Par ilustrar a aplicabilidade, serão apresentadas situações da vida estudantil (vestibulares, ENEM, atividades acadêmicas) e situações da futura vida profissional (carreira pública ou privada) em que será necessário a confecção de um texto dissertativo. .
  • Nesta primeira aula, também será transmitido a noção de estrutura de um texto dissertativo argumentativo, destacando suas partes principais: título, introdução, desenvolvimento e conclusão.

INSTRUMENTOS (RECURSOS DIDATICOS)))

  • 40 cópias do Anexo I deste plano de aula, contendo informações sucintas sobre a estrutura de uma dissertação (de 20 a 30 linhas).

CONHECIMENTOS PRÉVIOS

  • Os alunos não necessitarão de quase nenhum conhecimento prévio para o desenvolvimento deste plano de aula e desta sequência didática.
  • Todavia, é recomendada leituras diversas, de várias fontes, sobre vários assuntos polêmicos, em destaque na atualidade, para que o aluno construa um conhecimento de mundo e possua subsídios para elaborar sua capacidade argumentativa.
  • Também é recomendado um conhecimento mínimo da norma culta (norma padrão) da Língua Portuguesa.

OBJETIVOS

  • Os alunos deverão saber o que é um texto do gênero dissertação, além de conhecer suas principais características e sua estrutura física (título, introdução, desenvolvimento, conclusão) e estrutura teórica (tema, tese e argumentos).
  • Os alunos também deverão ter conhecimento de algumas situações reais de necessidade e aplicabilidade deste gênero literário, seja na esfera estudantil (vestibulares, ENEM, atividades acadêmicas), seja na esfera profissional (carreira pública ou privada), seja na esfera pessoal. Este objetivo também, além da aplicabilidade, tem a finalidade de alertar e conscientizar os alunos do mundo que os aguarda dentro de alguns anos (dentro de 04-05 anos), quando ingressarem na ida profissional.

INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO

  • Nesta aula não serão utilizados instrumentos de avaliação. Será reservado um espaço de tempo para diálogo e retirada de dúvidas sobre o conteúdo apresentado aqui.
  • Será solicitado aos alunos, para fins de fixação, que copiem o Anexo I no seu caderno. Se possível, a cópia deve ser realizada com as próprias palavras do aluno.

DESENVOLVIMENTO PROVÁVEL
ATIVIDADES DO PROFESSOR

1)      Nesta primeira metade da aula (20-30 minutos), o professor irá indagar os alunos se sabem o que é uma dissertação, a fim de sentir se a turma possui algum domínio sobre este gênero literário.

a)      O professor fará as perguntas abaixo, tentando instigar os alunos enquanto apresenta situações em que a aplicabilidade da dissertação é exigida.

Que tipo profissional você deseja se tornar quando for adulto? 

Pretendem fazer uma Universidade?

Sabem o que é uma Universidade Pública e Privada?

Sabem o que é um vestibular? Sabem o que é a prova do ENEM?

Sabem o que estes processos exigem do candidato?

Vocês sabem como expressar uma opinião ou posicionamento diante de determinado assunto?

Como obter conteúdo e subsídios para podermos nos posicionar?

Será que a dissertação só serve para o vestibular/ENEM?

Aqui será apresentada e discutida a importância deste gênero, principalmente, no processo seletivo para uma vaga em uma Universidade Pública, seja pelo vestibular, seja pelo ENEM. Será apresentado como funciona este processo e a importância decisiva deste tipo de gênero no resultado final do processo (peso). Será explicado o porquê este tipo de texto é exigido do candidato e o que ele exige do candidato.
b)     Neste ponto, após instigar os alunos sobre a importância deste gênero literário, o professor irá repassar o conceito de dissertação aos alunos. Os alunos terão o Anexo I em mãos para acompanhar o conceito.
O que é uma dissertação?
            Dissertação é um tipo de texto (gênero textual) que se caracteriza pela defesa de um ponto de vista do autor (tese), através de argumentos (dissertação argumentativa), sobre determinado assunto (tema). Para defender seu posicionamento, o autor utiliza seu conhecimento de mundo para se posicionar, opinar e criar seus argumentos. Utiliza fatos e dados par reforçar sua opinião, de forma a tentar convencer/conscientizar o leitor sobre seu posicionamento.
             Cabe lembrar que um texto do tipo dissertação pode ter várias páginas, todavia, vamos abordar o tipo de dissertação mais utilizado na vida estudantil e profissional, que é a dissertação cobrada em vestibulares e concursos públicos (de 20 a 30 linhas).
c)      Logo após esclarecer o conceito de dissertação, o professor irá realizar outras perguntas aos alunos, visando à aplicabilidade da dissertação na futura vida profissional dos alunos (carreira pública ou privada).
Sobre Carreira Pública
Vocês sabem o que é um concurso público?
Sabem com que idade vocês podem prestar um concurso público?
Sabem o que é necessário, como requisito, para prestar um concurso público?
Vocês sabem quais são os benefícios da carreira pública?
Vocês sabem quanto ganham aproximadamente profissionais concursados?
Sobre Carreira Privada
Vocês sabem o que é uma entrevista de emprego?
Se vocês fossem os chefes de uma empresa, e tivessem apenas uma vaga para vários candidatos, como vocês escolheriam este candidato?
Será que é importante saber se posicionar, manifestar sua opinião?
Sabem o que é preconceito linguístico?
2)      Nesta segunda metade da aula (15-20 Minutos), após tratar sobre a aplicabilidade e importância do gênero dissertação, o professor irá apresentar a estrutura básica de um texto dissertativo composto de 20 a 30 linhas (o mais comum). Será apresentado aos alunos as principais partes da estrutura física da dissertação: título, introdução, desenvolvimento e conclusão, além das principais partes da estrutura teórica da dissertação: tema, tese e argumentos.


  Será apresentada cada parte da estrutura do texto dissertativo:

ESTRUTURA FÍSICA DA DISSERTAÇÃO:

Título: É o nome do texto. Recomenda-se que sempre seja inserido um título para o texto dissertativo. Só não coloque o título se as instruções da atividade de texto solicitarem para não colocar. O título deve estar relacionado com o assunto ou com o posicionamento do autor. Recomenda-se que o título seja criativo e sugestivo.
Introdução: Recomenda-se que na introdução sejam explicitados e apresentados, tanto o assunto-chave da dissertação (tema), como a apresentação da ideia ou do ponto de vista do autor diante do assunto (tese). O ideal é que, ao ler a introdução, o leitor já saiba qual é o assunto-chave (tema) e, também, tenha uma ideia sobre o ponto de vista do autor sobre o assunto (tese).
  Em uma dissertação de 20 a 30 linhas, recomenda-se que a introdução tenha de 3 a 6 frases ou orações, tendo, aproximadamente, entre 5 a 10 linhas.
Desenvolvimento: Nesta parte o autor irá expor seus argumentos para defender seu ponto de vista ou ideia sobre determinado assunto (tese). O autor utilizará seu conhecimento de mundo, fatos e dados para fundamentar seus argumentos. Normalmente há de um a três parágrafos dedicados para a argumentação. Recomenda-se que cada argumento apresentado seja trabalhado em um parágrafo inteiro.
  Em uma dissertação de 20 a 30 linhas, recomenda-se que a introdução tenha de 3 a 6 frases ou orações, tendo, aproximadamente, entre 10 a 20 linhas.
Conclusão: Aqui o autor deverá dar um desfecho coerente com o assunto-chave da redação (tema), com o ponto de vista do autor (tese) e com os argumentos apresentados. Recomenda-se que na conclusão o autor retome o assunto (tema) e o ponto de vista (tese) de forma mais incisiva e firme do que durante o texto, de forma a firmar sua posição e concluir o texto.
  Em uma dissertação de 20 a 30 linhas, recomenda-se que a conclusão tenha de 3 a 6 frases ou orações, tendo, aproximadamente, entre 5 a 10 linhas.

ESTRUTURA TEÓRICA DA DISSERTAÇÃO:

TEMA é o assunto-chave de uma redação.

TESE é o ponto de vista do escritor sobre o Tema, ou seja, é o ponto de vista sobre o assunto-chave da redação.

ARGUMENTOS são as justificativas, explicações, exemplos, entre outras formas, que vão sustentar e fundamentar o ponto de vista (Tese) sobre o assunto-chave (Tema).


3)       Na parte final da aula, se possível, será reservado um tempo para o diálogo e explicação de eventuais dúvidas sobre o gênero apresentado.

ATIVIDADES DOS ALUNOS

1)      Nesta primeira aula, os alunos serão convidados para acompanharem e dialogarem com o professor, principalmente, no momento da explanação da importância e aplicabilidade do gênero dissertação.
2)      No fim da aula, será solicitado aos alunos que copiem o Anexo I para o caderno, mas, de preferência, que copiem o conteúdo utilizando suas próprias palavras. Este exercício visa à fixação do conteúdo, na medida em que incentiva o aluno a entender o texto contido no anexo para poder explica-lo com suas palavras.




     REFERENCIAS::
Franco, Jefferson Luiz. Livro de Prática Pedagógica V.. UEPG, 2009. Ponta Grossa PR.

Cruz, Eliane Travensoli Parise. Livro de Estágio Curricular Supervisionado em
Língua Portuguesa e Literatura I. UEPG, 2011. Ponta Grossa PR.

Zanon, Denise Puglia. Livro de Didática. UEPG, 2010. Ponta Grossa PR.

Saleh,  Pascoalina Bailon DE Oliveira. Livro de Prática Pedagógica I. UEPG, 2010. Ponta Grossa PR.

Raupp, Eliane Santos. Livro de Língua Portuguesa I. UEPG, 2009. Ponta Grossa PR.

Raupp, Eliane Santos. Livro de Língua Portuguesa II. UEPG, 2009. Ponta Grossa PR.

Roman, Elódia Constantina. Livro de Língua Portuguesa III. UEPG, 2010. Ponta Grossa PR.

Roman, Elódia Constantina. Livro de Língua Portuguesa IV. UEPG, 2010. Ponta Grossa PR.

FUVEST.Provas de concursos vestibulares. Disponível:< ttp://www.fuvest.br/vest2009> Acesso em: 02 abr. 2016.

Estado do Paraná. Dia a dia da Educação. Agora Aprendo - Introdução ao Estudo da Dissertação - Parte 1. Disponível: http://www.portugues.seed.pr.gov.br/modules/video/showVideo.php?video=8522> Acesso em: 05 mai. 2016.

 

Estado do Paraná. Dia a dia da Educação. Agora Aprendo - Tema, Tese e Argumento - Parte 2. Disponível: http://www.portugues.seed.pr.gov.br/modules/video/showVideo.php?video=8521> Acesso em: 05 mai. 2016.

 

Estado do Paraná. Dia a dia da Educação. Agora Aprendo - Estrutura da Dissertação - Parte 3. Disponível: http://www.portugues.seed.pr.gov.br/modules/video/showVideo.php?video=8523> Acesso em: 05 mai. 2016.